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Mundial Feminino sub19: Brasil na semi

Depois de vencer a Rússia (73×71), o Brasil chega às semi finais do Mundial sub 19, igualando a campanha de 1997, em Natal. Naquela equipe surgiram, entre outras, Micaela e Adrianinha.

Nesta, temos Damires (cestinha e melhor reboteira do campeonato), Tássia e Carina.

O adversário é a sempre forte equipe americana que já perdeu no campeonato para o Canadá.

As duas equipes entram na semifinal com 6 vitórias e 1 derrota e têm como cestinhas Damires (21,3/jogo) e Stwart (13,1). Nos rebotes destacam-se Damires (13,1) e Stwart (6,4).

Carina e Hartley lideram as assistência (3e 3,4, respectivamente).

Comparando as equipes (Brasil/Estados Unidos):

Média de pontos: 72,6/77,1

Rebotes de ataque: 15,6/15,6

Rebotes de defesa: 26,4/31,6

Assists: 9,1/15,9

Bolas recuperadas: 13,1/11,2

Bolas perdidas: 12,5/16,8

Com certeza teremos um jogo eletrizante. Mas, independentemente dos resultados, o Brasil pode se considerar vencedor e podemos voltar a ter esperanças em uma nova geração de boas jogadoras.

Vamos torcer.

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Mundial feminino sub 19: Brasil nas quartas

O Brasil avançou para as quartas de final no Mundial Feminino sub 19.

Como primeiro colocado no grupo F, o Brasil enfrentará a Rússia (4a. do grupo E). Os demais confrontos serão: Canadá x Espanha; Japão x Austrália e Estados Unidos x França.

Vencendo a Rússia, o Brasil enfrentará nas semi finais o vencedor de Estados Unidos e França.

Confirmando o que foi colocado nesse blog pelo técnico da seleção brasileira, Luiz Cláudio Tarallo, com exceção da Itália, os favoritos alcançaram as quartas de final. Talvez uma pequena surpresa tenha sido a vitória do Canadá sobre os Estados Unidos, colocando as canadenses na liderança do grupo e proporcionando um possível confronto entre brasileiras e americanas na semi final.

Mas, como dizem por aí, quem quer ser campeão não pode escolher adversários. E o Brasil já demonstrou que está preparado para enfrentar qualquer tipo de obstáculo.

A campanhas de brasileiras e russas depois de seis jogos disputados é a seguinte:

Média de Pontos a favor: Brasil – 72,5; Rússia – 55,2

Média de Pontos contra: 60,7-65,2

% de 2 pts: 40,1% – 42,6%

% de 3 pts: 29,1% – 29,6%

% de L.Livres: 65,8% – 66,4%

Média de rebotes de defesa: 26,3 – 27

Média de rebotes de ataque: 14,5 – 7,8

Média de assists: 9,3 – 10,5

Média de bolas recuperadas: 13,3 – 8

Média de bolas perdidas: 12,8 – 20,3

O Brasil classificou-se com 5 vitórias e 1 derrota, enquanto a Rússia obteve 3 vitórias e 3 derrotas.

Destaque individuais:

Cestinhas: Brasil – Damires (21,0 p/j); Rússia – Tikonenko (11,8)

Rebotes: Brasil – Damires (12,5); Tikonenko (9,5)

Assists: Brasil – Carina (2,5); Rússia – Stolyar (2,2)

Bolas recuperadas: Brasil – Carina (2,7); Kubynina (1,7)

Novamente, o regulamento dos Mundiais pode proporcionar injustiças, fazendo com que equipes com menor número de vitórias possam avançar e chegar ao título. Mas, o regulamento é esse, aceito por todos e o que resta é vencer. E o Brasil está preparado para isto.

Confiamos no trabalho da Comissão Técnica e das meninas para colocar o feminino no lugar que merece.

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Mundial feminino sub19: Brasil avança para a segunda fase

O Brasil passou para a segunda fase do mundial sub 19 feminino com muita tranquilidade, vencendo a Eslovênia, Espanha (atual vice campeã) e Taipei.

As meninas comandadas pelo técnico Luis Cláudio Taralo tiveram uma aproveitamento de 42,8% nos arremessos de 2 pts, 26,3% nos arremessos de três e 64,3% nos lances livres. Nossa média de rebotes foi de 15,3 (ofensivo) e 28,3 (defensivo).  Em assistências nossa média foi de 10,0, nas bolas recuperadas 11,1 e 14,7 nas bolas perdidas.

Os destaques individuais da nossa seleção foram Damires (cestinha com média de 18,3 pts e melhor rebote com 10,3) e Carina (2,7 assists e 2,3 bolas recuperadas).

Na próxima fase o Brasil enfrentará o Chile (1-2), França (2-1) e a Austrália (3-0). Completam o grupo a Espanha e Taipei. Lembrando que nesta fase classificam-se os quatro primeiros países jogando em sistema cruzado com os quatro melhores do grupo formado por Canadá (3-0), Estados Unidos (3-0), Japão (2-1), Itália (2-1), China (1-2) e Rússia (1-2).

O Brasil tem grandes chances de obter uma boa colocação nesta fase (primeiro ou segundo) podendo assim cruzar com equipes, teoricamente, mais fracas e avançar para as semi finais.

Como as informações se restringem a números, devido a não transmissão dos jogos, esperamos que nossas meninas mantenham essa pegada e coloquem o basquetebol feminino no lugar merecido.

Parabéns a toda a comissão técnica e às atletas pelo trabalho realizado até agora. Ele nos dá esperança de termos no futuro equipes femininas de alto nível e com muita força competitiva.

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Mundial Sub 19 Feminino

A partir do dia 21 de julho teremos a disputa do Mundial Sub 19 feminino no Chile.

Dezesseis equipes lutarão pelo título que há três temporadas (2005, 2007 e 2009) pertence aos Estados Unidos. Em 2009, completando o pódio tivemos Espanha em segundo e Argentina em terceiro. Nossa participação foi muito discreta e ficamos somente em nono lugar.

Na atual edição, as dezesseis equipes estão distribuídas em quatro grupos (entre parêntesis a classificação do campeonato de 2009):

A: Canadá (4), China (11), Egito (np), Itália (np)

B: Argentina (3), Japão (np), Rússia (6) e Estados Unidos (1)

C: Austrália (5), Chile (np), França (7) e Nigéria (np)

D: Brasil (9), Taipei (np), Espanha (2) e Eslovênia (np)

O sistema de disputas prevê a classificação de três equipes em cada grupo na fase inicial. Na segunda fase enfrentam-se as equipes dos grupos AxB (formando o grupo E) e CxD (formando o grupo F). Classificam-se as quatro melhores colocadas de cada grupo e na sequência enfrentam-se: 1Ex4F, 2Ex3F, 3Ex2F e 4Ex1F. Os vencedores avançam para as semifinais e finais.

O Brasil terá a seguinte sequência de jogos:

Dia 21 vs.  Espanha; dia 22 vs. Eslovênia e dia 23 vs. Taipei. Neste grupo devem se classificar Brasil, Espanha e Eslovênia.

O Campeonato Mundial sub 19 é disputado desde 1985 e a classificação do Brasil foi a seguinte:

1985 – não participou; 1989 – 8º. ; 1993 – 5º; 1997 – 4º; 2001 – 7º; 2005 – não participou; 2007 – 10º; 2009 – 9º.

Para o Brasil este campeonato tem sido um importante revelador de jogadoras que na sequência participaram da seleção adulta conquistando títulos importantes para o basquetebol feminino do nosso país.

Várias jogadoras que participaram das campanhas vitoriosas do Mundial de 1994 e das medalhas olímpicas de 1996 e 2000 tiveram a oportunidade de jogar em Campeonatos Mundiais sub19:

Helen, Janeth, Adriana Santos,  Simone Pontelo, Roseli, Cintia Luz, Cintia Tuiú, Leila, Silvia Luz, Claudinha, Alessandra, Kelly e Adrianinha.

Outras jogadoras de destaque no basquetebol feminino também passaram por esse Campeonato:

Karla, Micaela, Mamá, Iziane, Erika, Graziane, Fernanda Beling, Silvia Gustavo, Karen, Chuca, Mina, Cintia Luz.

As atletas Damiris e Tássia que disputarão o Campeonato em 2011 estão convocadas para a seleção adulta que disputará o Pré-Olímpico na Colômbia em setembro.

Segundo o técnico da Seleção Brasileira, Luís Cláudio Tarallo, Estados Unidos (atual campeão), Austrália, Espanha (atual vice), França (vice mundial sub 17 com esta equipe que participará do sub 19) e Itália são as equipes mais credenciadas a disputar o título.

Tarallo ainda aponta o Brasil, Eslovênia (que possui a armadora MVP do Campeonato Europeu) e o Canadá, que tem uma equipe muito alta e forte (quarta no último Mundial) como as equipes que poderão surpreender.

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Stress e arbitragem no basquetebol

Seguindo na linha dos estudos sobre stress e basquetebol, apresento neste post um estudo realizado em 2002, como parte de um trabalho de iniciação científica das alunas Fabiana Pereira Pinheiro (atualmente árbitra do quadro da Federação Paulista de Basketball) e Roberta Freitas Lemos,  do curso de Bacharelado em Esporte da Escola de Educação Física e Esporte da USP. O trabalho completo foi publicado na Revista Paulista de Educação Física (2002, v.16, p. 160-173).

O estudo está sendo novamente desenvolvido com outro grupo de árbitros da FPB também como parte de trabalho de iniciação científica da aluna Liz Imyrá Oliveira do Curso de Ciências da Atividade Física da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP.

A arbitragem é, sem dúvida, um dos aspectos mais polêmicos de uma competição esportiva. Citados por atletas e técnicos como os responsáveis por seus insucessos e como fonte de stress durante os jogos, os árbitros têm sido pouco estudados e, portanto, pouco se sabe sobre como eles observam e se sentem nesse processo competitivo e quais as situações de jogo que lhes causam stress.

No estudo desenvolvido em 2002 com 20 oficiais do basquetebol brasileiro (10 árbitros e 10 mesários), todos atuando em nível nacional e internacional, procurou-se identificar quais as situações de jogo eram causadoras de stress.

Foi utilizado o Formulário para Identificação de Situações de Stress no Basquetebol, adaptado para arbitragem. Nesse formulário a escala de respostas varia de 0 (nenhum stress) a 5 (alto stress) e para a obtenção das situações que mais causavam stress nos oficiais foram consideradas as respostas nos níveis 4 e 5. Além disto, foram identificadas as situações de stress mais críticas na carreira desses oficiais.

Os resultados mostraram que as situações envolvendo agressões ou tentativa de agressões foram as mais frequentes, seguidas por situações envolvendo fatores de desempenho no jogo. As situações mais críticas de stress citadas também envolveram as agressões, questões éticas e atuação no jogo.

Essas foram as situações consideradas mais estressantes pelos oficiais que participaram do estudo:

Colega de arbitragem sofrer agressão física

Sofrer agressão física

Cometer erro(s) que provoca(m) a derrota de uma equipe

Cometer erros em momentos decisivos

Atrasar para jogo

Repetir os mesmos erros

Ameaças de agressão física por parte da torcida

Estar atuando abaixo de seu padrão normal

Ameaças de agressão física por parte do técnico

Técnico que incita a violência em quadra

Em relação às situações mais críticas na carreira

 

Agressão/Tentativa de agressão por parte da torcida

Atitude anti-ética de colega de arbitragem

Atuar em jogo importante

Colega sofrer agressão de torcedores

Sair escoltado(a) do ginásio

Cometer erro(s) que provoca(m) a derrota de uma equipe

Tentativa de agressão por parte de dirigente

Cometer erro(s) em momento(s) decisivo(s)

Crítica de companheiro de arbitragem

Espera de resultado de avaliação para árbitro(a) internacional/ mesário(a) especial

Ser suspenso(a) injustamente

O estudo que vem sendo desenvolvido atualmente, ainda incompleto, aponta para as mesmas situações.

A partir dessa análise pretende-se ampliar o conhecimento de alguns aspectos da arbitragem do basquetebol e aplicá-lo ao cotidiano, visando o constante aperfeiçoamento do trabalho desenvolvido pelos árbitros nesta e em outras modalidades esportivas.

Entretanto, ainda são necessários muitos estudos tratando do tema para que se preencha as necessidades existentes nesta área de pesquisa.

Pré Olímpicos · Todos os posts

Um passeio pelos Pré-Olímpicos (parte II): o masculino

Nesta segunda parte de nosso passeio pelos Pré-Olímpicos vamos abordar os torneios masculinos que garantirão mais sete vagas para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, sendo duas para as Américas, duas para a Europa e uma para o continente Africano, uma para o Asiático e uma para a África.

Com duas vagas já asseguradas (Estados Unidos e Grã-Bretanha) e com as sete vagas em jogo, três países lutarão no Pré-Olímpico Mundial, em julho de 2012 em Londres. Para este torneio estarão se enfrentando quatro países europeus, três da América, dois africanos, dois asiáticos e um da Oceania que continuo achando uma tremenda injustiça, pois Austrália e Nova Zelândia sempre terão chances de se classificar, ao contrário de países, principalmente da Europa que não conseguirão essa oportunidade. Mas, o regulamento é este, todos aceitam então vamos à análise. Sessenta e quatro países estarão envolvidos nos Pré-Olímpicos Continentais.

Ásia: 12 países. O torneio será na China, em setembro, e a dona da casa é ampla favorita. Por terem uma maior experiência em competições internacionais, Irã e Líbano podem conseguir as vagas para o Pré-Olímpico Mundial.

África: 16 países. Será em agosto, em Madagascar. Angola, costumeira frequentadora de Mundiais e Jogos Olímpicos deverá ficar com a vaga. Tunísia e Egito deverão passar ao Pré-Olímpico Mundial.

Oceania: 2 países. Austrália será a eterna classificada e Nova Zelândia estará em Londres para o Pré-Olímpico Mundial.

Europa: 24 países. O torneio será em setembro na Lituânia. E este, na minha opinião, será o torneio mais complicado. Primeiro pelo número de países em relação ao número de vagas 23/2 (a Grã-Bretanha participará mas já na condição de classificada). Serão quatro grupos (ranking da FIBA entre parêntesis):

A: Polônia (38), Grã Bretanha (56), Turquia (6), Lituânia (3), Espanha (2), país classificado do torneio pré-classificatório entre Portugal (47), Finlândia (nr) e Hungria (nr)

B: Itália (7), Israel (27), França (14), Letônia (34), Alemanha (12) e Sérvia (8)

C: Bósnia (47), Macedônia (47), Croácia (19), Montenegro (nr), Grécia (4) e segundo país do torneio pré-classificatório

D: Bulgária (42), Geórgia (nr), Rússia (11), Ucrânia (43), Bélgica (nr) e Eslovênia (17)

Classificam-se três países de cada grupo. Em seguida jogam os classificados do grupo AxB e CxD. Para a fase seguinte classificam-se os quatro melhores de cada grupo, com o seguinte cruzamento 1º x 4º ; 2º x 3º ; 3º x 2º e 4º x 1º . Vencedores fazem a semifinal. Os vencedores estarão classificados.

Como se percebe será uma grande pedreira. Qualquer palpite é temeroso. Mas para não fugir da raia aqui vai o meu. Classificam-se direto: Lituânia e Grécia. Vão para o Pré-Olímpico Mundial: Espanha, Turquia, Sérvia e Eslovênia.  Destaco que em um torneio com esse nível a chance de errar é total. Então, perdoem-me se minha previsão falhar.

América: 10 países. De 30 de agosto a 11 de setembro em Mar Del Plata. Serão dois grupos (entre parêntesis a classificação no ranking da FIBA):

A: Canadá (23), Rep. Dominicana (30), Brasil (16), Venezuela (22) e Cuba (nr)

B: Argentina (3), Uruguai (25), Panamá (28), Paraguai (nr) e Porto Rico (15).

Classificam-se os quatro melhores de cada grupo. Na fase seguinte, os classificados enfrentam-se em turno completo (AxB). Os quatro primeiros fazem a semifinal: 1º x 4º  e 2º x 3º . Os vencedores estarão classificados.

Palpite e desejo: Argentina e Brasil.

Para o Pré-Olímpico Mundial: Porto Rico, Canadá e Rep. Dominicana.

Os jogos do Brasil na primeira fase:

30-08 – Venezuela

31-08 – Canadá

02-09 – Rep. Dominicana

03-09 – Cuba

Estatísticas · Mundial Masculino · Todos os posts

Alguns números do Mundial sub 19 masculino

Durante o Campeonato Mundial sub 19 tivemos a oportunidade de observar várias análises sobre a participação do Brasil, muitas delas baseadas somente nos números, já que foram poucas as transmissões dos jogos da nossa seleção.

Ainda nessa linha, muito limitada, este post apresenta alguns números complementares para aqueles que gostam de brincar com as estatísticas.

Um dos fatores limitantes de análises mais profundas baseadas nas estatísticas de jogo é a forma de disputa desses campeonatos, que são curtos e, portanto, não permitem o confronto direto entre todas as seleções envolvidas.

O sistema eliminatório após uma determinada fase do campeonato permite que algumas distorções estatísticas aconteçam, pois, uma equipe pode, a partir de um único jogo, recuperar toda uma fase mal jogada.

Isto não significa que esta equipe não tenha qualidade mas, certamente, aumenta a chance de, em um único jogo, as posições se inverterem.

Caso exemplar foi a Rússia que venceu os Estados Unidos nas quartas de final e eliminou da disputa do título uma equipe que havia perdido um único jogo, enquanto ela, Rússia, já acumulava três derrotas.

Mas, enfim, este era o regulamento e ao concordar com ele, as equipes sabem do risco que estão correndo.

Então vamos a alguns números interessantes:

  • Dos indicadores de jogo apontados pelas estatísticas, a Lituânia (campeão do Mundial) aparece como líder em Pontos por Jogo (90,4), % de 2 pts (54,2), % de L.Livres (75,2), Assists (16,8), Tocos (5,4) e Average (1,28).
  • A Lituânia foi a segunda melhor equipe em Rebotes de Defesa e Total de Rebotes por jogo (29,2; 43,0) e a terceira melhor defesa do campeonato (70,8).
  • Na distribuição dos pontos a Lituânia teve o seguinte comportamento: 59,9 % em bolas de 2 pontos; 19,2 % em bolas de 3 pts e 20,9% em lanceslivres
  • O Brasil teve nos Tocos sua melhor classificação entre os indicadores de jogo (3º ; 4,6). Foi quarto em % de 2pts (52,2%), % de lances-livres (72,8%) e Rebotes de Defesa (25,9).
  • O pior indicador de jogo brasileiro foram as bolas perdidas (14º ) com 16,4 por jogo perdendo apenas da Letônia e Taipei com 16,6 por jogo.
  • Na distribuição dos pontos o Brasil teve 52,7% nas bola de 2; 25,9% nas bolas de 3 e 21,4% nos Lances Livres
  • O Brasil teve média de 78,2 pts por partida (8º) e sofreu 68,8 pts por partida, segunda melhor média, ficando apenas atrás da Austrália (68,1)
  • A pior defesa foi da Korea (92,8 pts), que também teve a pior média em rebotes (6,8 ataque; 16,2 defesa e 23 no total).
  • O rebote foi totalmente dominado pelos americanos: 14,8 ataque, 29,3 defesa e 44,1 no total
  • Para finalizar, os números do Brasil (em média): pts (78,2); pts sofridos (68,8); % 2 (52,2); %3 (32,7); L.Livres (72,8); Rebotes de ataque (10,9); Rebotes de defesa (25,9); Assists (13,6); Bolas recuperadas (7,8); Tocos (4,6); Bolas perdidas (16,4)

Classificação final com número de vitórias e derrotas:

1 – Lituânia – 8/1

2 – Sérvia – 6/3

3 – Rússia – 5/4

4 – Argentina – 5/4

5 – Estados Unidos – 7/2

6 – Austrália – 6/3

7 – Polônia – 5/4

8 – Croácia – 4/5

9 – Brasil – 5/3

10 – Letônia – 4/4

11 – Canadá – 3/5

12 – Egito – 1/7

13 – Korea – 2/3

14 – Tunísia – 1 /4

15 – China – 2/3

16 – Taipei – ¼