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Há 59 anos

Amigos do Basquetebol!

Há 59 anos nascia naquela Rua João Pessoa 500, em São Caetano do Sul, um garoto de uma típica família italiana, classe média, filho de fabricante de calçados e cintos e de dona de casa.

O garoto que frequentava o Externato Santo Antonio, vestindo um aventalzinho (que hoje seria considerado ridículo), jogava bola na rua  de paralelepípedo com seus amigos da Augusto de Toledo e travava grandes clássicos contra a turma da Autonomistas.

O tempo passou e o garotinho em um belo dia foi levado pelo amigo e irmão Sílvio para treinar basquete com o Seu Zé, na sede do São Caetano Esporte Clube. O primeiro treino foi um desastre. Chuva torrencial e a quadra que era externa de cimento e com tabelas de madeira fez com que o treino fosse no único lugar coberto disponível e os arremessos tivessem como alvo os vãos das vigas de madeira do telhado. Aí acho que o garoto pegou o gosto pelo tal basquete.

Os primeiros jogos contra o São Paulo no Morumbi e Pinheiros e assistir aos jogos do timaço do Corinthians da década de 60 foram alimentando o gosto por esse estranho esporte. O garoto foi levado ao Pinheiros pelo saudoso João Francisco Brás, depois de ter passado pelas mãos do Sidão em São Caetano.

Ao mesmo tempo, ele e sua turma do Bonifácio de Carvalho (Nego, Cadado, Lauriano, Piza, Centelhas, Haraldo, Grespan  e outros que a memória teima em não lembrar) barbarizavam nas Olimpíadas Colegiais de S.Caetano. Tri Campeões invictos (1969, 1970 e 1971).

A faculdade de Educação Física e o Tiro de Guerra obrigaram o garoto a abandonar a promissora carreira de armador. Claro que a pouca estatura também contribuiu para que o Brasil perdesse um de seus maiores astros no Basquetebol. Mas o convívio com mestres do esporte (Daiuto, Medalha e Guilmar) fizeram com que o garoto (já um pouquinho mais crescido) nunca deixasse de alimentar a paixão pelo basquetebol.

Depois da faculdade veio a possibilidade de trabalhar com esse esporte maravilhoso, inicialmente no Tamoyo de São Caetano, na Hebraica, Palmeiras (sim, o garoto trabalho no Palmeiras), Pinheiros, Santo Américo, Paineiras e Monte Líbano, locais onde conviveu com grandes treinadores como o Tácito Pinto Filho, Wilson Collin, Ruben Lopez e José Edvar Simões.

Mas foi na Escola de Educação Física da USP que o garoto, agora um jovem professor universitário pode aprimorar seus conhecimentos no esporte da cesta dividindo o trabalho com grandes mestres, especialmente o amigo e irmão Lula Ferreira com quem publicou seu primeiro livro de basquetebol.

Ai vieram outros livros com outros grandes colegas e muitos trabalhos no basquetebol como a organização de eventos nacionais e internacionais e a coordenação das primeiras estatísticas de jogos contribuindo muito para o desenvolvimento desta atividade que hoje é fundamental para o aprimoramento do basquetebol.

A vida acadêmica evoluiu e deu ao jovem, agora já um pouco mais experiente, a oportunidade de passar por todos os setores da universidade: de aluno a diretor de unidade. De auxiliar de ensino a professor titular.

Mas foi o basquetebol que proporcionou ao então profissional já consolidado muitas viagens  nacionais e internacionais, a trabalho ou pelo simples prazer de acompanhar campeonatos e torneios. Três Mundiais e três Jogos Olímpicos, além de torneios internacionais, Pré Olímpicos e Copa América.

A vida daquele jovem que nasceu lá no distante 1953 mudou radicalmente. E muito se deveu ao basquetebol.

Mas é claro que aquele garotinho encontrou respaldo em uma família maravilhosa e que hoje ele vê se consolidar através de seus filhos e noras (e quem sabe logo, logo os netos).

Além do basquetebol, curtiu sua outra paixão esportiva: o Corinthians. Foram muita emoções, algumas frustrações, grandes alegrias. Mas sempre um louco no bando.

Enfim, aquele garotinho da João Pessoa 500 aproveitou, e muito, esses seus primeiros 59 anos de vida. E pretende aproveitar muito mais sempre contando com a participação dos inúmeros amigos que direta ou indiretamente o acompanham no blog, nos artigos e nos livros.

E é por isso que aquele garotinho, nascido em 30 de novembro de 1953 agradece o carinho de todos e quer sempre ter essa companhia.

E agora ele parte rumo aos 60. Sempre com muito amor, carinho, saúde, Corinthians e, é claro, Basquetebol.

Que venham muitas cestas de 3 pontos.

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Estatísticas · NBB · Todos os posts

NBB 5: vai ser dada a largada

Amigos do Basquetebol

Dia 23 de novembro Minas TC x Tijuca darão início a mais uma versão do NBB. Esta iniciativa que tem contribuído demais para o retorno do basquetebol brasileiro ao gosto do público e também para a reafirmação do nosso basquetebol no cenário internacional volta este ano, mas com novidades.

Serão 18 equipes e entre elas quatro estreantes: Basquete Ceará, Palmeiras, Mogi das Cruzes e Suzano. Catorze retornam e entre elas, 10 participaram das quatro edições anteriores: Flamengo, Brasília, Minas, Joinville, Bauru, Franca, Pinheiros, Paulistano, S.José e Vila Velha.

Com três participações temos a equipe de Limeira. Uberlândia participou duas vezes e Sorocaba e Tijuca apenas uma vez  (em 2011/2012).

Das equipes que participaram na temporada passada somente Araraquara não retornará.

Outra novidade é a inclusão do descenso. As duas últimas classificadas no NBB 5 disputarão o direito de permanecer no NBB com as duas equipes finalistas da Copa do Brasil.

Com certeza teremos um campeonato repleto de emoções e de grandes estrelas nacionais e internacionais.

Alguns números

Maior número de jogos: Brasília – 159; Flamengo – 151; Joinville – 146

Maior número de vitórias: Brasília – 117; Flamengo – 113; Joinville e Pinheiros – 83

Melhor aproveitamento geral: Flamengo – 74,8%; Brasília – 73,6%; Uberlândia – 64,4%

Melhor campanha: Flamengo (2008/2009) – 35-4-89,7%

Títulos

2008/2009: Flamengo (vs. Brasília – 3×2)

2009/2010: Brasília (vs.Flamengo – 3×2)

20010/2011: Brasília (vs. Franca – 3×1)

2011/2012: Brasília (vs. São José – jogo único)

Quadro Geral

Clubes Part V D TJ %
Araraquara 4 30 87 117 25,6
Bauru 4 74 58 132 56,1
Brasília 4 117 42 159 73,6
Flamengo 4 113 38 151 74,8
Franca 4 82 56 138 59,4
Joinville 4 83 63 146 56,8
Minas 4 71 59 130 54,6
Paulistano 4 46 73 119 38,7
Pinheiros 4 83 55 138 60,1
São José 4 70 64 134 52,2
Vila Velha 4 25 88 113 22,1
Assis 3 26 59 85 30,6
Limeira 3 48 50 98 49
Saldanha 2 10 44 54 18,5
Uberlândia 2 47 26 73 64,4
Lajeado 1 4 24 28 14,3
Londrina 1 8 18 26 30,8
Sorocaba 1 11 20 31 35,5
Tijuca 1 10 22 32 31,3
Vitória 1 7 21 28 25
Final do NBB 2011/2012 – Casa cheia em Mogi das Cruzes para a final entre Brasília e São José
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Eurobasket 2013: grupos definidos

Amigos do Basquetebol

Foram definidos os grupos da Eurobasket – 2013 que será realizado na Eslovênia, de 4 a 22 de setembro.

São 24 seleções divididas em quatro grupos. Três países de cada grupo classificam-se para as oitavas de final (GA=GB formando o grupo E e GC+GD formando o grupo F).

Os quatro primeiros dos grupos E e F classificam-se jogando no sistema cruzado e os vencedores disputarão as semi-finais.

Os grupos:

A – Ucrânia, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Israel e Bélgica

B – Bósnia e Herzegovina, Sérvia, Lituânia, Montenegro, Letônia e Macedônia

C – Polônia, Eslovênia, Espanha, Croácia, Rep. Tcheca e Geórgia

D – Finlândia, Grécia, Rússia, Itália, Suécia e Turquia

A Espanha é a atual Bi-Campeã (2009/2011) e a maior vencedora é a antiga União Soviética com 14 títulos, seguida pela antiga Yugoslávia com 8 títulos.

Espanha (vice campeã), Rússia (medalha de bronze), França (6o.), Lituânia (8o.) e Grã-Bretanha (9o.) participaram dos Jogos Olímpicos de Londres.

Com certeza teremos outro campeonato espetacular e que valerá a pena acompanhar – http://eurobasket2013.org

 

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Kareem Imortal!

Amigos do Basquetebol

Kareem Abdul Jabbar, nascido em 16 de abril de 1947 Ferdinand Lewis Alcindor, um dos maiores pivôs da história do basquetebol mundial foi imortalizado nesta semana, quando foi inaugurada sua estátua em frente ao Staple Center, atual casa do Los Angeles Lakers.

Kareem é uma lenda. Criou um dos arremessos mais difíceis de serem marcados o “Sky Hook” e sempre fez parte de qualquer seleção dos melhores da NBA em todos os tempo.

Sua carreira é impressionante tanto no Basquetebol Universitário quanto na NBA.

Fez parte da fantástica equipe da UCLA, dirigida por John Woodden, onde atuou de 1966 a 1969 quando foi “draftado” pelo Milwakee Bucks. Na UCLA obteve 3 títulos e foi considerado o melhor jogador universitário em três temporadas.  Sua média de pontos como universitário foi de 26,4 e 15,5 rebotes em 88 jogos. Foi eleito três vezes o MVP do Final Four e duas vezes o “Player of the Year”.

Em 1969 passou a integrar a equipe do Milwakee Bucks (1a. escolha do “draft”), onde realizou 467 jogos e obteve um título na sua primeira temporada. Em 1970 foi eleito o “Roockie of the Year” (melhor calouro do ano).

Em 1975 transferiu-se para o Lakers onde encerrou a carreira em 1989, com 42 anos de idade. No Lakers foram 1093 jogos, totalizando 1560 jogos, o segundo maior da NBA.

Seus números são impressionantes:

1560 jogos

38.387 pontos (o primeiro na NBA) – 24,6 pts/jogo

57.446 minutos (o primeiro na NBA) – 36,8 min/jogo

17.440 rebotes (quarto na NBA) – 11,2 reb/jogo

3189 tocos – 2,1 tocos/jogo

56% de aproveitamento de arremessos

72,1% de aproveitamento de lances-livres

24,6 de eficiência

Nos Play-offs:

237 jogos

5762 pts – 24,1 pts/jogo

10,1 rebotes/jogo

No All-Star Game:

18 vezes (10 no primeiro time)

13,9 pts/jogo

8,3 reb/jogo

Honrarias:

6 títulos (5 com o Lakers e 1 com o Milwakee) – terceiro da NBA

6 vezes MVP

5 vezes All Defensive Team

Nomeado para o Hall of Fame em 1995

Em 1996 foi nomeado um dos 50 maiores jogadores da NBA de todos os tempos

Quem teve o privilégio de vê-lo jogar (pela tv ou ao vivo, como eu tive) jamais esquecerá daquela figura ímpar que dominava o garrafão, trabalhava seu “sky kook” de ambos os lados e distribuia tocos fantásticos.

Parabéns ao Imortal Kareem Abdul Jabbar e muito obrigado por tudo que fez pelo basquetebol.

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O que acontece como nosso basquetebol feminino?

Amigos do Basquetebol

O que acontece com nosso basquetebol feminino?

Leio as notícias nos blogs de colegas e nos jornais (as poucas que saem) e fico cada vez mais abismado com aquilo que elas retratam.

É impressionante a capacidade que as pessoas têm de lidar de forma inadequada com um produto que poderia ser altamente atraente se fosse encarado seriamente e de forma profissional.

Não é possível que uma modalidade que, em épocas das vacas magras do masculino, nos trouxe tantas alegrias (campeã Mundial em 1994, Prata em Atlanta em 1996, bronze em Sydney em 2000) esteja na situação em que se encontra atualmente. Isto sem esquecer de citar as grandes equipes que nos brindavam com maravilhosos espetáculos nas décadas de 60 e 70.

O que acontece? Que respostas nossos dirigentes nos dão para a falta de equipes na base? Quais as justificativas para que os campeonatos sejam cada vez menos atraentes e provoquem o final de equipes tradicionais? Porque não temos mais atletas que possam nos representar nas principais competições internacionais de forma digna?

Faltam dirigentes capacitados? Faltam treinadores capacitados? Faltam atletas comprometidas? Falta divulgação do esporte nas escolas? Falta vontade política para mudar a situação? Falta dinheiro?

Enfim, o que está faltando?

Será que não está na hora de se reunir pessoas que pensem realmente no desenvolvimento do basquetebol feminino e deixem de lado seus próprios anseios para discutir um plano de ação para tirar o feminino deste marasmo?

Vamos esperar chegar ao fundo do poço? Ou vamos entrar na velha balela do Ciclo Olímpico? 2016 já está aí.

Se não houver uma movimentação imediata em 2016 vamos de novo amargar decepções.

No post publicado em 9/2/2011 fiz a seguinte pergunta: Como será o amanhã? Responda quem souber…. e apontei alguns aspectos que, depois de mais de um ano e meio, constato que não foram modificados.

No caso do feminino acho que teremos que reformular a questão:

O que será do basquetebol feminino já? Será que alguém sabe responder?

Colaboradores · Todos os posts

Uma experiência no basquetebol de base espanhol

Amigos do Basquetebol

A colaboração para o Viva o Basquetebol desta vez vem de um atleta de basquetebol que é de São Caetano do Sul e teve a oportunidade de passar por uma interessante experiência no basquetebol de base da Espanha. O relato é do jovem Vinícius Lopez e aqui foi transcrito com a devida autorização de seu pai.

Amigos,

Meu nome é Vinicius lopez, tenho 14 anos e comecei a jogar basquete com 11 anos no intituto Janeth Arcain (em Santo André)

Com 12 anos fui federado pela APABA (Associação de Pais e Amigos do Basqueteol), em Santo André e depois participei de uma peneira no Esporte Clube Pinheiros com a treinadora Thelma Tavernari, renomada técnica de categorias de base no país.

A peneira foi no final do ano de 2010. Treinei as férias todas para poder passar,pois era muito difícil conseguir uma vaga no clube. Mas eu consegui.

O interesse pelo Basquetebol veio através de uma brincadeira em que meu pai começou a girar a bola no dedo e eu comecei a querer aprender.

Já no primeiro campeonato pelo Pinheiros  fomos campeões da Série Prata do Campeonato Paulista Sub 13. No meio do ano (2012) o Pinheiros já tinha uma viagem marcada para os Estados Unidos, para participar de um campus de basquetebol. Para mim era um sonho ir para lá. Só que nesse meio tempo minha avó (que é espanhola) estava com vontade de voltar à Espanha e convidou minha mãe e eu para irmos juntos.

Então veio a vontade de conhecer o Basquete da Espanha que para mim é o melhor do mundo em termos técnicos. Mas como fazer?

Entrei em contato com o prof. Dante que nos indicou uma pessoa na Espanha que tinha sido seu aluno (Otávio Bataglia) e que trabalhava com basquetebol no Clube Asefa Estudiantes de Madrid. Haveria um Campus em Granada (600km de Madrid). Minha avó tem parentes nesses dois lugares e meus pais entraram em contacto com o Estudiantes que prontamente nos ajudaram. Até uma carta convite para o campus nos mandaram pois nessa época estava difícil  entrar na Espanha,(eu ainda não tinha entrado com a documentação para naturalização espanhola). Fomos atrás da documentação  para viajem ,passaporte, autorização de menor,trocar moedas etc.

Esta seria a minha primeira viajem de avião e no Aeroporto de Barajas Madrid fomos recepcionados por parentes e a partir daquele momento senti que estava tendo aulas práticas de Geografia, Matemática,Idiomas etc.

Senti no início que os Espanhóis não tem  um só ídolo, mas sim o próprio País é o seu maior ídolo, já que eles são extremamente patriotas. Percebi um povo educado, a cidade toda arborizada e bem cuidada, o Metrô passa por toda cidade de Madrid e eu não precisei de carro para nada. Prezam pela saúde preventiva, alimentando-se com muito peixe e frutas vinhos e sucos. Eles têm muitos clubes com muitas quadras e praças o que faz com pratiquem muito esporte.

Estava lá na época das férias escolares mas mesmo em férias eles não param com o Basquete ou tem Campus interno  no Club para os pais que trabalham deixarem seus filhos. Em relação aos Clubes , conheci o Clube Mostoles , Fuenlabrada, Leganes,e Estudiantes. Fiz testes em Mostoles e no Estudiantes e nos dois consegui uma vaga.

A estrutura é impressionante: no Estudiantes contei 14 tabelas retráteis,a quadra toda marcada com linhas para diversos exercícios. Lá  ão 3 dias de treino intenso de 1h 30m e um dia de treino especifico. Nas categorias de base os garotos aprendem 3 tipos de  jogadas o que torna o treino e coletivo muito rápidos. Senti um pouco de dificuldade com o idioma no treino pois como é muito rápido , o treinador também fala rápido …. Mas depois peguei o jeito. No Estudiantes tem o técnico e dois assistentes  na quadra observando e corrigindo tudo na hora. Tem equipes Masculina e Feminina

No Infantil  tem 5 (cinco ) equipes  A B C D E  todas com técnicos e assistentes e preparadores físicos e delegados. No Cadete 96/97  são 7 equipes também com técnicos, assistentes e preparadores. No Junior são 8 equipes também com técnico, assistentes e preparadores .

Passado o teste no Estudiantes em Madrid  fui para o Campus do clube em Granada no Centro de Alto Rendimento de Sierra Nevada em Granada. Este centro fica a 2320 metros de altitude e que devido a altitude e clima a estrutura  é usado por atletas  de alto nível de todo mundo de vários esportes. Fiquei nove dias em Sierra Nevada em sistema de albergue.

O dia de treinamento começava às 7h 30m e terminava às 22h 30m com atividades  diversas nas  Piscinas, Campos de Futebol e, é claro, muito basquetebol (todos os dias 2 horas pela manhã e 2 horas à tarde). Nos treinamentos os meninos eram separados das chicas . Os técnicos separaram equipes de 15 pessoas e todos eram avaliados por eles.

Fui avaliado em 42 itens  diferentes. Por exemplo no item arremesso (posição da mão no ato do arremesso, decisão do momento certo do arremesso no jogo, posição de flexão das pernas no ato do arremesso, paradas e saídas, passes e recepção. etc. Consegui uma das melhores avaliações, apesar de treinar com com meninos uma categoria acima da minha. Também consegui me sair muito bem nos todos os torneios de arremesso, vencendo as competições de 3 pontos, lances livres e arremessos da zona morta.
As avaliações são passadas aos atletas por escrito. A minha avaliação mostrava:
– Demonstra Capacidade de Organizar Jogo Coletivo
– Tem um Notável ” Timing” de passe
– Possui uma Ótima seleção de Arremesso.
– Atitude e Energia

Esta experiência serviu para mostrar que nós brasileiros podemos representar muito bem nosso país. Só precisamos de oportunidades e apoio. Tenho um sonho de servir a seleção do nosso país, um dia. Sei que ninguém faz nada sozinho e quem puder ajudar será muito bem vindo.

Obs: os textos são de responsabilidade de seus autores e não sofrem modificações em seu conteúdo

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Euroliga chega ao final do primeiro turno

Amigos do Basquetebol

O Campeonato de Basquetebol Europeu (Euroliga) chegou ao final do primeiro turno. Vinte e quatro equipes disputam a fase inicial divididas em quatro grupos. Real Madrid, Maccabi, Zalguiris e Barcelona são os atuais líderes.

A classificação completa

A – Real Madrid (4-1); Kimki Moscow (3-2); Fenerbaçe (3-2); Cantu (2-3); Panathinaikos (2-3); Ljublijana (1-4)

B – Maccabi (5-0); Unicaja (4-1); Montepaschi (2-3); Alba Berlin (2-3); Elan Chalon (1-4); Asseko (1-4)

C – Zalguiris (5-0); Efes (3-2); Olympiakos (3-2). Milan (2-3); Caja Laboral (1-4); Zagreb (1-4)

D – Barcelona (5-0); CSKA (4-1); Besiktas (3-2); Bramberg (2-3); Lietuvos (1-4); Partizan (1-4)

Lembrando que nesta fase classificam-se os quatro primeiros de cada grupo que serão realocados em dois grupos de oito equipes. Desses dois grupos classificam-se os quatro primeiros que jogarão cruzando 1×4; 2×3; 3×2 e 4×1.

Melhores e piores (médias por jogo)

Pontos (média do campeonato por equipe 76,0)

Montepaschi (86,6) e Real Madrid (84,4)

Lietuvos (67,2) e Partizan (70,2)

Rebotes (média do campeonato por equipe 33,0)

Unicaja (36,6) e Elan Chalon e Real Madrid (36,0)

Fenerbaçe (26,6) e Caja Laboral (29,8)

Assistências (média do campeonato por equipe (14,0)

Khimki Moscow (17,8)

Maccabi (17,0)

Lietuvos (9,8)

Partizan (10,6)

Bolas recuperadas (média do campeonato por equipes 6,0)

Efes (9,6)

Real Madrid (8,0)

Ljbljana (3,2)

Montepaschi (4,0)

Bolas perdidas (média do campeonato por equipes 14,0)

Khimki Moscow (10,2)

Montepaschi (10,8)

Panathinaikos e Asseko (17,2)

Eficiência (média do campeonato por equipes 78,0)

Maccabi (95,0)

Real Madrid (94,4)

Lietuvos (60,4)

Partizan (64,2)

Destaques individuais

Eficiência: Farmar (EFES) – 29,1

Cestinha: Brown (Montepaschi) – 25,8

Rebotes: Baynes (Ljubljiana) – 10,0

Assistências: Blessinger (Asseco) – 6,6

Os brasileiros

Huertas (Barcelona) – 20,4 minutos; 11,0 pts; 3,2 asssits; 2,6 rebotes; 1,8 bolas perdidas; 0,8 bolas recuperadas; 12,4 eficiência

Augusto Lima (Unicaja) – 9,3 minutos; 2,6 pts; 1,8 rebotes; 0,2 assists; 0,8 bolas perdidas; 1,4 eficiência

O segundo turno será iniciado no dia 15 de novembro e os jogos e as estatísticas podem ser acompanhados pelo site http://www.euroleague.net