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Euroliga 2012/2013 – “Top 16”: resumo da 1a. rodada

Amigos do Basquetebol

A fase “Top 16” da Euroliga de basquetebol completou, ontem, a primeira rodada.

Resultados

GE: Alba Berlin 63 x 77 Real Madrid; ; CSKA 90 x 71 Anadolu; Unicaja 85 x 82 Brose; Panathinaikos 67 x 66 Zalguiris

GF: Besiktas 75 x 80 Khimki; Caja Laboral 82 x 74 Olympiakos; Montepaschi 79 x 69 Maccabi; Barcelona 100 x 72 Fenerbaçe

Destaques coletivos

Eficiência: Barcelona 127; CSKA 103

Rebotes: Unicaja 46; Besiktas 37

Assistências: Barcelona 23; Khimki 20

Destaques Individuais:

Eficiência: Tomic (Barcelona) 27, Krstic (CSKA) e Farmar (Anadolu) 25

Cestinhas: Lampe (Caja Laboral) 25; Farmar (Anadolu) 24

Rebotes: Tomic (Barcelona) 11; Erden (Anadolu) 10

Assists: Gavel (Brose) 8; Huertas e Sada (Barcelona) 6

Os brasileiros

Augusto Lima: 5m 39s; 3 pts; 1 reb; 1 b.perdida; 2 efi

Huertas: 17m 30s; 14 pts; 3 reb; 6 ass; 1 b.recuperada; 19 efi

Próxima rodada dias 3 e 4 de janeiro. Acompanhe pelo site http://euroleague.net

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O Feliz Ano Velho do Basquetebol Masculino

Amigos do Basquetebol

Com certeza, vocês devem ter estranhado o título deste post e terem achado que me enganei.

Mas não, não me enganei.

Para o basquetebol masculino brasileiro foi um Feliz Ano Velho.

A volta aos Jogos Olímpicos, por si só, me deixa convicto que tivemos um 2012 muito feliz para o basquetebol masculino brasileiro.

Ver novamente nossa equipe entre as maiores potências mundiais foi gratificante. Alguns podem contestar o resultado (5o. lugar) achando que poderíamos estar disputando medalhas.

Alguns, os mais céticos, podem até dizer que não fizemos nada além da obrigação, com o que não concordo.

Mas ninguém pode negar que o Brasil voltou a ser visto e respeitado. O Brasil voltou a contar com sua força máxima e todos encarando a missão olímpica com muita vontade, seriedade e responsabilidade. E incluo neste comentário todos, sem exceção (dirigentes, comissão técnica, atletas e, até nós, aficionados e que acompanhamos o basquetebol por obrigação ou divertimento).

Para mim foi uma satisfação enorme ver nosso time masculino em Londres (três jogos ao vivo e os demais pela tv), encarando de igual para igual os papões mundiais, mesmo que se avente a possibilidade da famosa “amolecida” dos espanhóis (aliás este é problema deles). Nós fizemos a nossa parte.

E se não fosse aquela última bolinho do russo, com certeza, o destino poderia ser outro. Mas como o “se” não pode ser considerado, o que valeu foi o comportamento dos nossos meninos em quadra (e fora delas) sob  o comando do Ruben Magnano e seu grupo de apoio.

Um fato que, certamente, contribuiu para esse despertar do nosso basquetebol masculino, foi a Liga Nacional de Basquetebol. Com uma gestão profissional, desenvolvida por pessoas extremamente competentes e desprovidas de anseios políticos, a LNB deu uma lição de como se deve organizar e tocar o basquetebol brasileiro.

A manutenção de grandes estrelas, o repatriamento de outras tantas e a vinda de estrangeiros de qualidade, somados a um grupo de treinadores de altíssimo nível e árbitros experientes e competentes a LNB vem promovendo uma melhora considerável nos jogos e nos campeonatos por ela organizados.

A LNB também está promovendo o surgimento de  novas equipes e novos polos de basquetebol. Palmeiras, Mogi, Suzano e o Ceará vêm se juntar às equipes que já fazem parte deste conjunto que promete mexer cada vez mais com nosso basquetebol.

Tudo bem que ainda pecamos nas competições continentais inter-clubes, nas quais ainda não conseguimos quebrar a hegemonia dos argentinos. Mas acredito que isto acontecerá em breve.

Além de tudo isto, a LNB ainda preocupa-se com o desenvolvimento de jovens atletas com a realização da Liga de Desenvolvimento que, com certeza, mostrará ao público futuros valores que integrarão  no futuro suas equipes principais e, quem sabe nossas seleções de base a, até mesmo, nossa equipe principal.

Posso ser até chamado de ufanista. Mas eu acredito no nosso basquetebol.

Acredito que com gestões mais aprimorada (tanto em nível nacional, quanto em nível estadual), nossos campeonatos de base acontecerão com maior qualidade, nossa Escola Nacional de Treinadores terá o reconhecimento que ela merece e o nosso feminino voltará a nos trazer prazer e grandes resultados.

Por isso que volto a insistir que o título deste post não foi um engano ou erro de digitação. Espero que este Feliz Ano Velho nos traga um Ano Novo com um basquetebol muito melhor e que nos faça vibrar com suas conquistas nos importantes torneios que teremos pela frente.

Abraço a todos e um Feliz Ano Novo!

O basquetebol masculino volta aos Jogos Olímpicos
O basquetebol masculino volta aos Jogos Olímpicos
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Euroliga: fator mando de jogo

Amigos do Basquetebol

Passado o Natal retornamos com mais notícias da Euroliga que recomeça amanhã em sua fase “top 16”.

Neste post mostrarei os números da competição relacionando-os ao fator mando de jogo.

Em várias competições o número de vitórias dos mandantes gira em torno dos 63%. Na fase de classificação da Euroliga tivemos 120 jogos com 73 vitorias dos mandantes (61%) e 47 vitórias dos visitantes (39%).

A média dos resultados foi de 81,0 x 69,9. A média dos resultados dos Mandantes foi de 80,8 x 69,9, enquanto dos visitantes foi de 81,4 x 69,8

Em relação à diferença de pontos tivemos o seguinte quadro (diferença de pontos = total de número de jogos/mandantes/visitantes)

1-3 = 29/20/9

4-10 = 39/19/20

11-20 = 37/23/14

21-30 = 11/7/4

> 30 = 4/3/1

Nenhuma equipe manteve a invencibilidade jogando em sua casa. Já como visitante Barcelona (9-1) e CSKA (9-1) mantiveram-se invictos (5-0) com um detalhe interessante, no confronto direto entre eles uma vitória cada, exatamente na casa do adversário.

As equipes com melhores campanhas foram Zalguiris, Olympiakos, Maccabi e Unicaja, todos com 8-2 (4-1 como mandantes e 4-1 como visitantes).

Outros dados

Melhores ataques: Montepaschi (87,9); Real Madrid (83,2); Maccabi (81,0); Zalguiris (80,4) e Olympiakos (78,8)

Melhores defesas: Barcelona (63,6); Zalguiris (69,3); CSKA (70,9); Unicaja (71,5) e Panathinaikos (72,2)

Melhor average (pontos feitos/pontos sofridos): Barcelona (1,216); Zalguiris (1,160); Maccabi (1,144); Real Madrid (1,131) e CSKA (1,104)

Melhores Campanhas: Barcelona e CSKA (9-1); Maccabi, Unicaja, Zalguiris e Olympiakos (8-2); Real Madrid (7-3); Khimki, Panathinaikos (6-4); Montepaschi, Anadolu, Fenerbaçe e Besiktas (5-5)

A fase “top 16” começa amanhã – 27 de dezembro e pode ser acompanhada pelo site http://euroleague.net

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Euroliga: números da fase classificatória

Amigos do Basquetebol

Apresento alguns números da fase de classificação da Euroliga de Basquetebol.

Equipes

Índice de Eficiência: Maccabi – 93,7; Real Madrid – 93,0; Barcelona – 91,6 (média do campeonato = 78,0)

Pontos: Montepaschi – 87,9; Real Madrid – 83,2; Maccabi – 81,0 (média = 75,0)

Rebotes: Panathinaikos – 36,4; Unicaja – 36,2; Real Madrid – 36,0 (média = 33,0)

Assists: Montepaschi – 17,9; Khimki – 17,7; Maccabi – 16,5 (média = 14,0)

Bolas Recuperadas: Anadolu – 8,5; Maccabi – 8,2; Barcelona – 8,0 (média = 6,0)

Bolas Perdidas: Cantu – 10,8; Montepaschi –  11,6; Fenerbaçe – 12,1 (média = 14,0)

% 2 pontos: Panathinaikos – 58,1; Barcelona – 57,8; Zalguiris – 55,3 (média = 51,1)

% 3 pontos: Montepaschi – 43,3; Milan – 39,8; Maccabi – 39,8 (média = 35,7)

% Lances- Livres: Montepaschi – 79,8; Zalgiris – 79,2; Caja Laboral – 79,2 (média = 73,1)

Individuais

Índice de Eficiência: Bouroussis (Milan) – 18,9; Baynes (Ljubljiana) – 18,2; Spanoulis (Olympiakos) – 17,7

Cestinhas: Brown (Montepaschi) – 19,5; Langford (Milan) – 17,0; Machbar (Brose) – 16,8

Rebotes: Baynes (Ljubljiana) – 9,8; Bourossis (Milan) – 8,3; Williams (Ela Chalon) – 7,6

Assists: Diamantidis (Panathinaikos) – 6,3; Spanoulis (Olympiakos) – 5,9; Brown (Montepaschi) – 5,7

Os Brasileiros

Huertas: 19,2 min; 9,3 pts; 2,1 reb; 2,7 ass; 1,1 brec; 1,9 bperd; 10,6 efi

Augusto: 10,3 min; 3,5 pts; 2,7 reb; 0,2 ass; 0,8 rec; 3,3 efi

 

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Euroliga: definida a próxima fase

Amigos do Basquetebol

Estão definidos os grupos para a próxima fase da Euroliga de Basquetebol.

Nesta fase, as equipes foram divididas em dois grupos de oito nos quais os quatro primeiros classificados de cada grupo disputarão os playoffs no sistema de cruzamento (1×4; 2×3; 3×2 e 4×1). Esta fase acontecerá de 27 de dezembro a 5 de abril com jogos de ida e volta.

Os playoffs ocorrerão de 9 a 25 de abril de 2013 e o “Final Four” será jogado de 10 a 12 de maio em Londres. Os ingressos para o “Final Four” já estão à venda no site da Euroliga http://euroleague .net e os preços variam de 160,00 a 595,00 euros para todo o torneio.

Os grupos:

A: Real Madrid (ESP), Zalguiris (LIT), Unicaja (ESP), CSKA (RUS), Panathinaikos (GRE), Anadolou (TUR), Alba (ALE), Brose (ALE)

B: Maccabi (ISR), Barcelona (ESP), Khimri (RUS), Olympiakos (GRE), MOntepaschi (ITA), Besiktas (TUR), Fenerbaçe (TUR), Caja Laboral (ESP).

As melhores campanhas da primeira fase foram do Barcelona e CSKA com 9 vitórias e 1 derrota, seguidos por Maccabi, Unicaja, Zalguiris e Olympiakos com 8 vitórias e 2 derrotas.

A Espanha terá 4 representantes; Turquia 3; Grécia, Rússia e Alemanha 2; Itália, Israel e Lituânia 1. As ausências mais sentidas serão as equipes da Sérvia e Croácia que não obtiveram boas campanhas na primeira fase.

Títulos

Das equipes classificadas o Real Madrid é a maior detentora de títulos (8), seguida do CSKA e Maccabi (5), Barcelona e Olympiakos (2) e Zalguiris (1).

Realmente será um belíssimo campeonato que vale a pena acompanhar.

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Ensinando o atleta a lidar com a pressão

Amigos do Basquetebol
Neste post Carla Di Pierro (Psicóloga do esporte do Time Brasil COB e coordenadora do curso de especialização em Psicologia do Esporte do Núcleo Paradigma – São Paulo), abordará um tema muito recorrente nos meios competitivos: como um atleta deve lidar com a pressão.
O esporte de alto rendimento tem no nome seu objetivo: rendimento.
O atleta e sua equipe precisam render vitórias, quebra de recordes, emoção para sua torcida e visibilidade para seu patrocinador e a performance do atleta é a única capaz de realizar tudo isso.

As cobranças pelo resultado são muitas e vêm de diferentes fontes desde o treinador, a torcida, o clube, os dirigentes, o patrocinador até a família. Mas muitas vezes a maior cobrança vem do próprio atleta, que quer com todas as forças ser o melhor, que persegue obsessivamente o acerto e a perfeição e doa sua juventude para isso.

Sim, os atletas são jovens, na maioria das vezes começam crianças, e na adolescência estão completamente envolvidos nas idas e vindas dos treinos, na alimentação regrada e no sono contado. Viajam, mas para competir, e relaxam num único day off, que às vezes acontece mensalmente. Mas na maioria dos casos descanso mesmo é nas férias (uma semana no ano está bom?) antes da pré-temporada, momento que começa a preparação para o início de mais um ano em busca por resultados melhores.

Após investir toda a adolescência, fase de transição na nossa cultura para preparar melhor a criança para enfrentar as responsabilidades da vida adulta, o atleta chega à categoria profissional. É quando a cobrança aumenta. Já que ele é adulto e profissional deve estar preparado para enfrentar qualquer adversário, obstáculo ou pressão de onde vier, certo?

Sim e não, eu explico.

Sim, porque o atleta profissional deve ter a habilidade de lidar com pressão. Esta habilidade é determinante para que ele possa colocar em prática sua técnica na hora da competição, para equilibrar seus ânimos quando é exigido pela torcida ou quando é desafiado pelos seus adversários e para lidar com a dor e cansaço promovidos pela dura rotina de treinamento.

Não, porque o atleta, apesar de ser exigido como alguém que deve estar preparado para tudo o que vier não é uma máquina de resultados, é uma pessoa que tem uma história, e que dedicou boa parte dela ao esporte.

A maioria desconhece a rotina do atleta de alto rendimento pois o que mais aparece ao público em geral são apenas algumas das consequências da alta performance: fama, vitória e sucesso. Por trás desses resultados há também fracassos, tentativas e erros e um processo longo, desenhado através de uma história que começou a ser escrita quando ele foi concebido e mais tarde quando a criança ou o adolescente escolhe por uma modalidade esportiva, ou quando escolhem por ele, já que na maior parte das vezes a escolha dos pais e o apoio deles é decisivo para que ele se torne um atleta.

É a partir do momento da escolha pela vida de atleta que a criança e o adolescente se envolvem com uma vida diferente dos colegas, mais restrita aos treinos e ao ambiente da modalidade escolhida e abdica de uma vida social “normal”.

Para qualquer pessoa desenvolver qualquer habilidade ela precisa de treino e isso é uma das coisas que difere as pessoas comuns dos atletas. Além do que chamam de talento, os atletas precisam treinar duro e por isso treinam muito desde cedo e isso os faz diferente. Mas o treino físico desenvolve a habilidades físicas e o treino técnico as habilidades técnicas. Mas o que desenvolve a habilidade de enfrentar pressão? E de solucionar problemas?

Para enfrentar pressão precisamos lidar com os sentimentos e as emoções que ela provoca, pensar, raciocinar e decidir como enfrentá-la e isso também precisa de treino.

A resolução de um problema não se dá apenas através do pensamento ou raciocínio internamente.É um processo que ocorre a partir de uma aprendizagem. Aquilo que aprendo em uma situação anterior posso usar, em parte, o que funcionou para resolver um novo problema. Sendo assim a resolução de problemas não é interna e nem aleatória , ela depende de uma história de aprendizado do atleta, ninguém neste caso pode fazer por ele.

Muitas vezes focados no treino físico, técnico e tático, o atleta pouco desenvolve e pratica suas habilidades psicológicas e sociais. Ele tem pouco tempo para gastar com este aprendizado que só acontece quando ele se expõe nas relações com o mundo, quando precisa decidir, opinar, quando precisa se relacionar e olhar para si mesmo. Por quê gastar tempo com isso se ele pode treinar?

Porque observar sensações e sentimentos e saber o que fazer com eles é treinar auto-conhecimento, é um treino para a vida. Quanto mais o atleta se conhece, mais sabe o que quer de verdade e aonde quer chegar, mesmo que isto custe abdicar de algumas coisas. E treinar como resolver problemas é ganhar autonomia emocional, é ter liberdade de escolha, ter opinião e força para tomar decisões e enfrentar a cobrança venha de onde vier.

Esta não é uma lição de casa apenas para os atletas, mas para todos envolvidos com o esporte que acompanham atletas no dia-a-dia e o ajudam na construção desta história. São essas pessoas envolvidas no desenvolvimento do atleta os maiores facilitadores desta aprendizagem, mas para que aconteça precisam estar abertos à ela.

carla@carladipierro.com.br
Obs: os textos são de inteira responsabilidade de seus autores e não sofrem qualquer modificação em seu conteúdo.
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Euroliga em tempo de definições

Amigos do Basquetebol

A Euroliga, maior campeonato de clubes do mundo, chega em sua reta final. Faltando uma rodada para o término da primeira fase, e 13 equipes já garantiram sua passagem para a próxima fase.

No grupo A, Panathinaikos (6-3), Real Madrid (6-3) e Khimry Moscow (5-4) estão com  a classificação garantida. A última vaga do grupo ficará entre Fenerbaçe (4-5) e Cantu (3-6) que travarão confronto direto em Istambul.

No grupo B as coisas já estão definidas. Classificaram-se Maccabi e Unicaja (7-2), Montepaschi (5-4) e Alba Berlin (4-5).

Pelo grupo C Zalguiris e Olympiakos (7-2) e Anadolou Efes (5-4) garantiram a classificação. A última vaga será disputada pela Caja Laboral (3-6) que enfrentará o Zagreb em sua casa e o Milan (3-6) que terá pela frente o Olympiakos na casa do adversário.

Pelo grupo D o Barcelona (9-0), CSKA (8-1) e o Besiktas (4-5) passaram para a próxima fase. Os três times que completam o grupo brigarão pela última vaga. O confronto mais importante será o do Partizan x Brose, ambos com 3-6. Lietuvos (3-6) terá pela frente o Besiktas em Istambul.

Barcelona, único invicto
Barcelona, único invicto

Lembrando que para a fase dos “top 16” as equipes serão divididas em dois grupos de 8 e os quatro primeiro de cada grupo avançarão para os “play-offs”.

A rodada decisiva será realizada no dia 13 de dezembro.