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Euroliga “Top 16”: última rodada vai pegar fogo

Amigos do Basquetebol

No próximo dia 4 de abril será disputada a 14a. e última rodada da fase “Top 16” da Euroliga de basquetebol. O bicho vai pegar.

Os resultados da última rodada envolvendo os times já classificados do grupo E e os que buscam a classificação pelo grupo F, deixaram muitas definições para a última rodada.

Resultados:

GE: CSKA 81 x 72 Real Madrid; Anadolu 64 x 70 Unicaja; Bose 60 x 82 Panathinaikos

GF: Maccabi 101 x 58 Besiktas; Khimki 82 x 86 Caja Laboral; Fenerbahçe 73 x 78 Olympiakos; Montepascni 69 x 77 Barcelona

Classificação atual

GE: CSKA (10-3); Real Madrid (9-4); Panathinaikos (9-4); Anadolu (9-4) todos classificados. Alba e Zalguiris não têm qualquer chance de classificação.

GF: Barcelona (12-1) classificado; Maccabi (8-5); Olympiakos (8-5); Khimki (7-6); Caja Laboral (7-6); Montepaschi (7-6). Fenerbahçe e Bsiktas estão fora de qualquer disputa.

Próxima rodada e possibilidades:

Como se vê pela classificação dos grupos a próxima rodada vai definir a ordem de classificação do GE e os três outros classificados do GF

Os jogos importantes:

GE: Panathinaikos x CSKA e Real Madrid e Anadolu.

Perspectivas:

– vitória do CSKA e do Real – CSKA 1o. Real 2o. e empate na 3a. colocação (saldo de cestas)

– vitória do CSKA e do Anadolu – CSKA em primeiro e tríplice empate no 2o. lugar

–  vitória do Panathinaikos e do Real – Anadolu ficaria em quarto e haveria tríplice empate no 1o. lugar

– vitória do Panathinaikos e do Anadolu – CSKA e Panathinaios em 1o. e Anadolu e Real Madrid em segundo

GF: Olympiakos x Khimki; Caja laboral  x Montepaschi; Barcelona x Maccabi

Perspectivas: neste grupo as combinações podem ser as mais variadas por isto as coisas são mais complicadas. De maneira geral podemos entender que se os times da casa vencerem a classificação ficaria assim: 1 – Barcelona, 2 – Olympiakos (9-5), 3/4 – Maccabi  e Caja Laboral (8-6).

Se os visitantes vencerem o Barcelona continua em primeiro (12-2), Maccabi em segundo (9-5) e um tríplice empate para as duas últimas vagas que seriam decididas no saldo de cestas:  Olympiakos, Khimki e Montepaschi (8-6). Esta situação eliminaria o Caja Laboral.

Enfim, vale acompanhar. Será uma rodada eletrizante.

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O Basquete e suas dificuldades.

Amigos do Basquetebol

Trago um novo texto do mestre Wlamir. Sem cerimônias, confesso que me apoderei deste texto, assim como do anterior.  Quem é do basquetebol (e quem não é também) não podem deixar de ler.

O BASQUETE E AS SUAS DIFICULDADES
Jogar basquete é como tocar um instrumento musical de difícil execução.
Qualquer pessoa pode entrar em uma quadra e tentar jogar basquete. Logo percebe que não saber jogar é um tormento. No basquete não há lugar para o penetra. Quem sabe jogar joga, quem não sabe sofre, ninguém engana. Mas vale a tentativa, é um aprendizado de vida.
Brinco dizendo que o basquete é uma modalidade esportiva cujo objetivo principal é marcar pontos, onde os arremessos são feitos com uma bola grande na direção de um espaço pequeno. O pior é que do outro lado tem 5 indivíduos mal encarados, não querendo que isso aconteça.
Já repararam que nas modalidades objetivando gols, a bola é sempre muito menor em relação ao alvo ? Falo do futsal, futebol e handebol. Todos estes possuem alvos muito maiores que a bola, no basquete não.
Afirmar que as dificuldades são maiores por causa do tamanho da bola não é verdade. Ainda mais tratando-se do futebol, quando um chute a gol não possui a mesma precisão de um arremesso à cesta.
Conhecemos as dificuldades do esporte. Não é tão fácil criar conceitos para mais ou para menos se transferirmos essas dificuldades para o alto nível. Não é por aí o meu raciocínio. Mas posso afirmar que o domínio completo dos fundamentos do basquete levam anos e anos para serem apreendidos. Notamos que para uma grande maioria de jogadores, esses fundamentos não se completaram.
O basquete possui 3 fundamentos básicos que mais se destacam : o drible, o passe e o arremesso. Sem o domínio completo desses fundamentos, não há como jogar corretamente. Lembro filosoficamente que o basquete não é uma modalidade esportiva cujo vencedor é o que acerta mais, mas o que erra menos.
Observem atentamente que alguns jogadores erram muito. Erram o que ? Nas devidas proporções, os dribles ficam em uma escala secundária de erros. É o fundamento de mais fácil execução e assimilação. Os passes estão cada vez mais carregados de erros ao enfrentarem defesas fortes e truculentas. Esses erros já foram menores.
O arremesso é o fundamento mais complexo do jogo. Arremessar bem é o calcanhar de Aquiles do jogador de basquete. É o fundamento com maior numero de erros. Muitas vezes com erros previstos e outros mal calculados.
O arremesso é uma busca pessoal. Na pedagogia podemos mostrar aos jovens um modelo único de arremesso. Ao final cada um tem o seu. São características natas do ser humano.
Digo que o arremesso é um complicado caso de amor. Cheio de dengos e desejos, mas sempre traindo. Quantas vezes ele engana, quantas vezes ele abençoa. O arremesso é um eterno namoro do homem com a bola. Como na vida, sempre muito difícil.

Obs: os textos são de inteira responsabilidade de seus autores e não sofrem qualquer modificação no seu conteúdo.

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200.000

Amigos do Basquetebol

Domingo, 24 de março, 10:40h. Abro meu blog e vejo nas estatísticas – 199.944 acessos. Começo a escrever este post e quando este post estiver no ar, provavelmente já teremos atingido ou estaremos muito próximos de atingir os 200.000 acessos.

O que começou como uma “brincadeira” para tentar levar alguma informação sobre o Campeonato Mundial Masculino de 2010 assumiu proporções que eu nunca poderia imaginar. O que era para terminar no dia 12 de setembro de 2010 teve prosseguimento com muitos outros assuntos, além do basquetebol.

Foram 460 posts entre artigos científicos, sugestões de leituras, muitas histórias para resgatar a memória do basquetebol e de nossos ídolos, estatísticas, campeonatos pelo mundo, Jogos Olímpicos,  NBB, opiniões deste autor, dicas de turismo, entrevistas e grandes colaborações de gente que conhece muito de esporte.

Tive a honra de ter um timaço de colaboradores, que emprestaram sua competência, sabedoria e experiência para tornar o blog mais atraente: José Medalha, Rodrigo Kanbach, Miguel Palmier, Jorge Knijik, Mônica Albuquerque, Urbano Sacramento, Cássio Miranda Meira Jr., Marcelo Massa, Sílvia Deschamps, Vinícius Lopez, Jorge Bento, Marisa Bianco, Carla Di Pierro, Raul Milliet Filho, Maurízio Mondoni, Alcir Ferrer, Wlamir Marques e Sérgio Domenini.

Também tive o privilégio de entrevistar grandes figuras do nosso basquetebol e também colher opiniões sobre a participação do Brasil em eventos internacionais: Lula Ferreira, Guerrinha, Cadum, Ruben Magnano, Marquinhos Abdalla, Rolando Ferreira, Laerte Gomes, Elzinha Pacheco, Kátia Araújo, Benedito Cícero (Paulista), Paulo Bassul, Miguel Ângelo da Luz, Antonio Carlos Barbosa, Adriana Santos, João Nunes, Wlamir Marques, Sérgio Macarrão, Luiz Cláudio Menon, José Medalha, Nilo Guimarães, Carlos Renato dos Santos, Laís Elena e Fausto Giannecchini.

Além disto, pude contar com os comentários de muitos amigos, discutindo os assuntos de forma séria e com o objetivo também de contribuir para o desenvolvimento do basquetebol.

Mas nada disto aconteceria sem a participação de todos vocês seguidores,  a quem considero verdadeiros amigos e que dispõem de um tempinho para ler o blog.

E é por todos vocês que  o “Viva o Basquetebol” reafirma seus objetivos de sempre tentar trazer informações sobre o basquetebol e/ou sobre qualquer manifestação esportiva que mereça nossa atenção.

Grande abraço a todos, Muito Obrigado e

VIVA O BASQUETEBOL!

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Euroliga “top 16”: reta final

Amigos do Basquetebol

Faltando duas rodadas para o encerramento da fase “Top 16” da Euroliga o grupo E já tem seus classificados e no grupo F somente o Barcelona tem sua vaga garantida para as quartas de finais.

Com os resultados da 12a. rodada, o Barcelona (11-1) que venceu o Caja Laboral (6-6) garantiu o primeiro lugar do grupo. A derrota do Montepaschi (7-5) contra o lanterna Besiktas (1-11); a vitória do Maccabi (7-5) sobre o Olympiakos (7-5, em Atenas e a vitória do Khimki (7-5) sobre o Fenerbahçe (3-9) deixou as três vagas restantes em aberto.

Na próxima rodada O Maccabi poderá consolidar sua classificação ao enfrentar o Besiktas em Tel-Aviv. Outro que tem grande chance de se classificar é o Khimki que enfrentará o Caja Laboral em Moscou. Já o Olympiakos tem uma dura partida em Istambul ao enfrentar o Fenerbahçe e o Montepaschi enfrentará o lider Barcelona em solo italiano. A rodada promete nesse grupo.

Já no grupo E as coisas estão mais tranquilas, pois a próxima rodada servirá para definir as posições do grupo. Real Madrid, CSKA e Anadolu (9-3) e Panathinaikos (8-4) já garantiram suas classificações. O grande jogo acontecerá em Moscou – CSKA x Real Madrid.

Na 12a. rodada o Real foi surpreendido em casa pelo Panathinaikos, enquanto que Zalguiris venceu o Anadolu e o CSKA surpreendeu o Unicaja na casa do adversário. Brose e Alba fizeram um jogo para cumprir tabela e a equipe do Alba saiu-se vencedora.

Como curiosidade, os confrontos com a classificação atual seriam:

CSKA x Olympiakos; Real Madrid x Maccabi; Anadolu x Khimki e Panathinaikos x Barcelona.

A próxima rodada acontecerá nos dias 28 e 29 de março.

 

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Saudades dos “Malucos Beleza”.

Amigos do Basquetebol

Neste post trago a colaboração do amigo Sérgio Domenici, Gerente Executivo da Liga Nacional de Basquetebol.

Em primeiro lugar quero agradecer ao Professor Dante a oportunidade de estar no “Viva o Basquetebol”, assim mesmo, com basquetebol sendo grafado por inteiro, como deve ser. Não tenho o hábito de escrever crônicas ou qualquer outro tipo de coisa que não seja, exclusivamente, textos técnicos e oficiosos, estes que sequer podem ser chamados de literatura. Por isso, minhas desculpas antecipadas por eventuais deslizes ou pela falta de prática.

Recebi a incumbência de falar sobre o Novo Basquete Brasil, a Liga e o basquetebol. Deixando-os de lado por enquanto, me remeto a uma época especialmente viva em nossa cultura. Recentemente assisti mais uma vez o ótimo documentário sobre o Raul Seixas, idealizado e produzido pelo Dênis Feijão que, para os basqueteiros, serve a referência de ser filho do Affini, que aqui neste blog, dispensa comentários.

Os 128 minutos do material nos remetem a uma época de grande efervescência criativa em todo o mundo, inclusive aqui pelas nossas bandas. Contestava-se tudo, ousavam, criavam, sugeriam. A juventude não tinha medo do novo, buscava por ele. Como Raul, não queriam ser iguais a nada e nem ser “mais um tijolo no muro”. Mesmo muitas vezes perdendo-se nos exageros e devaneios dos tresloucados, pecavam somente por fazer algo novo ou, estranhamente, pregar a paz e o amor. Raul deixou este mundo como Elis, Janis, Hendrix, Jim Morrison, Elvis e agora como Cássia Eller, Michael Jackson e Chorão.

Assim como os “malucos beleza” dos anos 60, em 1959, tínhamos um grupo de geniais e intrépidos jovens que não se contentaram com o papel de coadjuvantes e, sem pedir licença, foram lá e cravaram o Brasil como a melhor seleção de basquetebol do planeta. Sob a batuta do mestre Kanela, Wlamir, Amaury, Rosa Branca e Cia. mostraram pro mundo: Yes, nós temos basquete.

As mudanças que vemos hoje, os avanços e visão de futuro são, nada mais nada menos, o ideal destas gerações que fizeram os anos 60 e 70. Estes criativos, que agora insistem em nos deixar prematuramente e sem permissão, como Steve Jobs, só para contrariarem como sempre fizeram, deixam um grande buraco que me faz temer pela nova era da igualdade que surge, feita numa linha de produção em massa que não respeita nada, só o dinheiro. Vivemos os tempos dos carros e roupas cinza, dos tênis de molas, do celular, da batida repetida do hip hop e o Facebook, este que só afasta, ao transformar abraços apertados em mensagens do eu para eu.

E o que isso tem a ver com o basquetebol ou com o NBB? Nada, ou tudo.

A Liga Nacional de Basquete surgiu da necessidade da união dos Clubes, da vontade de fazer o novo e ser pioneira em um modelo de gestão ainda inédito no Brasil. Nela, os próprios clubes decidem seu destino, fazem suas regras, compartilham seus problemas e anseios, seus erros e acertos buscando sempre o que é melhor para todos e para a modalidade. A vanguarda, a ética e a transparência, o respeito ao próximo, a coerência, a união e a vontade de fazer o melhor tem sido uma constante na visão dos dirigentes que abraçaram o projeto de forma altruísta e abnegada, colocando o interesse comum e da modalidade à frente do seu próprio.

É isso que a Liga faz hoje, mostra que não temos barreiras para evoluirmos e reconquistarmos o que já foi da bola laranja. O que isso tem de novo? Nada, tudo.

Obs: os textos são de responsabilidade de seus autores e não sofrem qualquer modificação em seu conteúdo.

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March Madness – finais da NCAA

Amigos do Basquetebol

“March Madness” é o nome dado pelos norte-americanos para a semana que dá início às finais do basquetebol universitário.

Sessenta e quatro equipes começarão a disputa pelo título universitário do melhor basquetebol do mundo.

Essas 64 equipes são escolhidas a partir de suas campanhas nas 32 conferências espalhadas pelo país e que reunem, ao todo, 347 equipes. Portanto, podemos esperar disputas acirradas pois elas são o que há de melhor naquele basquetebol.

Nos últimos dez anos apenas quatro das 32 conferência fizeram os campeões:

Atlantic Coast Conference – North Carolina (2); Duke e Maryland (1)

Southeastern Conference – Flórida (2) e Kentucky (1 – o último campeão)

Big East Conference – Connecticut (2)

Big 12 Conference – Kansas (1)

O basquetebol da NCAA é disputado desde 1939 e a primeira campeã foi a U. Oregon. Mas a grande vencedora é a UCLA (U. California Los Angeles) que conquistou 11 vezes o título máximo, sendo que sete deles, consecutivamente nas décadas de 60/70 sob o comando do lendário John Wooden que também é o técnico com o maior número de títulos da NCAA – 10.

Seguem a UCLA – Kentucky (6); North Carolina (5); Kansas, Indiana e Duke (4).

Os técnicos com o maior número de títulos depois de Wooden são: Coach K (Duke) e Adolph Rupp (Kentucky) – 4; Bobby Knight (Indiana) e Jim Calhoun (Connecticut) – 3.

Apenas quatro equipes conseguiram o título de forma invicta:

UCLA – 1964 (30-0), 1967 (30-0), 1972 (30-0) e 1973 (30-0)

U.San Francisco – 1956 (29-0)

North Carolina – 1957 (32-0)

Indiana – 1976 (32-0)

Kansas, em 1988, foi a Universidade que obteve o título com o maior número de derrotas – 27-11, seguida por Villanova (1985 – 25-10), North Carolina (1983 – 26-10), Indiana (1981 – 26-9) e Connecticut (2011 – 32-9).

Pelos rankings utilizados para classificação das equipes Gonzaga, Duke, Indiana, Louisville, Georgetown, Michigan, Michigan State e Kansas ocupam as oito primeiras colocações e que devem definir os cabeças de chaves.

A tabela completa dos jogos eliminatórios pode ser acompanhada pelo site http://www.ncaa.com/interactive-bracket/basketball-men/d1

 

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Euroliga “Top 16”: definindo as classificações

Amigos do Basquetebol

Ontem foi encerrada a 11a. rodada do “Top 16” da Euroliga.

O Barcelona  (10-1) de Huertas confirmou sua classificação ao derrotar o lanterna do grupo F, Besiktas  (0-11) por 86×61 e deverá confirmar a liderança do grupo na próxima rodada quando enfrentará em casa o Caja Laboral (6-5) que precisará vencer para continuar tendo chances de classificação.

A surpresa da rodada, no grupo E, ficou por conta da vitória do Unicaja (6-5) sobre o Real Madrid (9-2), em Madrid, por 77 x 74, mantendo as chances do Unicaja na competição. O Real, apesar da derrota divide a liderança com o Anadolu (9-2) que venceu o Brose (0-11) por 89 x 86.

Na próxima rodada o Real enfrenta em casa o Panathinaikos (7-4) que briga pela classificação depois de ter derrotado o Alba (2-9) time já eliminado.

No grupo E as maiores chances de classificação, além de Real e Anadolu (praticamente classificados) estão com o CSKA (8-3), Panathinaikos (7-4) e Unicaja (6-5). O confronto entre Unicaja e CSKA promete grandes emoções e definirá uma das vagas.

No grupo F, o Barcelona está tranquilo na primeira colocação, enquanto que Montepaschi (7-4) e Olympiakos (7-4), Khimki, Maccabi e Caja Laboral (6-5) farão uma batalha homérica pelas três vagas restantes. O jogo que chama mais a atenção na próxima rodada é Olympiakos x Maccabi. Khimki e Montepaschi não terão dificuldades em vencer, respectivamente, Fenerbahçe e Besiktas.

Destaque coletivos da 11a. rodada

Eficiência: Barcelona – 111; Anadolu – 101

Rebotes: Montepaschi e Olympiakos – 43; Anadolu – 42

Assists: Barcelona – 25; Caja Laboral – 20

Destaques individuais:

Eficiência: Zoric (Unicaja) – 33; Hichman (Maccabi) – 28

Cestinhas: Hichman (Maccabi) – 30; Farmar (Anadolu) – 29

Rebotes: Zoric (Unicaja) -12; Lucas (anadolu) e Hines (Olympiakos) – 11

Assists: Lucas (anadolu) – 11; Planinic (Khimki) e Diamanthidis (Panathinaiklos) – 9

Os brasileiros:

Huertas – 24m; 6 pts; 2 reb; 6 ass; 13 efi

Rafael: 13:30m; 6p; 2 reb; 5 efi

Augusto: 5:50m; 2p; 2 efi

Próxima rodada – 20, 21 e 22 de março