Formação Esportiva

Como formar um bom esportista – parte 2

Amigos do Basquetebol

Apresento mais algumas considerações sobre o tema, sintetizadas do livro “Como formar un buen deportista” de autoria de Enric M.Sebastian Obrador e Domingo Blázquez Sanchez (Ed. INDE, 2012).

– As estratégias didáticas utilizadas em um processo de ensino-aprendizagem baseado em competências devem contribuir para a consecução  de aprendizagens relevantes que incluem a reflexão e a análise sobre o trabalho realizado;

– Se pretendemos ensinar baseado em competências, devemos incitar o aprendiz a, cada vez mais, decidir quais são as atuações a seguir para melhorar e adquirir novas aprendizagens. A isto chamamos de autonomia;

– a capacidade de conhecer e planejar as atividades pelo aprendiz, assim como transferir a novas situações aquilo que já foi aprendido chama-se “metacognição”;

– Em um processo de metacognição aparecem as seguintes perguntas: o que tenho que fazer?; qual minha resposta inicial?; o que fiz de errado?; por que fiz errado?; o que devo fazer para melhorar?

– O processo ensino- aprendizagem baseado em competências e na metodologia ativa tem um ciclo: 1 – atividades de exploração; 2 – atividades de introdução de procedimentos; 3 – Atividades de estruturação dos esquemas de atuação; 4 – Atividades de aplicação a diferentes situações.

– Exploração – Análise da situação: orientadas a promover a identificação do problema e a formular as possíveis soluções. Nela o aprendiz tem a oportunidade de ter uma primeira visão global e simples do que o treinador quer que ele aprenda;

– Introdução de procedimentos – esquemas de atuação: favorecem a identificação de novos pontos de vista em relação ao que vai ser aprendido, formas de resolver os problemas e definir as relações entre as aprendizagens anteriores e as novas;

– Estruturação dos esquemas – aprendizagem dos esquemas de atuação: o processo para ajudar o jovem a construir a aprendizagem é guiado pelo treinador. Mas a síntese ou ajustes pessoais, são feitos pelo aprendiz. Portanto, a tarefa do treinador não é só de mostrar modelos, mas sim ajudar os jovens a criar seus próprios modelos de atuação;

– Aplicação a diferentes situações: a aprendizagem para ser significativa deve proporcionar ao jovem a oportunidade de aplicar seus novos conhecimentos a situações e contextos distintos.

Continua em novo post

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