Formação Esportiva

Como formar um bom esportista – parte 3

Amigos do Basquetebol

Trago neste post a última parte de um breve resumo de alguns pontos que são muito interessantes e que foram extraídos do Livro “Como formar un buen desportista” .

– Apesar de nos treinos não se poder colocar os atletas frente a situações reais, podemos simular da forma mais fiel possível à realidade do jogo;

– Uma aprendizagem não deve acontecer mecanicamente, mas em função de circunstâncias reais e de cada uma das variáveis que possa surgir em um jogo. Portanto, devemos ensinar o atleta a analisar e reinterpretar as possíveis variáveis que condicionam o uso de um esquema ou de outro;

– Para os atletas, cada nova situação é uma nova aprendizagem. O desafio é encontrar conexões cognitivas que facilitem a transferência de uma situação para outra;

– A aprendizagem baseada em competências requer uma nova forma de pensar a avaliação do desempenho do atleta:

– a avaliação deve prever dificuldades que possam surgir

– ela deve levar os atletas a utilizar seus conhecimentos e habilidades em diferentes situações

– a avaliação orienta o programa e pode (ou deve) gerar mudanças no processo de aprendizagem

– uma avaliação deve ser composta de várias técnicas e instrumentos

– os métodos quantitativos usados para se avaliar o desempenho não são suficientes para se ter uma visão global do processo. Muitas vezes temos que utilizar técnicas de observação que permitam informar ao atletas sobre seus progressos e falhas

– a observação permite ao técnico ter informação constante que lhe permite ajustar o processo ou modificar estratégias

é importante criar instrumentos para registrar as observações para que dados importantes não sejam esquecido ou até mesmo perdidos.

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