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NCAA: Final Four

Amigos do Basquetebol

A NCAA chega ao seu ponto culminante. Nos dias 5 e 7 de abril (sábado e segunda-feira) teremos a disputa do Final Four.

As quatro equipes classificadas e os respectivos jogos são: Flórida x Connecticut e Wisconsin x Kentucky.

Para que vocês conheçam as possibilidades vamos a um breve relato sobre cada uma dessas equipes:

Flórida  – terminou a temporada regular com 32-2 em em 1o. na Southeastern Conference.. Participou de 5 edições do Final Four, obtendo os títulos em 2006 e 2207 e um vice campeonato.

Connecticut – terminou em 3o. na American Athletic Conference com 26-8. Foi três vezes campeã, sendo a última em 2011 e esta será sua quinta presença no Final Four.

Wisconsin – 26-7 na temporada regular, 2o. na Big Ten, faz sua terceira aparição no Final Four. Conquistou o título em 1941.

Kentucky – 2o. na Southeastern Conference com 24-10. É a equipe, entre as quatro finalistas, com mais aparições no Final Four (14 vezes), 8 títulos e dois vices. Uma das equipes mais tradicionais do basquetebol universitário norte-americano.

Com certeza teremos jogos sensacionais. Meu palpite (que não deve ser levado em conta, pois não acerto um) é final entre Flórida x Kentucky.

Curiosidades do Final Four e da NCAA

O torneio de Basquetebol da NCAA é disputado desde 1939. Seu primeiro campeão foi U.Oregon que vendeu Ohio State na final.

De 1939 a 1950 as finais (March Madness) eram disputadas por 8 equipes. De 1951 a 1974 as finais tiveram vários formatos (21, 23, 24 e 25 equipes), mas sempre com jogos eliminatórios. Em 197532 equipes disputaram as finais, perdurando esse número até 1979. Em 1980 o número de equipes passou a 48 e, em 1985 foi aumentado para 64, fórmula que perdura até hoje.

Outra curiosidade é que entre 1946 e 1981 havia a disputa pelo terceiro lugar, jogo que foi abolido depois desta data.

Em 7 oportunidades a final foi decidida na prorrogação. O menor resultado aconteceu em em 1941, quando Wisconsin venceu Washigton State por 39-34. Já o maior resultado aconteceu em 1990, na vitória da Universidade Nevada Las Vegas sobre Duke, 103-73. Esta também foi a maior diferença em jogos finais da NCAA.

 

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Palmeiras: um gigante também no basquete

Amigos do Basquetebol

Neste post trago um pouco da história de um dos gigantes do Basquetebol Brasileiro: a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Essa história nos é contada pelo jornalista e historiador Fernando Razzo Galuppo que tem o maior arquivo sobre o basquetebol alvi-verde. É uma história muito bonita repleta de fatos interessantes, títulos, grandes atletas e técnicos.

Vamos a ela.

O departamento de “bola ao cesto” da Sociedade Esportiva Palmeiras foi fundado em 1923, pelos associados Nicolino Spina e Estevam J. Stratta, os quais foram grandes pioneiros e mentores no desenvolvimento deste esporte, não apenas no seio do clube, mas em todo o país no início dos anos 20.

Este foi o segundo esporte coletivo a ser introduzido no clube, atrás apenas do futebol que já militava com grande prestígio no cenário esportivo.

No dia 24 de abril de 1924, a S.E. Palmeiras – que se chamava Palestra Itália – junto com C.A. Paulistano, Espéria, Associação Cristã de Moços e Associação Atlética São Paulo fundaram a Federação Paulista de Basquete, a fim de organizar as primeiras competições interclubes.

Oscar Paolillo e Estevam Stratta foram os primeiros atletas do Palestra Itália a vestirem a camisa da Seleção Paulista de Basquete em partida amistosa realizada em novembro de 1925.

Nestes primeiros  tempos, o Palmeiras firmou-se como a primeira grande dinastia do basquete, ao vencer sete títulos paulista em apenas oito anos de atividades deste esporte, possibilitando grande impulso e desenvolvimento para o esporte na década de 20 e 30.

Este feito fez com que em 1934 a equipe principal de basquete masculino do Palmeiras representasse o Brasil no campeonato sul-americano de seleções disputado em Buenos Aires, na Argentina, onde obteve a honrosa terceira colocação.

Em 1935 o Verdão tornou a representar a seleção brasileira no sul-americano de seleções disputado no Rio de Janeiro, possibilitando ao Palmeiras ser um dos únicos clubes no país a conseguir tal feito, ou seja, representar o país em competições internacionais.

Neste período, criou-se uma expressão popular entre os torcedores palmeirenses: “É com o pé, é com a mão, o Palestra é Campeão!!!”, em alusão aos feitos gloriosos das equipes de futebol e basquete que reinaram absolutas nas competições esportivas das quais tomavam parte.

Devido a Segunda Guerra Mundial na década de 40, a diretoria do Palmeiras, pressionada pelas forças governamentais e seus regulamentos e leis, se viu obrigada a adequar-se a uma nova realidade, relegando muitos esportes amadores que já gozavam de tradição e glórias, entre os quais o basquete. Isto atrasou o progresso do esporte no clube, mas não apagou a chama de seus adeptos.

Sua retomada ao primeiro escalão do basquete ocorreu no fim da década de 50 e início da década de 60, fruto de um trabalho árduo das diversas diretorias, perdurando num patamar de excelência esportiva até o início dos anos 80. Durante este período, venceu os principais títulos que disputou e revelou inúmeros atletas de destaque nacional.

Da década de 80 em diante, devido as transformações econômicas do país que afetaram diretamente a esfera esportiva, somado ao apoio restrito do setor privado, houve uma mudança de mentalidade na gestão do Basquete da S.E. Palmeiras,  focando-se suas atenções num trabalho intensivo nas categorias de base do clube, a fim de formar novos talentos para o esporte.

Atualmente, a equipe adulta masculina de basquete do Palmeiras disputa o Campeonato Paulista e o Novo Basquete Brasil.

ÍDOLOS

Grandes atletas nacionais e internacionais foram formados ou atuaram pelo Palmeiras nestes mais de 80 anos de atividades do basquete verde e branco. A seguir, uma breve relação destes grandes ídolos:

Oscar Américo Paolillo – década de 30 – foi o primeiro grande ídolo do Basquete Palmeirense que alcançou projeção nacional. Era o espelho de todo garoto que pensava em um dia ser jogador de basquete nos idos tempos. Sua contribuição e de sua família para o desenvolvimento deste esporte no Brasil é de um valor inestimável.

Milton Setrini Júnior “Carioquinha” – década de 60 – foi uma das principais revelações do basquete palmeirense. Craque de categoria insuperável e técnica indiscutível, foi um dos grandes responsáveis pelos títulos e conquistas nos anos 60 e 70, projetando o Palmeiras entre as principais equipes do país.

Oscar Daniel Bezerra Schmidt – década de 70 – uma das maiores revelações da história do basquete da S.E. Palmeiras e do esporte nacional, o “mão santa” Oscar é reconhecido pelo “Hall of Fame” do basquete internacional nos Estados Unidos como o melhor jogador sul-americano e por todos os brasileiros como um dos principais ídolos da modalidade. Ingressou na categoria infantil do Palmeiras em 1974 quando tinha apenas 16 anos. Entre tantos feitos, sagrou-se Campeão Brasileiro em 1977 pelo clube.

Leandro Barbosa – década de 90 – Leandrinho, jogador da equipe norte-americana  do Phoenix Suns e que hoje faz sucesso na NBA, principal liga de basquete no mundo, iniciou a sua carreira atuando nas fileiras do Palmeiras em 1999.

– Carioquinha, Laerte Gomes, Hélio Rubens, Mosquito, Rosa Branca, Vitor, Ubiratan, Peninha, Renzo, Edson Bispo, Paulinho Vilas Boas, Zé Geraldo, Edvar Simões, Walter de Souza, Jathyr, Menon, Guido, Ghermann, Gonzalez, Haddad, Paulinho Villas Boas, Chuí, Cadum, Marcel, Álvaro são outros tantos grandes nomes do esporte, que defenderam a equipe da Sociedade Esportiva Palmeiras ao longo dos tempos.

Aluíso “Lula” Ferreira trabalhou durante mais de uma década como treinador do Palmeiras revelando inúmeros talentos para o esporte brasileiro.

Moacir Biondi Daiuto, João Francisco Braz, Mario Amâncio, Wlamir Marques, Kanela são outros grandes treinadores que trabalharam no Palmeiras e que deixaram legados preciosos para o basquete nacional.

 TÍTULOS

O Departamento de Basquete do Palmeiras possui mais de 400 conquistas entre campeonatos, torneios e taças, nas mais diversas categorias desenvolvidas pelo clube nestes mais de 80 anos de atividade. Eis uma breve relação contendo as Principais Conquistas da S.E. Palmeiras na Categoria Masculina Adulta ao longo de sua existência:

Copa Interamericana de Basquete – 1974

Campeonato Brasileiro de Basquete Masculino – 1977

Campeão Copa Brasil Sudeste – 2012

Campeão do Torneio Rio São Paulo – 1933, 1958, 1959, 1962 (invicto)

Campeonato Paulista de Basquete Masculino

1928, 1929, 1931, 1932, 1933, 1934 (invicto), 1935, 1958, 1972, 1974 (invicto), 1975, 1976

Campeonato Estadual de Basquete Masculino – 1931, 1932, 1933, 1934, 1935, 1958, 1961, 1963, 1972, 1974

Campeonato Estadual de Basquete Masculino A-2 – 2011

Torneio Início do Campeonato Paulista de Basquete Masculino – 1930, 1931, 1933, 1934, 1935

Torneio de Preparação da FPB – 1943, 1958, 1960, 1963, 1964, 1968, 1972, 1973, 1976, 1977

Campeonato Popular de Basquete da Gazeta Esportiva – 1935

Torneio Jubileu de Prata de Londrina – 1958

Torneio Eficiência Delfino Facchina – 1960

Torneio Internacional Argentina-Uruguai – 1966

Torneio Afonso Paulino – 1967

Torneio de Aniversário da FPB – 1976

Palestra nos anos 30 - Foto do arquivo de Fernando Galuppo.
Palestra nos anos 30 – Foto do arquivo de Fernando Galuppo.
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NCAA: Sweet Sixteen com muita gente boa de fora

Amigos do Basquetebol

Terminou neste final de semana a primeira fase das finais do Universitário Americano.

E muitas zebras passearam pelo torneio. A maior delas foi a eliminação da invicta e favoritíssima Wichita State (34-0) que perdeu para a tradicional Kentucky.

Outros gigantes também ficaram de fora e o destaque foi a eliminação de Duke logo na primeira rodada para a pouco conhecida Mercer. Juntaram-se a Duke, North Carolina, Virginia Commonwelth, Kansas, Syracuse, Oklahoma e Cincinatti.

Agora somente 16 equipes brigarão pelas tão sonhadas quatro vagas que as levarão ao Final Four que será disputado  de 5 a 7 de abril.

Os jogos serão os seguintes (por região)

Sul: Flórida (#1) x UCLA (#4) e Dayton (#11) x Stanford (#10)

Leste: Virgínia (#1) x Michigan State (#4) e Iowa State (#3) x Connecticut (#7)

Sul x Leste farão uma das semis no final four

Oeste: Arizona (#1) x San Diego State (#4) e Baylor (#8) x Wisconsin (#2)

Meio Oeste: Kentucky (#8) x Louisville (#4) e Tennessee (#11) x Michigan (#2)

Os jogos acontecerão nos dias 27, 28 e 29 de março.

Vejam a tabela completa e torçam para suas equipes preferidas.

http://i.turner.ncaa.com/dr/ncaa/ncaa7/release/sites/default/files/external/printable-bracket/2014/bracket-ncaa.pdf

Go UCLA!!!

 

 

Opinião do autor

Show do basquete brasileiro e sensação de dever cumprido

Amigos do Basquetebol

Ontem (22 de março) presenciei um dos maiores espetáculos do basquetebol brasileiro. A final da Liga das Américas entre Flamengo e Pinheiros.

Há muito tempo não via um ginásio lotado e uma torcida tão vibrante. E na quadra duas equipes jogando um basquetebol de alto nível, mostrando que o nosso basquetebol tem grandes atletas, grandes técnicos e tem todas as condições de estar no topo do cenário internacional.

Jogo disputadíssimo. Muito equilíbrio. Alternâncias no placar e muita vibração.

Falar da qualidade de atletas como Shammell, Smith, Marcelinho, Olivinha, Marquinhos e Meinsse é chover no molhado. O que me deixou muito feliz foi ver os garotos da LDB brilhando. Gegê pelo Flamengo e Umberto pelo Pinheiros foram peças decisivas para a campanha das duas equipes na Liga das Américas. Além deles, Lucas, Caboclo, Douglas, Chupeta, Danielzinho e Felício também tiveram participação fundamental durante todo o campeonato.

Show a parte foi a torcida do Flamengo. Vibrante o jogo todo, jogando junto com o time e dando um espetáculo maravilhoso em um Maracananzinho digno de receber competições internacionais.

Mas o que mais me deixou feliz foi ratificar o sucesso de uma pessoa que com sua competência e seriedade tem se tornado um dos melhores técnicos do basquetebol brasileiro e com muita justiça conseguir um título importante. Refiro-me ao José Neto. E minha felicidade se dá pelo fato do Neto ter sido meu aluno na EEFEUSP, monitor da disciplina de Basquetebol e ter assumido seu primeiro emprego no basquetebol (escolinha do Paulistano) por indicação minha.

Acho que acertei. Acho que cumpri meu dever. Ver o discípulo suplantar o mestre é uma das melhores coisas na vida de quem trabalha com a formação de pessoas.

Valeu Neto, meu aluno, meu afilhado, meu amigo e agora, meu mestre também.

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March Madness: começa o show o Basquetebol Universitário Norte-Americano

Amigos do Basquetebol

Hoje (dia 20) começa o show do basquetebol universitário Norte-Americano. O chamado “March Madness” que reúne as 64 melhores equipes universitárias dos Estados Unidos.

Neste ano o Final Four será disputado na North Texas University (5 a 7 de abril). Para chegar lá as equipes enfrentam uma maratona de jogos eliminatórios.

Os cabeças de chave nesta competição são: Florida (Sul), Virgínia (Leste), Arizona (oeste) e Wichita State (meio oeste). No ano passado os quatro finalistas foram Louisville (campeão), U.Michigan (vice), Syracuse e Wichita State.

Três destas equipes medirão forças no mesmo torneio regional – meio oeste – Wichita State (#1), Michigan (#2) e Luoisville (4). Syracuse estará no torneio do sul onde ocupa a 3a. posição.

Um pouco de história

O torneio da NCAA é disputado desde 1939 e o primeiro campeão foi a U.Oregon. De lá para cá mais 33 universidade conquistaram o título do mais importante torneio de basquetebol dos Estados Unidos (fora NBA).

A UCLA do lendário John Woodden é a maior vencedora com 12 títulos. Segue Kentucky com 7, North Carolina e Indiana 5, Duke 4, Lousville, Kansas e Connecticut 3, Florida, Michigan State, San Franciso, North Carolina State, Cincinatti o Oklahoma State 2. E com um título temos as seguintes universidades: Syracuse, Maryland, Arozona, Arkansas, Califórnia State, La Salle, Utah, Wyoming, Oregon, Las Vegas, Michigan, Villanova, Georgetown,Marquette, Loyola, Ohio State, CCNY, Holly Cross, Stanford e Wisconsin.

Com certeza será um torneio empolgante e como sempre as zebras aparecerão (as chamadas “Cinderellas”). Eu costuma dar meus palpites e tenho errado muito. Mas não custa continuar tentando. Meus finalistas serão: UCLA, Michigan State, Arizona e Duke. E o campeão será minha querida UCLA que não vê título desde 1995. É claro que o coração falou mais alto.

Uma das lenda´rias equipes da UCLA da década de 60. Ao centro o então Lew Alcindor que se tornaria Kareem Abdul Jabbar, um dos maiores jogadores da NBA de todos os tempos.
Uma das lendárias equipes da UCLA da década de 60. Ao centro o então Lew Alcindor que se tornaria Kareem Abdul Jabbar, um dos maiores jogadores da NBA de todos os tempos.
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Mundial Feminino: opinião de quem conhece

Amigos do Basquetebol

Com o sorteio dos grupos para o Mundial Feminino que será realizado na Turquia de 27 de setembro a 5 de outubro.

O Brasil estreia no dia 27 contra a Rep. Tcheca, joga dia 28 contra a Espanha e no dia 30 enfrenta o Japão. Lembrando que pelo novo regulamento o campeão de cada grupo vai direto para as quartas de finais. Os 2o. e 3o. colocados se enfrentam para definir os adversários dos campeões dos grupo (a tabela completa do campeonato pode ser consultada no site – http://fiba.com/downloads/fe/2014/FWCW/2014_FIBA_WC_Women_Draw_Results.pdf).

O grupo do Brasil (A) enfrentará os classificados do grupo B (Moçambique, Turquia, França e Canadá).

Para comentar sobre o grupo brasileiro e nossas possibilidades no Mundial, trago a opinião de técnicos, atletas e jornalistas muito ligados ao basquetebol feminino.

Antonio Carlos Barbosa 

“O grupo do Brasil está bem equilibrado! Há um leve favoristismo da Espanha em relação as outras três equipes.Entre Brasil-R.Tcheca e Japão tudo pode acontecer! O basquete feminino em nível mundial,a meu ver,passa por período de transição,aonde com o mal momemto da Russia vemos a volta da Espanha como força ao lado da França,Australia se mantem e USA disparadamente a melhor equipe.Vejo o Brasil com chances de passar para a próxima fase,embora repita muito equilibrado.A propalada renovação deve ser feita muito criteriosamente,em não trocar a experiente pelo novo.”

Miguel Ângelo da Luz 

“Acho que o adversário mais difícil será a Espanha que ocupa a sétima posição do ranking mundial. Acredito que temos chance de vencer a Rep. Tcheca, mas será um jogo muito difícil e sobre o Japão somos favoritos. A possibilidade de classificação para próxima fase é real. Vamos torcer.”

Cintia Luz

“Creio que o Brasil terá uma caminhada dura pois é um Mundial, mas acredito que o Zanon já está estruturando a equipe brasileira. Afinal enfrentaremos duas campeãs europeias. O Brasil para conseguir avançar na competição terá que treinar muito , fazer amistosos com seleções fortes e implantar um jogo de muita coletividade e que as nossas meninas saibam que só poderemos ter êxito com uma defesa muito efetiva e um jogo de ataque coletivo eficiente. Boa sorte à comissão técnica e a todas as jogadoras estarei na torcida BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”

Magic Paula (Campeã Mundial na Austrália em 1994 e Medalha de Prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996)

“Grupo difícil e precisamos fazer um bom trabalho de preparação para pensar seguir em frente.”

Frederico Batalha 

“Com o trabalho que vem sendo implementado pelo técnico Luiz Zanon, mesclando jogadoras experientes com algumas mais jovens, creio que o Brasil possa formar um grupo em condições de brigar por coisas grandes neste Campeonato Mundial. Temos a possibilidade de contar com atletas da qualidade das pivôs Érika de Souza e Nádia Colhado (Sport Recife), Clarissa dos Santos e Damiris Dantas (Americana), entre outras jogadoras das demais posições que estão conseguindo excelente desempenho na Liga de Basquete Feminino (LBF) – 2013/14, competição que cresceu de nível nesta temporada e assumiu um papel importante na reestruturação do basquete feminino nacional. Com relação ao grupo, creio que o selecionado nacional tem totais condições de brigar pelo primeiro lugar, pois a Espanha é sempre um adversário difícil e a República Tcheca pode complicar. Porém a nossa seleção já atingiu um estágio que nos faz acreditar que possa passar por estas duas nações. Já diante do Japão, creio que não teremos maiores dificuldades. Eu prefiro assumir sempre uma postura otimista, quando se é possível, é claro. No caso do nosso selecionado feminino, existe essa chance e a minha torcida, pelas jogadoras e pela comissão técnica, não irá faltar, já que todos que militam no basquetebol sabem o quão importante é para o crescimento interno, um resultado internacional expressivo da equipe que representa o País.”

Antonio Carlos Vendramini

Acho que Brasil, Espanha e Rep. Tcheca farão jogos muito equilibrados. Bem preparados, podemos sair em primeiro, junto com França, Austrália e Estados Unidos.”

Helen Luz

“Eu acredito que a chave do Brasil é a mais equilibrada de todas. A República Tcheca vem de uma renovação, e algumas atletas que foram prata no ultimo mundial já não fazem parte da equipe. A Espanha passa pela mesma situação. Sem a presença da grande referência, Amaia Valdemoro, a equipe perde na liderança e na experiência, atributos fundamentais para um mundial. O Japão é a famosa escola asiática que o Brasil tem sempre dificuldades em enfrentar e conta com uma grande anotadora (Yuco Oga). A nossa equipe tem atletas com experiência real, caso da Erika, Adrianinha, Iziane, e jogadoras que ainda não alcançaram esse nível de maturidade esportiva. Espero uma boa preparação do Brasil e que muitos jogos amistosos sejam feitos, principalmente para que as atletas menos experientes possam evoluir e dessa maneira contribuir no campeonato.”

Hermes Balbino

“O Brasil está em uma chave em que tem boas chances de passar à frente para seguir na disputa.
A República Tcheca, nosso adversário de estréia, deve estar ainda na energia de motivação que esteve em alta na última competição mundial, pois foram as anfitriãs. Como jogam agora fora de casa, talvez o desempenho não possa mais ficar somente na obrigação de jogar bem ao defender seu território, como foi no último Mundial. Precisam fazer mais que isso para enfrentar nossa equipe. Desconfio que ela não estão com jogo para isso. Daí que acredito muito em uma boa estréia de nossa Seleção Feminina, para abrir os caminhos e estabelecer um clima de confiança para nossas meninas.
A Espanha, última campeã européia, deve ser um adversário difícil, como é de se esperar. E aqui que devemos supreender. Nada melhor do que atuar contra quem pode se posicionar como a equipe mais forte; as espanholas, se entrarem com salto alto, serão surpreendidas por Érica e companhia. Se nossas meninas entrarem para praticar o jogo que sabem, estou certo de que faremos um grande jogo, pois essa equipe tem muita gana para enfrentar adversários com as características da Espanha. Já imagino aqui as meninas lutando intensamente para ganhar cada centímetro nas disputas de garrafão.
O útlimo adversário, o Japão, será o indicador de nossas possibilidades futuras na competição. Especialistas em criar dificuldades para qualquer adversário com suas movimentações rápidas na ofensiva, em movimentos que acabam com infiltrações ou chutes para tripla pontuação, as japonesas fadigam qualquer equipe com sua persistência e volume de jogo. Será preciso paciência e atitude para quebrar o ritmo hipnótico que as orientais tentam impor a quem se opõe a seus intentos. Jogo para se definir no último quarto, com muita ação das nossas pivôs nos rebotes defensivos e nas ações ofensivas. Um resultado positivo para nossa equipe seguir em frente na competição é uma aposta para se concretizar em 30 de setembro.”
Fátima Aparecida da Silva 
O grupo do Brasil, conta com equipes renomadas e com títulos em seus continentes. Acredito que o Brasil chegará preparado para enfrentar as equipes e conseguirá a classificação para a outra fase.
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Mundial Feminino: definidos os grupos

Amigos do Basquetebol

Foram definidos, neste sábado, os grupos para o Campeonato Mundial Feminino de Basquetebol que será realizado na Turquia de 27 de setembro a 5 de outubro.

Dos países participantes somente os Estados Unidos com 8 conquistas, Brasil e Austrália com uma conquista cada já foram Campeões Mundiais. Com a surpreendente ausência da Rússia, uma das grandes forças do basquetebol mundial, as dezesseis equipes participantes foram assim distribuídas (entre parêntesis na ordem estão a posição atual no ranking da FIBA, , colocação em 2010 e números de participações nos mundiais):

GA: Brasil (7o., 9o., 15); Japão (17o., np, 11); Espanha (6o., 3o., 5); Rep. Tcheca (5o.,  2o., 2)

GB: Moçambique (38o.,  np, 0); Turquia (13o., np, 0); França (4o., 6o., 8); Canadá (9o.; 12o., 9)

GC: Coreia (11o., 8o., 14); Cuba (14o., np, 10); Austrália (2o., 5o., 13); Belarrússia (10o., 4o., 1)

GD: Sérvia (29o., np, 0); China (8o., 13o., 8); Estados Unidos (1o., 1o., 15); Angola (20o., np, 0)

O sistema de disputas neste ano será totalmente diferente das versões anteriores. Os primeiros colocados de cada grupo estarão, automaticamente, classificados para as quartas de finais. O campeão do GA enfrentará o vencedor de 2C x 3D. O campeão do GB enfrentará o vencedor de 2D x 3C. Os vencedores desses confrontos farão uma das semi finais.

Já o campeão do GC enfrentará 2A x 3B e o campeão do GD enfrentará 2B x 3A. Os vencedores desses confrontos farão a outra semifinal. Os perdedores desses confrontos disputarão de 5o  a 8o lugares.

Em relação às adversárias do Brasil, nossa campanha em mundiais é a seguinte: Espanha (1v – 3d); Rep. Tcheca (1v – 1d) e Japão (7v – 1d)

Segundo a opinião do experiente técnico Antonio Carlos Barbosa ” O grupo do Brasil está bem equilibrado! Há um leve favoristismo da Espanha em relação as outras três equipes.Entre Brasil-R.Tcheca e Japão tudo pode acontecer! O basquete feminino em nível mundial,a meu ver,passa por período de transição,aonde com o mal momemto da Russia vemos a volta da Espanha como força ao lado da França,Australia se mantem e USA disparadamente a melhor equipe.Vejo o Brasil com chances de passar para a próxima fase,embora repita muito equilibrado.A propalada renovação deve ser feita muito criteriosamente,em não trocar a experiente pelo novo!”.

Vamos torcer. Nos próximos posts vamos conhecer um pouco mais das nossas adversárias e levar mais opiniões sobre as chances do Brasil neste mundial.