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Classificações e jogos definidos. Brasil pega a França

Amigos do Basquetebol

Após a terceira rodada foram definidos os países que obtiveram a vaga direta para as quartas de finais e o cruzamento dos jogos para as oitavas de final.

Na rodada de hoje tivemos:

GA: Brasil 79 x 56 Japão; Espanha 67 x 43

GB: Turquia 63 x 52 Moçambique; França 63 x 59 Canadá

GC: Austrália 87 x 45 Belarrússia; Cuba 61 x 50 Coreia

GD: Sérvia 65 x 63 China; EUA 119 x 44 Angola

Espanha, Turquia, Austrália e Estados Unidos estão classificados para as quartas de finais. Japão, Coreia, Moçambique e Angola estão eliminados.

Os confrontos das oitavas serão os seguintes:

R.Tcheca x Canadá (o vencedor enfrentará Austrália )

Brasil x França (o vencedor enfrentará Estados Unidos)

Belarrússia x China (o vencedor enfrentará Espanha)

Sérvia x Cuba (o vencedor enfrentará Turquia)

Essas partidas acontecerão no dia  1 de outubro (amanhã – 4a. feira). O Brasil jogará às 13 h00 (horário de Brasília).

Compare os números:

Pts a favor: Brasil – 63,3; França – 66,7

Pts contra: Brasil – 69,0; França – 50,1

2 pts: Brasil – 41,7%; França – 52,7%

3 pts: Brasil – 28%; França – 30%

L.Livres: Brasil – 59,3%; França – 74,5%

Rebotes: Brasil – 37,7; França – 41,0

Assists: Brasil – 12,7; França – 18,7

B.Perdidas: Brasil – 18,3; França – 18,3

B.Recuperadas: Brasil – 10,7; França – 6,0

Eficiência: Brasil – 62,0; França – 84,7

 

 

 

 

 

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Mundial Feminino: 2a rodada

Amigos do Basquetebol

Neste domingo foi realizada a segunda rodada do Mundial Feminino.

O Brasil enfrentou a Espanha e foi derrotado por 83 x 56 (13 x 12; 13 x 29; 14 x 20; 16 x 22). Após um primeiro quarto muito equilibrado em que o Brasil conseguiu controlar o ataque espanhol, nosso time cometeu muitos erros na sequência e deu às espanholas a chance de muitos rebotes ofensivos e contra-ataques. A saída da Érika no primeiro quarto com 3 faltas dificultou muito o jogo brasileiro, pois passamos a depender das bolas de fora cujo aproveitamento foi novamente muito ruim. O grande destaque da partida, mais uma vez, foi Lyttle que anotou 15 pontos, 13 rebotes e 5 assists. Agora, na terça, é vencer ou vencer o Japão para podermos ir para as oitavas. Vamos torcer.

Os destaques do jogo:

2pts: Brasil – 13/39 49%; Espanha – 28/48 58%

3pts: Brasil – 2/14 14%; Espanha – 5/11 45%

L.Livres: Brasil – 12/24 50%; Espanha – 12/26 46%

Rebotes: Brasil – 28; Espanha – 41

Assists: Brasil – 15; Espanha – 19

B.Perdidas: Brasil – 20; Espanha – 19

B.Recuperadas: Brasil – 8; Espanha – 7

Cestinhas: Brasil – Erika 12 pts; Espanha – Lyttle e Torrens 15 pts

Rebotes: Brasil – Erika 7; Espanha – Lyttle 13

Assists: Brasil – Adrianinha e Tainá 4; Espanha – Lyttle 5

Eficiência: Brasil – Adrianinha 10; Espanha – Lyttle 27

Os demais jogos:

GA: Rep. Tcheca 71 x  57 Japão

GB: França 8 9 x 45 Moçambique; Canadá 44 x 55 Turquia

GC: Austrália 87 x 54 Coreia; Belarrússia 70 x 69 Cuba

GD: Angola  39 x  65 China; Sérvia 74 x  94 EUA

Após esta segunda rodada a classificação é a seguinte:

GA: 1 – Espanha; 2 – R.Tcheca; 3 – Japão; 4 – Brasil

GB: 1 – Turquia; 2 – França; 3 – Canadá; 4 – Moçambique

GC: 1 – Austrália; 2 – Belarrússia; 3 – Cuba; 4- Coreia

GD: 1 – EUA; 2 – Sérvia; 3 – China; 4 – Angola

Amanhã (29/09) o dia será de folga. O Brasil volta à quadra na terça feira (30) enfrentando o Japão.

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Mundial Feminino: 1a. Rodada

Amigos do Basquetebol

Neste sábado foi realizada a primeira rodada do Mundial Feminino.

O Brasil estreou contra a Rep. Tcheca e foi derrotado por  68 x 55 (7×17; 13×10; 16×23; 19×18). Apesar de ter melhorado bastante no segundo tempo, o Brasil teve um péssimo aproveitamento geral no ataque (26%) provocado por arremessos muito precipitados. A defesa tcheca soube tirar proveito disto e reforçou a marcação embaixo da cesta o que dificultou demais o trabalho de nossas pivôs, principalmente a Érika. A equipe tcheca mostrou muita maturidade no ataque e soube movimentar a bola para eleger as melhores opções de arremessos. Apesar da derrota é importante ressaltar que temos uma equipe jovem (somente 3 atletas participaram do mundial de 2010) que tem muito a crescer. A Rep. Tcheca é uma equipe experiente (seis jogadoras estiveram no mundial de 2010) e certamente, brigará pela liderança do grupo. Amanhã outra pedreira, a Espanha.

Os destaques do jogo:

2pts: Brasil – 13/53 25% ; Rep. Tcheca – 23/46 50%

3pts: Brasil – 5/16 31%; Rep. Tcheca – 5/11 45%

L.Livres: Brasil – 14/22 64%; Rep. Tcheca – 7/10 70%

Rebotes: Brasil – 44; Rep. Tcheca – 36

Assists: Brasil – 8; Rep. Tcheca – 21

B.Perdidas: Brasil – 16; Rep. Tcheca – 12

B.Recuperadas: Brasil – 17; Rep. Tcheca – 19

Eficiência: Brasil; Rep. Tcheca

Cestinhas: Brasil ( Clarissa – 10-pts); Rep. Tcheca (Hanusová – 15pts)

Rebotes: Brasil (Clarissa – 10); Rep. Tcheca (Veselá – 11)

Assists: Brasil (Tainá – 3); Rep. Tcheca (Bartonová – 8)

Eficiência: Brasil (Clarissa – 14); Rep. Tcheca (Veselá – 10)

Os demais jogos:

GA: Japão 50 x 74 Espanha

GB: Moçambique54  x  69 Canadá; Turquia 50 x 48 França

GC: Cuba 57 x  90 Austrália; Coreia 64 x 70 Belarrússia

GD: Sérvia x Angola; China 65 x 87 EUA

Amanhã (28/09) o Brasil enfrenta a Espanha.

 

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Mundial Feminino: quem vamos enfrentar

Amigos do Basquetebol

Depois de amanhã (27-09) começa o Mundial Feminino.

O Brasil que está no grupo A irá enfrentar Rep. Tcheca (27), Espanha (28) e Japão (30).

Lembrando que o campeão do grupo estará automaticamente classificado para as quartas de finais. O segundo e terceiro colocados enfrentarão, repsectivamente, o terceiro e segundo colocados do grupo B (Canadá, França, Moçambique e Turquia).

O Brasil classificou-se para o Mundial por ter sido o terceiro colocado na Copa América. Sua média de idade é de 25 anos e a média de estatura é 1,80m. A média do campeonato é de 26 anos e 1,82m.

Já participamos de 15 mundiais e somos um dos quatro países que tiveram a honra de obter o título. Isto foi em 1994 com uma brilhante geração de atletas (Paula, Hortência, Janeth, Helen, Adriana, Alessandra, Leila, Cintia Tuiu, Dalila, Roseli, Ruth e Simone Pontello) sob o comando de Miguel Ângelo da Luz, tendo como assistente Sérgio Maroneze, preparador físico Hermes Balbino e supervisor, o inesquecível Waldir Pagan Perez.

Além deste título obtivemos o Bronze em 1971, quando o campeonato foi realizado em São Paulo com memoráveis partidas no Ibirapuera. Naquela ocasião o Brasil contava com atletas que fizeram parte de uma equipe também inesquecível por sua qualidade e raça. Atletas como Norminha, Delcy, Elzinha, Maria Helena, Heleninha, Laís, Nilza, Benedita, Jacy, Nadir Bazzani, Odila e Marlene e sob o comando do Prof. Waldir, mostraram ao Brasil a força do nosso feminino.

Em Campeonatos Mundiais, o Brasil já disputou 111 jogos com 60 vitórias e 51 derrotas (aproveitamento de 54,1%).

A Espanha já participou de 5 mundiais e seu melhor resultado aconteceu em 2010 quando foi medalha de bronze. Disputou  44 partidas com 24 vitórias e 20 derrotas. No confronto direto Brasil e Espanha se enfrentaram 4 vezes com 3 vitórias espanholas. Nossa média contra a Espanha é de 70,8 pts a favor e 75,3 pts contra. A última partida aconteceu em 2010 com vitória espanhola por 69 x 57. Classificou-se como Campeã da Europa. Média de idade: 26 anos; média de estatura: 1,82m.

A Rep. Tcheca, depois da divisão da Tchecoslováquia, participou pela primeira vez de um mundial em 2006. Em 2010 foi vice-campeã. Disputou 18 partidas com 11 vitórias e 7 derrotas. Brasil e Rep. Tcheca se enfrentaram 2 vezes, com uma vitória cada. A última em 2010 com vitória Tcheca por 70 x 84. Nossa média é de 72,5 x 77,5. Obteve a classificação por ter sido a 6a. colocada na Euro. Média de idade: 26 anos; média de estatura: 1,86m.

O Japão, nosso maior freguês em mundiais (7 vitórias em 8 jogos) já participou de 10 campeonatos fazendo 79 partidas com 30 vitórias e 49 derrotas. Sua melhor colocação foi o segundo lugar no Mundial de 1975. Nossa média de pontos contra as japonesas é de 80,6 x 73,3. Foi campeã da Ásia. Média de idade: 25 anos; média de estatura: 1,79m.

Antonio Carlos Barbosa, técnico que dirigiu o Brasil em cinco mundiais deu a seguinte opinião sobre o Campeonato:

“O basquetebol feminino continua apresentando os EUA como grande favorito e a França e Austrália, embora sem suas duas prinicipais jogadoras, Liz Cambage e Laureen Jackson são as duas equipes que se credenciam como grandes forças. Então temos um segundo grupo, muito equilibrado, onde não se pode apontar favoritos: Turquia, Espanha, Japão, Sérvia, Brasil, Bielorrússia, China e Canadá. Embora o Brasil entre na disputa sem muito crédito com os amantes da modalidade, eu avalio como uma equipe altamente competitiva e com um garrafão muito forte. Sua chave é muito difícil e o cruzamente também. Tudo pode acontecer”.

Desejamos boa sorte ao Brasil e que possamos realizar um bom Mundial e, se possível, trazer mais uma medalha ao nosso basquetebol.

 

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Exemplo a ser seguido?

Amigos do Basquetebol

O título acima é antes de tudo uma provocação. Pode ser interpretado de suas formas: ou uma contundente afirmativa ou uma grande dúvida.

Refiro-me a um assunto que, certamente, muitos dos meus amigos “basqueteiros” irão me esfolar vivo. É o sucesso do voleibol.

Muitos fanáticos do basquetebol atribuem esse sucesso ao cenário do voleibol mundial que, segundo eles, tem poucas equipes de alto nível para aspirar aos principais títulos em competições internacionais, no caso, Campeonatos Mundiais e Jogos Olímpicos.

Eu até concordo com essa argumentação pois, enquanto o volei possui no máximo 5 equipes que se equiparam, no basquetebol temos, pelo menos 12 equipes que podem ter como objetivo o pódim nessas competições.

No entanto, o voleibol brasileiro soube tirar partido dessa situação e se mantém no pódium há décadas. Se não há equipes suficientes para brigar com o Brasil eu diria que o problema é dessas equipes. Portanto, queiram ou não os mais ferrenhos “basqueteiros” nosso volei é a equipe a ser batida. E isto tanto no masculino quanto no feminino.

Será que isto acontece só em função do cenário mundial ou será que houve um trabalho a longo prazo, privilegiando as categorias de base que fazem com que as seleções de voleibol estejam em constante renovação e com um nível invejável?

O que aconteceu com esses esportes se considerarmos o período de ascenção do volei que começou com a conquista da prata olímpica em 1984? E é a partir desta data que a análise deste post está baseada.

Naqueles Jogos Olímpicos o Brasil foi prata no Volei Masculino e 9o. lugar no basquete (lembrando que o basquetebol feminino somente entrou no programa olímpico em 1992).

A partir daí o Voleibol teve uma ascenção fantástica enquanto o Basquetebol teve seus momentos de alegria como a conquista do Pan em 1987 pelo masculino e pelas brilhantes conquistas do Mundial de 1994, Prata nos jogos Olímpicos de 1996 e bronze em 2000 pelo feminino.

Mas os resultados são contundentes e se analisados sem o fervor do fanatismo nos deixam com a “pulga atrás da orelha”.

Fora esses resultados já citados, nosso basquetebol viveu uma seca olímpica no masculino de 1996 a 2012, quando retornou e conquistou um bom 5o. lugar. Nesse mesmo período, o voleibol masculino obteve dois titulos, duas pratas e um 4o. lugar. No feminino tivemos quase o mesmo quadro. Enquanto nosso basquetebol olímpico obteve a prata em 1996 e o bronze em 2000, o voleibol feminino obteve dois títulos e duas medalhas de bronze.

Em termos de Campeonatos Mundiais nosso melhor resultado no masculino aconteceu em 1986, quando conquistamos o 4o. lugar. A partir daí obtivemos somente colocações ditas “honrosas” como o quinto lugar em 1990 e recentemente em 2014. Enquanto isto o Voleibol foi tri campeão (2002, 2006 e 2010) e vice recentemente em 2014.

No feminino nossa campanha foi um tanto melhor com o título de 1994. Depois disto somente dois quartos lugares (1998 e 2006). O voleibol, por sua vez, obteve 3 títulos, 4 vices e 2 terceiros lugares.

Como não há paralelo para se comparar, cito apenas outras competições que nosso voleibol tem tido sucesso: 10 vezes campeão do Grand Prix Feminino e bi-campeão da Copa do Mundo Masculino.

Se esta realidade chocante não bastasse, nas categorias de base a coisa fica realmente feia para o basquetebol. Na categoria sub-19 (que no voleibol é chamada de juvenil) o Brasil teve seu melhor resultado em 2007, quando foi 4o. colocado no masculino.

Mas o mais importante a ser citado, talvez seja o fato de que o Brasil tem uma participação muito irregular nessa importante competição. Das nove edições realizadas de 1987 a 2013 não participamos de 3 delas. Pode parecer pouco, mas são três gerações de atletas que deixaram de ter uma experiência internacional importante.

Até meados da década de 1990, mesmo sem bons resultados tivemos a revelação de muitos jogadores que integrariam as futuras seleções brasileiras. Cito alguns: Roese, Fernando Minucci, Alexey, Adriano Bavaresco, Vanderley, Janjão, Rogério, Jefferson e Giovannonni, entre outros. Da equipe que obteve um maravilhoso quarto lugar em 2007, nenhum atleta foi revelado para nossa seleção adulta. Somente em 2011 tivemos a revelação de 3 atletas que atualmente fazem parte das convocações e integram nossa seleção adulta no último ciclo mundial (2010-2014): Raulzinho, Cristiano Felício e Leo Mendl.  E os demais onde estão?

Nesse mesmo período, o voleibol conquistou quatro títulos, cinco vices e dois terceiros lugares. Mas o mais importante é a revelação de muitos atletas que fazem com que as seleções adultas sejam renovadas com qualidade, mantendo seu status internacional.

No feminino o quadro não muda muito. O voleibol conquistou seis títulos, quatro vices e dois terceiros. No basquetebol, nas oito vezes (em 10) que disputamos o sub-19 nosso melhor resultado foi o terceiro lugar em 2011. Muitas atletas surgiram dessa competição e integraram nossa seleção adulta. Recentemente posso citar Damiris, Clarissa, Ramona, Tainá e Isabela. Sem esquecer das gerações mais antigas que participaram dos mundiais sub-19 como Helen, Mamá, Janeth, Adriana Santos, Iziane, Adrianinha, Erika e Alessandra.

Para mim, esse quadro muito diferente não acontece somente pelo fato do voleibol ter menos equipes em condições de disputar títulos internacionais. Isto revela uma grande diferença de tratamento que é dado às categorias de base entre os dois esportes.

Enquanto o voleibol investe pesado na participação de seus atletas jovens em competições internacionais, garantindo a reposição nas equipes adultas, o basquetebol tem postura muito diferente.

Não quero defender com isto que atletas experientes não devam ser convocados. Mas sim, que haja uma mescla progressiva entre experientes e mais jovens para que tenhamos garantidas futuras gerações vencedoras em nosso esporte.

Atualmente, principalmente no basquetebol masculino, há uma carência muito grande de atletas com nível internacional, exatamente porque pouco se investe na formação de jovens e na criação de oportunidades para que esses jovens possam experimentar um basquetebol diferente daquele que praticam em nível nacional.

Este é um trabalho a longo prazo que se for iniciado agora, poderá trazer resultados em 2019. Ou será que, em 2019, ainda dependeremos de alguns atletas que hoje já podem ser considerados veteranos? E, por favor, não entendam que eu não reconheça os serviços prestados por esses atletas ao basquetebol nacional.

Mas a pergunta que faço é: hoje, se tirarmos 4 ou 5 atletas da atual seleção masculina, quem colocaremos em seus lugares?

Vejo que no feminino, apesar de toda a dificuldade encontrada para se manter as equipes e realizar campeonatos no Brasil, há uma tentativa de renovação. Isto pode nos trazer resultados negativos no momento? Pode sim. Mas temos que acreditar que este seja o caminho.

Será que não está na hora de pensarmos numa reformulação total em nossos conceitos sobre o trabalho realizado na base e sobre a forma como os campeonatos são disputados onde se privilegia o resultado e não a formação do atleta?

Será que não está na hora de investir pesado na formação de atletas dando a eles condições de vivenciar outras realidades? Por que não utilizar a LDB para formarmos seleções de jovens para excursionar ou mesmo participar de competições internacionais?

Claro que para isto é preciso dinheiro. Dinheiro de patrocinador que, como sabemos, virá a partir de resultados. Resultados esses que o voleibol soube trabalhar e com isto ter grana para manter o projeto.

Finalizando, gostaria de deixar bem claro que não estou fazendo a apologia do voleibol, mas olhando de forma realista o que está aí posto. Enquanto continuarmos achando que os resultados do voleibol são produto do acaso, continuaremos sentados nas glórias do passado, que nos mostram um presente nada convincente e que nos levarão a um futuro cada vez mais triste para o nosso basquetebol.

Em tempo: escrevi este texto preparado para as cacetadas que, certamente, virão. Mas prefiro ouvir as críticas do que continuar achando que nosso basquetebol é um mar de rosas. Pelo menos estou tranquilo com minha consciência.

E só para terminar e deixar meus amigos basqueteiros menos irados comigo: não consigo assistir a um jogo inteiro de voleibol.

 

 

 

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Mundial Feminino: curiosidades

Amigos do Basquetebol

Dia 27 começa o Mundial feminino.

Seguem algumas curiosidades.

– Já foram realizadas 16 edições do campeonato. Os Estados Unidos participaram de todas elas e o Brasil participou de 15.

– O Brasil foi o país que mais vezes sediou o Campeonato: 4 (1957, 1971, 1983 e 2006)

– Somente quatro países conseguiram o título de campeão: Estados Unidos (8), União Soviética (6), Brasil e Austrália (1)

– Foram realizados 812 jogos. Os Estados Unidos têm o maior número de jogos (118), seguindos do Brasil (111), Rússia – considerando-se as participações como União Soviética – e Coreia (107) e Austrália (100)

– Os Estados Unidos têm 97 vitórias e 21 derrotas (82,2%). Mas o melhor percentual é da Rússia com 93 vitórias e 14 derrotas (86,9%). O Brasil tem 60 vitórias e 51 derrotas (54,1%)

– O Brasil foi campeão em 1994. Bronze em 1971; 4o. em 1953, 1957, 1998 e 2006; 5o. em 1964 e 1983; 7o. em 2002; 8o. em 1967; 9o. em 2010; 10o. em 1990; 11o. em 1986 e 12o. em 1975

– A média histórica do Brasil é de 72,7 pts a favor e 70,1 pts contra

– Nosso maior freguês é o Japão (7 vitórias). E nossos maiores carrascos são União Soviética/Rússia (8 derrotas), Estados Unidos e Austrália (6 derrotas)

– Em 6 campeonatos tivemos a cestinha: Hortência (79, 83, 90 e 94), Janeth (98) e Nilza (67)

– Paula disputou 6 mundiais. Janeth, Hortência, Alessandra e Helen disputaram 5 mundiais cada

– Nossa maior pontuadora foi Hortência com 26,4 pts de média seguida de Janeth com 16,7 e Paula 16,1

– Nossos técnicos: Almir de Almeida (1964), Antonio Horta (1957), Antonio Carlos Barbosa (1979, 1983, 1998, 2002 e 2006), Ary Vidal (1967), Carlos Colinas (2010), Maria Helena Cardoso (1986 e 1990), Mário Amâncio Duarte (1953), Miguel Ângelo da Luz (1994), Waldyr Pagan Perez (1971 e 1975)

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Mundial de Basquetebol: agora é a vez das meninas.

Amigos do Basquetebol

Dia 27 começa o Mundial Feminino. Será disputado na Turquia (Istambul e Ankara) e contará com 16 países assim  distribuídos em 4 grupos:

A – Istambul: Brasil, R.Tcheca, Espanha e Japão

B – Istambul: Canadá, França, Moçambique e Turquia

C – Ankara: Austrália, Belarrússia, Cuba e Coreia

D – Ankara: Angola, China, Sérvia e Estados Unidos

A grande ausência deste Mundial é a Rússia.

A forma de disputa deste Mundial é diferente dos outros anos. Os primeiros de cada grupo classificam-se direto para as quartas de finais.

Nas oitavas enfrentam-se os segundos e terceiros dos grupos A e B e os segundos e terceiros dos grupo C e D.

Nas quartas:

1o. do A enfrenta o vencedor de 2o.C x 3o. D (jogo 29)

1o. do B enfrenta o vencedor de 2o. D x 3o. C (jogo 30)

1o. do C enfrenta o vencedor de 2o.A x 3o.B (jogo 31)

1o. do D enfrenta o vencedor de 3o.A x 2o.B (jogo 32)

Semis:

Vencedor de 29 x vencedor de 30 e vencedor de 31 x vencedor de 32

Os vencedores fazem a final e os perdedores disputam o 3o. lugar

5o. a 8o.

Perdedor de 29 x perdedor de 30 e perdedor de 31 x perdedor de 32

Os perdedores desses dois jogos disputam o 7o. lugar e os vencedores disputam o 5o. lugar.

O Brasil estreia dia 27 contra a Rep. Tcheca. No dia 28 enfrenta a Espanha e no dia 30 enfrenta o Japão.

Boa sorte a nossas meninas.