Opinião do autor

Mais que um título

Amigos do Basquetebol

A conquista do Panamericano pelo basquetebol masculino foi mais do que a obtenção de uma medalha de ouro.

Apesar de ainda considerar o Pan um torneio que perdeu muito em qualidade pela falta de importância que as equipes dão a ele, ter sido campeão teve um significado muito importante para o basquetebol brasileiro.

Foi o primeiro título de Ruben Magnano pela seleção.

Vimos uma seleção jogando bonito e de forma eficiente, jogadores “vestindo bonitocamisa” com comprometimento e responsabilidade.

Mas sob meu ponto de vista o fator mais importante foi a oportunidade que muitos jovens jogadores tiveram de ampliar sua experiência internacional e serem protagonistas de um basquetebol eficiente e muito objetivo.

Quem me acompanha neste blog sabe que sempre me manifestei favoravelmente à utilização de jovens naquela competição.

E esta ideia que compatilhei com muitos colegas e, inclusive, com o próprio Magnano mostrou-se adequada para aquele tipo de competição.

É claro que alguns dos jovens que participaram da conquista, provavelmente, não estejam nas disputas do Pré-Olímpico e dos Jogos Olímpicos. Mas mostraram valor, amor à camisa e que são capazes de enfrentar situações importantes durante os jogos.

Sem evidentemente menosprezar a atuação dos veteranos que tabém foram fundamentais na obtenção do título continuo difundindo a ideia da utilização dos mais jovens.

Caso o Brasil consiga sua vaga como país sede dos Jogos Olímpicos continuo defendendo a ida de uma seleção jovem para o Pré Olímpico. Neste situação lá jogaremos sem a responsabilidade de obter a vaga e assim teremos  a oportunidade de colocar esses jovens para obter ou ampliar sua experiência internacional.

Parabéns ao Brasil pelo título e parabéns à Comissão Técnica por terem acreditado no futuro do nosso basquetebol.

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LDB 2015: vai começar o maior campeonato de base de Brasil

Amigos do Basquetebol

De 24 de julho a 2 de agosto, em Uberlândia, começa a LDB 2015, o maior campeonato de base do Brasil.

Vinte e quatro equipes competirão durante o segundo semestre em turno completo para que se classifiquem os oito melhores para chegarmos ao “final Four”.

Muitos atletas que disputaram a LDB agora são destaques nas suas equipes principais e alguns até com passagem pela NBA como é o caso de Bruno Caboclo e Cristiano Felicio.

A grande novidade deste ano é a participação da Seleção Sub 17 que será dirigida pelo Prof. André Germano, ação que visa dar maior experiência aos atletas convocados para a referida seleção.

Além da seleção teremos a estreia das equipes de Concórdia (SC), Internacional de Santos (SP),  Pequeninos (PB) e Campo Mourão (PR).

O Basquete Cearense volta tentando defender o título conquistado de forma invicta na LDB 2014.

Por estado são estas as equipes participantes, além da Seleção Sub-17:

São Paulo: Paulistano, Pinheiros, Palmeiras, Internacional, Rio Claro, Limeira, Franca, Bauru e São José

Rio de Janeiro: Botafogo, Flamengo e Macaé

Santa Catarina: Concórdia e Joinville

Paraná: Campo Mourão e Curitiba

Minas Gerais: Minas Tênis Clube e Unitri de Uberlândia

Ceará: Basquete Cearense

Paraíba: Pequeninos

Distrito Federal: UNICEUB

Pernambuco: Sport

Rio Grande do Sul: Grêmio Náutico União

As partidas serão realizadas no Praia Clube de Uberlândia em três quadras simultanemante a partir das 14h00.

A tabela completa está à disposição no site da LNB – http://www.lnb.com.br

Vale a pena conferir pois aí está o futuro do nosso basquetebol

Basquete Cearense: campeão invicto da LDB 2014/2015
Basquete Cearense: campeão invicto da LDB 2014/2015
História do Basquetebol · História do Esporte · Personagens

Moacyr Daiuto: “o” mestre das quadras

Amigos do Basquetebol

Este é o último post em homenagem ao centenário do Prof. Moacyr Brondi Daiuto.

E nele vamos falar de sua trajetória como técnico de basquetebol que atuou por muitos anos em praticamente todos os setores competitivos: universitário, clubes e seleções paulistas e brasileiras.

Após se formar na primeira turma da Escola Superior de Educação Física do Estado de São Paulo, Daiuto iniciou sua trajetória como técnico atuando na ACM de São Paulo, ministrando aulas de Basquetebol e Voleibol.

Na ESEF, Daiuto foi tetra campeão paulista em 1940, 1941, 1942 e 1943 nos torneios promovidos pela Federação Paulista de Basketball. Daiuto também dirigiu a equipe masculina obtendo vários títulos universitários em São Paulo. Seu sucesso como técnico universitário o levou a ser o técnico das seleções paulistas universitária e da seleção brasileira univeristária que disputou as Universíades de Turim, nos Jogos Latino-Americanos em Cuba e na Universíade realizada em Porto Alegre, em 1963.

Em clubes Daiuto iniciou sua carreira iniciou-se em 1948, no Clube de Regatas Saldanha da Gama (Santos). Depois disto ele dirigiu as equipes do Tumiaru de São Vicente (1951), Tênis Clube Paulista (1951), Esporte Clube Pinheiros (1951 a 1959), Esporte Clube XV de Novembro de Piracicaba (1960 – Campeão Estadual).

Nosso mestre também dirigiu os três principais clubes de basquetebol da capital:  Sociedade Esportiva Palmeiras (campeão estadual em1961), Esporte Clube Sírio (Campeão Estadual e Sulamericano em1971) e S.C.Corinthians Paulista onde conquistou  os títulos doTorneio Luciano Marrano (1966 e 1968), dois títulos do Torneio Rumi de Ranieri (1969 e 1970), cinco Campeonatos Estaduais (1964, 1965, 1966, 1968 e 1969), três títulos brasileiros (1965, 1966 e 1969), tri campeão Sul-Americano (1965, 1966 e 1969), Vice Campeão Mundial de Clubes (1965) e bronze no Campeonato Mundial de Clubes (1970).

A trajetória do Professor Moacyr Daiuto em seleções brasileiras adultas masculinas também foi repleta de glórias e grandes conquista. A primeira e talvez a mais significativa delas foi o bronze olímpico obtido em Londres, em 1948 (7 vitórias e 1 derrota) Em 1950, voltou a dirigir a seleção brasileira no primeiro Mundial realizado na Argentina, onde obtivemos o quarto lugar (3 vitórias e 3 derrotas). Sua passagem como técnico da seleção brasileira masculina contabiliza

Como assistente técnico, Daiuto conquistou a medalha de prata no Sul Americano de 1963 e do Pan Americano no mesmo ano. Ainda em 1963 veio a grande consagração com a conquista do Campeonato Mundial realizado no Rio de Janeiro. Sua última participação como assistente técnico em seleções brasileira deu-se no Mundial de 1970, disputado na antiga Iugoslávia, quando ficamos com a medalha de prata.

Daiuto também dirigiu a seleção feminina noi Sulamericano de 1962, ficando com o bronze (4 vitórias e 2 derrotas).

Sua carreira como técnico foi encerrada em 1971 quando se dedicou exclusivamente à carreira acadêmica deixando um legado muito importante para o esporte nacional que foi e ainda deve ser tomado como exemplo por todos que tomaram e tomam o basquetebol como sua paixão.

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História do Basquetebol · História do Esporte

Moacyr Daiuto: um mestre fora das quadras

Amigos do Basquetebol

Ainda como comemoração ao centenário do Prof. Moacyr Daiuto, neste post vou falar sobre o mestre fora das quadras.

A carreira acadêmica do Prof. Daiuto começou em 1934 quando ingressou na Escola Superior de Educação Física do Estado de São Paulo. Formou-se em 1935, na primeira turma da qual também fazia parte Maria Lenk, nossa lendária nadadora.

A partir de então, Daiuto passou a fazer parte da comunidade da Educação Física Brasileira tnedo papel importante no desenvolvimento da área.

Na Escola de Educação Física da USP, Daiuto passou por praticamente todos os cargos: docente nas disciplinas de Voleibol e Basquetebol, tanto na graduação como nos cursos de especialização. Sua nomeação como Catedrático dessas disciplinas ocorreu em 16 de outubro de 1961.

Na área administrativa foi  Chefe do Departamento Ténnico e Diretor, cargo que exerceu de 1976 a 1979. Daiuto permaneceu na Escola de Educação Física da USP até 1985, ano de sua aposentadoria. Em sua gestão, Daiuto foi um dos maiores responsáveis pela implantação do primeiro programa de Pós Graduação em Educação Física do Brasil.

Daiuto também contribuiu decisivamente para a consolidação da profissão por ser um dos fundadores, em 1936, da Associação dos Professores de Educação Física do Estado de São Paulo.

Ainda fora das quadras o Prof. Daiuto exerceu cargos no Departamento de Esportes do Estado de São Paulo e no Departamento de Educação Física do Estado de São Paulo (antigo DEFE), como inspetor regional de educação física, auxiliar técnico e chefe do serviço de esporte. Também foi Diretor do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa em São Paulo de 1987 a 1989.

No cenário do Basquetebol, foi ele o grande idealizador e criador da BRASTEBA (Associação Brasileira de Técnicos de Basquetebol, sendo seu presidente de 1976 a 1985. Sua projeção internacional o tornou Vice Presidente da Associação Mundial de Técnicos de Basquetebol, cargo que exerceu de 1977 a 1982.

O Prof. Daiuto também contribui muito para o desenvolvimento do basquetebol em seus aspectos técnicos, táticos, pedagógicos e organizacionais. Publicou diversos livros com destaque para “Basquetebol: origem e evolução” e Metodologia do Ensino do Basquetebol que teve seis edições e foi publicado em toda a América do Sul e Espanha e durante muito tempo foi a “bíblia” de professores de educação física e técnicos de basquetebol.

Ainda no âmbito pedagógico, o Prof. Daiuto foi presença marcante em cursos e palestras em todo o Brasil, América do Sul e diversos países da Europa, levando seu profundo conhecimento do esporte e elevando o respeito das diferentes instituição ao seu trabalho e ao basquetebol brasileiro.

Sem dúvidas, o Prof. Moacyr Daiuto foi um exemplo para seus alunos e colegas de trabalho. Exemplo do qual tive a honra de compartilhar e utilizar em toda minha carreira profissional.

Basquetebol: Metodologia do Ensino - livro que foi e ainda é referência no ensino do basquetebol
Basquetebol: Metodologia do Ensino – livro que foi e ainda é referência no ensino do basquetebol
1a. turma da ESEF - Daiuto é o terceiro em pé da direita para a esquerda
1a. turma da ESEF – Daiuto é o terceiro em pé da direita para a esquerda
Colaboradores · História do Basquetebol

Moacyr Brondi Daiuto: acemista de Alma, Corpo e Mente

Amigos do Basquetebol

Dando sequência às comemorações do centnário do Prof. Moacyr Daiuto trago o depoimento do  Jornalista / Analista de Comunicação da ACM / YMCA São Paulo, Fernando Piovezam.

“Ao discorrer sobre o Basquete no Brasil, é praticamente impossível não mencionar a dedicação, o comprometimento e o amor de Moacyr Brondi Daiuto e da Associação Cristã de Moços de São Paulo para com a modalidade esportiva, ambos responsáveis pela disseminação do esporte em solo nacional.

Assim, para compreender a importância do eterno acemista Daiuto na missão de colocar o Basquete e a atividade física como destaques para a manutenção da saúde, bem-estar e qualidade de vida, se faz necessário estudar ambas as biografias, uma vez que elas se complementam e ajudam a explicar o pioneirismo esportivo inato em cada um.

Ao passo em que o Movimento Acemista criou o Basquete, em 1891, trazendo-o a São Paulo em 1912, sendo o Brasil o primeiro país da América do Sul a conhecê-lo, Moacyr Daiuto iniciava suas atividades físicas na ACM / YMCA São Paulo, em 17 de março de 1928, prestes a completar 13 anos de idade.

Na época, foram os educadores quem instigaram Daiuto a praticar o Basquete, concomitantemente às aulas de Calistenia, e transmitiram a ele o quão salutar é praticar exercícios físicos e, sobretudo, o “Bola ao Cesto”, como o esporte era conhecido.

Dessa forma, a paixão por esta modalidade foi certeira e rendeu frutos ao ex-atleta, que conquistou sua primeira medalha em 1929, na ACM / YMCA São Paulo, unidade Centro, cujo ginásio é tido como um dos primeiros cobertos da cidade.

Ou seja, a Associação Cristã de Moços foi quem transmitiu o amor pela atividade esportiva ao saudoso Moacyr Brondi Daiuto. Além disso, sua opção por seguir uma carreira na área de Educação Física também foi influenciada pela Instituição. Pudera, foram mais de 60 anos de dedicação à ACM / YMCA São Paulo, que lhe renderam o título de associado mais antigo.

Ao longo desses anos, Daiuto, sempre exercendo sua vocação de líder, integrou o Departamento de Menores e Jovens; participou de cursos de liderança; ministrou palestras sobre esportes; atuou como diretor executivo da unidade Centro, em 1945 e 1946, tendo a oportunidade de administrar toda a área de Educação Física durante os anos de 1966 a 1969; e continuou como acemista de coração, dedicando-se, incansavelmente, à Instituição, até o seu falecimento, em 29 de julho de 1995.

O ilustre acemista recebe, anualmente, diversas homenagens da ACM / YMCA São Paulo, como forma de preservar sua memória e relevância ao esporte brasileiro. Todo 19 de julho, Dia Municipal do Basquete, data de seu nascimento, a Instituição se organiza para rememorar seu legado que, aliás, encontra espaço na unidade Centro, em um memorial criado exclusivamente para abrigar seu acervo de medalhas, inclusive a Olímpica, doadas pela sra. Loyde del Nero Daiuto. Para conferi-lo, basta comparecer à rua Nestor Pestana, 147 – Consolação – São Paulo / SP – 5º andar.

Ele merece todas as honras, porque é sinônimo de vitória e orgulho para a ACM / YMCA São Paulo. Não por ter conquistado a primeira medalha olímpica para o Brasil, ou por ser um grande destaque no esporte nacional, mas por ser exemplo de um profissional que sempre colocou amor em tudo o que se propôs a fazer, cativando a admiração e respeito de todos os que tiveram a oportunidade de conviver com um acemista de Alma, Corpo e Mente.”

Prof. Moacyr Brondi Daiuto - ACMista de coração
Prof. Moacyr Brondi Daiuto – ACMista de coração

OBS: os textos de colaboradores são de inteira responsabilidade dos mesmos, não sofrendo qalquer modificação por parte do editor.

 

 

 

 

 

 

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Moacyr Daiuto: uma lenda do basquetebol brasileiro (1)

Amigos do Basquetebol

Neste mês de julho  comemoraremos o centenário de uma das lendas do nosso basquetebol: Prof. Moacyr Daiuto.

Aluno da primeira turma da Escola Superior de Educação Física do Estado de São Paulo (1935) e depois seu Diretor, sócio número 1 da ACM – São Paulo, diretor do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, fundador da extinta Associação de Professores de Educação Física do Estado de São Paulo, criador e presidente da BRASTEBA (Associação Brasileira de Técnicos de Basquetebol), Daiuto foi um dos maiores técnicos do nosso basquetebol.

Iniciou sua carreira como técnico das equipes masculina e feminia da ESEF sagrando-se por várias vezes campeão universitário, atividade que o levou a dirigir a Seleção Paulista e Seleção Brasileira Universitária em importantes torneios nacionais e internacionais.

Sua passagem pelos clubes iniciou-se em iniciou-se em 1948, no Clube de Regatas Saldanha da Gama (Santos). Depois disto ele dirigiu as equipes do Tumiaru de São Vicente (1951), Tênis Clube Paulista (1951), Esporte Clube Pinheiros (1951 a 1959), Esporte Clube XV de Novembro de Piracicaba (1960), Sociedade Esportiva Palmeiras (1961 e 1962), , Sport Clube Corinthians Paulista (1964 a 1970) e Esporte Clube Sírio, seu último clube antes de ingressar definitivamente na carreira acadêmica (1971). Além disto, ainda dirigiu as equipes de Campinas e Piracicaba nos Jogos Abertos do Interior.

Mas, sem dúvida nenhuma, o grande destaque da carreira de Daiuto como técnico de clubes aconteceu em sua passagem pelo S.C.Corinthians Paulista, conquistando sete títulos do Campeonato Metropolitano da Cidade de São Paulo, dois títulos do Torneio Luciano Marrano (1966 e 1968), dois títulos do Torneio Rumi de Ranieri (1969 e 1970), cinco Campeonatos Estaduais (1964, 1965, 1966, 1968 e 1969), três títulos brasileiros (1965, 1966 e 1969), tri campeão Sul-Americano (1965, 1966 e 1969), Vice Campeão Mundial de Clubes (1965) e bronze no Campeonato Mundial de Clubes (1970).

Como técnico de seleções brasileiras masculinas o  Professor Moacyr Daiuto conquistou a primeira medalha olímpica de um esporte coletivo para o Brasil. Foi em Londres (1948). Depois disto, Daiuto dirigiu o Brasil no Mundial de 1950 (4o. lugar). Como assistente técnico, Daiuto conquistou a medalha de prata no Sul Americano de 1963 e do Pan Americano no mesmo ano. Ainda em 1963 veio a grande consagração com a conquista do Campeonato Mundial realizado no Rio de Janeiro. Sua última participação como assistente técnico em seleções brasileira deu-se no Mundial de 1970, disputado na antiga Iugoslávia, quando ficamos com a medalha de prata.

Mas não foi somente no masculino que Moacyr Daiuto brilhou em seleções brasileiras. Em 1962 conquistou a medalha de bronze no Sul-Americano feminino disputado em 1962.

Além dos conhecimentos de quadra, Daiuto sempre teve uma especial atenção a aspectos pedagógicos voltados ao esporte. Publicou vários livros e um deles é até hoje referência nos ensinamentos do basquetebol no Brasil e em toda a América do Sul: Basquetebol – Metodologia do Ensino.

Ao comemorarmos os 100 anos do mestre Daiuto só me cabe aqui expressar o orgulho de ter sido seu aluno e, posteriormente, colega de trabalho onde pude aprender muito sobre o basquetebol, sobre o esporte e, principalmente, sobre a vida.

Que as novas gerações que não tiveram o privilégio de conhecê-lo e com ele conviver saibam do enorme benefício que o Prof. Daiuto trouxe ao nosso basquetebol.

Neste mês, comemorando esta data tão importante trarei mais informações e depoimentos sobre nosso querido mestre.

Daiuto e as equipes de basquetebol da ESEF
Daiuto e as equipes de basquetebol da ESEF
Daiuto e o esquadrão Corinthiano onde se vê: Wlamir Marques, Rosa Branca, Ubiratan, Amaury e Zé Geraldo
Daiuto e o esquadrão Corinthiano onde se vê: Wlamir Marques, Rosa Branca, Ubiratan, Amaury e Zé Geraldo
Daiuto e Kanela no Mundial de 1970
Daiuto e Kanela no Mundial de 1970
Basquetebol: Metodologia do Ensino - livro que foi e ainda é referência no ensino do basquetebol
Basquetebol: Metodologia do Ensino – livro que foi e ainda é referência no ensino do basquetebol