História do Basquetebol · Opinião do autor · Todos os posts

Parabéns Basquete! Feliz Natal!

Amigos do Basquetebol

Este post tem duas finalidades.

Uma delas é desejar a todos os meus amigos seguidores um Feliz Natal e um ano de 2016 repleto de alegrias e saúde.

A outra é dar os parabéns ao nosso querido Basquetebol.

Há 124 anos, em Springfield (Massachussets), um professor chamado James Naismith criava o esporte mais espetacular que existe.

Talvez ele não imaginasse o que aconteceria depois. O quanto este esporte seria importante na vida de tanta gente. Inclusive na minha.

Por isso, deixo aqui minha mensagem a todos que amam, praticam e apreciam o Basquetebol, principalmente aqui no Brasil.

Não vamos deixar que fatores extra-quadra denigram a imagem do nosso esporte. Vamos lutar que para ele sempre supere as dificuldades criadas.

Vamos celebrar nosso Basquetebol pois é ele que move grande parte do nosso dia a dia.

Feliz Natal e

VIVA O BASQUETEBOL

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Basquetebol Europeu · Estatísticas · Todos os posts

TOP 16 da Euroliga

Amigos do Basquetebol

Definidos os grupos para o TOP 16 da Euroligaque será disputado entre 29 de dezembro e 8 de abril.

Nesta fase teremos rivalidades à tona. A Turquia colocou seus três representantes no mesmo grupo (Anadolu, Fenerbahçe e Dogus). O mesmo aconteceu com a Espanha que terá Real Madrid, Barcelona e Laboral unidos no mesmo grupo.

Vai pegar fogo.

Confiram ois grupos:
E: Fenerbahçe, Anadolu, Panathinaykos, Dogus, Lokomotiv, Unicaja. Crvena e Cedevita
F: Olympiakos, Real Madrid, Barcelona, Brose, CSKA, Khimki, Laboral e Zalguiris.
O grupo E terá somente um campeão da Euro: Panathinaikos. Enquanto no F 5 campeões se degladiarão: REal Madrid, Barcelona, Olympiakos, CSKA e Zalguiris.
E a grande ausência é o Maccabi que fez uma temporada pífia ficando pela primeira vez fora dos 16 melhores.

Os destaques individuais da fase de grupos (média e melhor marca em um único jogo)

Eficiência: Bouroussis (Laboral) – 23,6; Bouroussis (Laboral) – 44,0

Cestinha: De Colo (CSKA) – 18,1; Tomic (Barcelona), Shved (Khimki), Lokeski (Olympiakos) e Bouroussis (Laboral) – 28,0

Rebotes: Bouroussis (Laboral) – 9,6; Honeycutt (Khimki) – 19

Assists: Heurtel (Anadolu) – 7,7; Jovic (Crvena) – 19

Os destaques coletivos fase de grupos (média e melhor marca em um único jogo)

Eficiência: CSKA – 110,1; Laboral – 149

Pontos: CSKA – 91,1; Barcelona, Laboral e CSKA – 107

Rebotes: Laboral – 38,3; Dogus – 57

Assists: Anadolu – 21,0; Real Madrid – 36

Outros dados das equipes

Bolas Recuperadas: Lokomotiv- 8,7

Bolas Perdidas: Barcelona – 10,5

% L.Livres: Dinamo Sardegna – 82,3

% 2 pontos: CSKA – 58,0

% 3 pontos: Anadolu – 46,6

 

 

Formação Esportiva · Opinião do autor · Todos os posts

O discurso e a prática: quanta diferença

Amigos do Basquetebol

Depois dos dois excelentes posts do amigo Tácito Pinto Filho aqui divulgados (https://vivaobasquetebol.wordpress.com/2015/11/18/categorias-de-base-o-futuro-comeca-aqui-sera/;https://vivaobasquetebol.wordpress.com/2015/12/13/categorias-de-base-o-futuro-comeca-aqui-sera-parte-2/)  e acompanhando a base do basquetebol durante anos chego à triste e óbvia conclusão de que muitos de nossos técnicos não conseguem levar à prática seu discurso em favor da formação de atletas.

O que vemos são técnicos preocupados tão somente com o resultado do jogo e, é claro do campeonato. Visam somente a vitória final sem se importar com o verdadeiro desenvolvimento de seus atletas.

Se perguntar a um técnico sobre formação ele defenderá uma postura maravilhosa de formação, desenvolvimento e preparação para um futuro da criança como cidadão.

Mas na prática…..quanta diferença.

São voltados para o imediatismo, para o vencer a qualquer custo, para a criação de jogadas (que eu chamo de coreografias), para a robotização de seus pequenos atletas não dando a eles a possibilidade de criar e tomar decisões.

Em São Paulo as últimas medidas apoiadas pelos técnicos do sub-12 (tirar a tabelinha) além da manutenção de regras absurdas como a linha de 3 pontos, pressão quadra toda, tempo de posse de bola mostram que estamos na contramão do mundo do minibasquetebol.

Todos elogiam a forma argentina de promover o minibasquetebol através de festivais. Mas participam de festivais como se estivessem disputando um Campeonato Mundial.

Enfim, isto nos faz pensar em um futuro duvidoso. Muitos clubes que se dizem formadores não formam nada. Vão atrás de atletas já formados em outros clubes para usufruir dos dividendos.

E um agravante: tudo isto sob os olhares complacentes de muitos pais que enxergam em seus filhos os depositários de suas frustrações esportivas e também querem a vitória a qualquer custo, ofendendo seus filhos, adversários, árbitros e técnicos.

Será que um dia isto muda???

Colaboradores · Formação Esportiva · Todos os posts

Categorias de base…o futuro começa aqui… será (parte 2)

Amigos do Basquetebol

Trago mais uma colaboração do professor Tácito Pinto Filho

Companheiros/as do Basquetebol (Treinadores/as, Pais, Dirigentes) minha intenção é colocar minhas opiniões sem pretender ser o dono da verdade.

Este ano em uma decisão acertada a Federação Paulista de Basketball antecipou as reuniões técnicas e na minha opinião demos mais um passo atrás revelando mais um capítulo da novela ”Vou morrer e não vou ver tudo…”

Depois de, na categoria sub 12, deixarmos de fazer os torneios, voltando a forma de disputa de campeonatos (com o objetivo de se ter um campeão) e a extinção da obrigatoriedade da defesa individual meia quadra, em uma decisão tomada pelos treinadores presentes na reunião decidiu-se pela não utilização mais da “tabelinha” (com a altura do aro a 2,75m do chão).

Alteração esta que não trará benefícios para a formação dos jogadores uma vez que neste período onde a maioria está em fase de crescimento e distante da maturação, pela falta de força com certeza os jogadores irão adquirir hábitos e vícios no fundamento do arremesso que serão muito mais difíceis de corrigir no futuro.

Mais uma vez deixamos de lado a preocupação com a adequada formação dos jogadores.

Outra decisão que não trará contribuição foi a da antecipação do início dos campeonatos  que acarretará em um menor número de treinos antes dos jogos começarem.

“BASQUETEBOL É UM SHOW”

 

Opinião do autor · Todos os posts

O cabo de guerra

Amigos do Basquetebol

O clima do basquetebol feminino na atualidade se assemelha à antiga disputa do cabo de guerra que, pasmem, já foi esporte olímpico.

Clubes puxando daqui. CBB puxando dali e o resultado não poderá ser outro.

A corda vai romper no meio e não teremos vencedores.

Perderão os clubes que dependem de investimentos que surgem a partir da divulgação adequada do esporte.

Perderão as atletas que ficam no meio do tiroteio e correm o risco de perder a oportunidade de disputar o campeonato mais importante do mundo.

Perde a CBB, que já vem perdendo tanta coisa que não dá mais para contabilizar o que já foi perdido.

Para mim, não importa quem tem ou não razão. Quem está certo ou errado.

A verdade é que nessa disputa perde principalmente o basquetebol brasileiro e, mais especificamente, o feminino já tão prejudicado com campeonatos que reúnem cada vez menos equipes, que vê a base desaparecer gradativamente e que vê cada vez menos meninas interessadas em praticá-lo.

Será que todas as partes não conseguem sentar e conversar para transformar um cabo de guerra em uma força voltada para uma mesma direção?

Tomara que prevaleça o bom senso e a vontade de ajudar o feminino a reconquistar  espaço que ganhou com tanta dificuldade e que vem perdendo como água que escoa pelo ralo.

 

 

História do Basquetebol · Jogos Olímpicos · Todos os posts

As finais dos Jogos Olímpicos – 2

Amigos do Basquetebol

Neste post recordaremos as finais femininas do basquetebol olímpico.

O feminino começou a ser disputado em 1976 com somente 8 participantes e em um momento em que a União Soviética dominava o basquetebol mundial mantendo uma hegemonia que duraria por cerca de 20 anos sem uma derrota sequer.

Em 1976 não houve uma final e a União Soviética foi a campeã somando 5 vitórias e com a presença marcante de Uliana Semenova.

A partir de 1980 começaram a acontecer os jogos finais e então começou a aparecer a predominância dos Estados Unidos que foi protagonista em 6 finais vencendo todas elas.

Depois das norte-americanas foram as australianas que mais marcaram presença em finais (3) todas contra os Estados Unidos e todas com derrotas.

Em 1996 o Brasil fez a final olímpica contra os Estados Unidos e marcou sua presença neste restrito “clube de finalistas” juntamente com União Soviética, Bulgária, Coreia, Iugoslávia, China, França e Comunidade dos Estados Independentes (que representava a extinta União Soviética nos Jogos de 1992).

Finais e cestinhas

1976 – União Soviética campeã – não houve um jogo final

1980 – União Soviética 104 x 73 – Semenova – 27 pontos

1984 – Estados Unidos 85 x 55 Coreia – Young (COR) – 20 pontos

1988 – Estados Unidos 77 x 70 Iugoslávia – Nakic (IUG) – 23 pontos

1992 – CEI 76 x 66 China – Zasulskaia (CEI) – 19 pontos

1996 – Estados Unidos 111 x 87 Brasil – Liza Leslie (EUA) – 29 pontos

2000 – Estados Unidos 76 x 54 Austrália – Laureen Jackson (AUS) – 20 pontos

2004 – Estados Unidos 74 x 63 Austrália – Tina  Thompson (EUA) – 18 pontos

2008 – Estados Unidos 92 x 65 Austrália – Cox (EUA) – 20 pontos

2012 – Estados Unidos 85 x 50 França – Parker (EUA) – 21 pontos

Nossa seleção, prata em Atlanta em 1996 que teve como técnico Miguel Ângelo da Luz; assistente Sérgio Maroneze; preparador físico Hermes Balbino sob a supervisão do saudoso prof. Waldyr Pagan Perez

Sseleção basquete fem 1996