Jogos Olímpicos

A globalização do basquetebol olímpico

Amigos do Basquetebol

Os jogos olímpicos é a festa da globalização. Caminhar pela Vila Olímpica é conviver com a diversidade de idiomas, raças, costumes e culturas.

O basquetebol é um dos esportes que mais incorpora esse conceito de globalização. As 12 equipes que participam dos Jogos no masculino têm uma diversidade muito grande de atletas que atuam em diferentes países

Aqui vai o quadro que mostra esta globalização

  • 58 atletas atuam em seus próprios países (40,3%) – A China e os Estados Unidos são os únicos países que têm 100 de atletas nativos. Em seguida vem a Venezuela (10), Austrália, Brasil, Espanha, Croácia e Lituânia (5); Sérvia e Argentina (4); França (3) –
  • Na NBA, além dos americanos evidentemente, vários países têm atletas atuando. Ao todo, considerando também os Americanos temos 45 atletas na NBA (31,2). A Espanha tem 7 atletas atuando na NBA, seguida de Brasil, França e Austrália(5); Argentina, Croácia e Lituânia (3); Sérvia e Nigéria (1)
  • A Europa também tem um grande contingente de “estrangeiros”. Sérvia e Nigéria  (7 atletas) são os países com o maior número de atletas atuando em diferentes países da Europa. Seguem França, Argentina, Croácia e LItuânia (4); Austrália e Brasil (2) e Venezuela (1). Espanha, Turquia e Itália são os países europeus que recebem o maior número de atletas estrangeiros
  • 3 atletas atuam na NCAA (Venezuela, Nigéria e Argentina)
  • Ainda temos atletas atuando na China, POrto Rico e Líbano (1)
  • A Nigéria é o único país a não ter nenhum atleta atuando em equipes locais, mas é  o país com maior diversidade (NBA – 1; Europa – 7; NCAA – 1; China – 1; Porto Rico – 1 e Libano – 1)
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