Estatísticas · Jogos Olímpicos

Os números do basquetebol masculino nos Jogos Olímpicos Rio 2016

Amigos do Basquetebol

E o Basquetebol Masculino nos Jogos Olímpicos consagrou mais uma vez a equipe norte-americana que conquistou sua 15a. medalha de ouro em 19 participações, a 3a consecutiva (2008, 2012 e 2016).
A classificação final ficou assim
1 – EUA (8-0) – 100,9 x 78,4;
2 – Sérvia (4-4) – 83,1 x 78,4;
3 – Espanha (5-3) – 86,1 x 74,2;
4 – A; Austrália (5-3) 85,4 x 76,0;
5 – Croácia (3-3) 80,5 x 82,2;
6 – França (3-3) 81,7 x 78,3;
7 – Lituânia (3-3) 76,0 x 86,3;
8 – Argentina (3-3) 86,5 x 87,5;
9 – Brasil (2-3) 82,2 x 81,4; 
10 – Venezuela (1-4) 63,0 x 88,8;
11 – Nigéria (1-4) 78,4 x 88,2;
12 – China (0-5) 63,6 x 93,2

Destaques Coletivos

A Austrália foi a equipe com o melhor aproveitamento nos arremessos de 2 pontos – 58%. O Brasil teve 50,0%

Nos 3 pontos os Estados Unidos foram os melhores com 36,9% enquanto o Brasil teve 29,6% de aproveitamento neste fundamento.

Nos lances-livres a França foi a melhor com 80,2% enquanto o Brasil teve um aproveitamento de 73,0.

Nos rebotes os Estados Unidos foram soberanos com média de 45,5 rebotes por jogo. O Brasil teve a média de 38,2 rebotes por jogo.

A Austrália foi a equipe com a melhor média de assistências – 24,3 por jogo. A média do Brasil foi de 19,2.

A equipe mais eficiente foi a norte-americana com média de 121,5. A média de eficiência do Brasil foi de 89,4.

Destaques individuais
Cestinha – Bogdanovich (Croácia) – 25,3. No Brasil o cestinha foi Nenê com 13,0 pts por partida
2 pts: Kalnietis (Lituânia) – 72,5%. Brasil: Leandrinho – 52,5%
3 pts: Duram (EUA) – 58,1%. Brasil: Giovannonni – 50%
L.Livres: De Colo (França) – 100% 21-21. Brasil: Huertas – 88,2%
Rebotes: Gasol (Espanha) – 8,9. Brasil: Nenê – 6,4
Assistis: Kalnietis (Lituânia) – 7,5. Brasil: Huertas – 6,6
Eficiência: Gasol (Espanha) – 23,1. Brasil: Nenê – 15,6

EUA-Srv 3

Eua – 15a. quinta medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos

 

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Um comentário em “Os números do basquetebol masculino nos Jogos Olímpicos Rio 2016

  1. Quando contrataram o treinador argentino, tive a falsa impressão que faríamos certo. Assisti todos jogos do Brasil, preparatórios e da Olimpíada. O Brasil pecou por detalhes, pois tinha tudo para ficar entre os três primeiros. E de forma medrosa perdeu a grande chance, novamente para a Argentina. Esses detalhes para mim são psicológicos. Não sei se nossa equipe tem acompanhamento, mas precisa sem nenhuma dúvida. Temos equipe para chegar, mas não conseguem. Perder jogo ganho eu não admito, faltou personalidade. Reforçando, temos uma excelente equipe.

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