Basquetebol Europeu · Estatísticas · Todos os posts

Armadores

Amigos do Basquetebol

Sendo um apaixonado pelo basquetebol europeu e, é claro, pelos armadores (devido ao meu passado como um grande armador que fui – pelo menos em meus sonhos) trago aqui alguns números dos principais armadores que brilharam nas quadras europeias na última edição da Euroliga, vencida de forma inédita pelo Fenerbahçe da Turquia.

Esses números podem servir de referência para nossos jovens armadores que também vêm despontando no cenário nacional.

Para resumir a análise escolhi os armadores das quatro equipes finalistas do torneio, levando em consideração o tempo jogado (mínimo de 20 minutos em média), já que a maioria das equipes da Euroliga tem em seu plantel até cinco armadores.

Assim sendo 12 atletas figurarão nesta breve análise baseada no número de jogos, tempo de jogo, eficiência, pontos e assists.

Fenerbahçe

Bogdanovic – 22 jogos; 28 minutos, 16,7 efi; 14,6 pts; 3,6 assists

Sloukas – 29 jogos; 26 minutos, 9,8 efi; 9,2 pts; 4,5 assists

Dixon – 34 jogos; 25 minutos; 10,7 efi; 11,4 pts; 3,6 assists

Real Madrid

Llull – 33 jogos; 27 minutos; 16,8 efi; 16,5 pts; 5,9 assists

Doncic – 35 jogos; 20 minutos; 13,3 efi; 7m8 pts; 4,2 assists

CSKA

De Colo – 28 jogos; 27 minutos; 20,8 efi; 19,1 pts; 3,9 assists

Teodosic – 29 jogos; 27 minutos; 17,1 efi; 16,1 pts; 6,8 assists

Jackson – 29 jogos; 21 minutos; 8,8 efi; 7,6 pts; 3,6 assists

Higgins – 32 jogos; 20 minutos; 9,3 efi; 9,5 pts; 1,5 assists

Olympiakos

Spanoulis – 33 jogos; 26 minutos; 11,9 efi; 12,6 pts; 6,1 assists

Mantzaris – 37 jogos; 23 minutos; 4,9 efi; 5,8 pts; 2,4 assists

Lojeski – 26 jogos; 21 minutos; 11,3 pts; 1,6 assists

Dentre os analisado, cinco merecem destaque por seus desempenhos (classificação geral entre todos os atletas que disputaram a Euroliga):

Teodosic – 1o. em assits; 5o em Efi e 6o. em pts

Llull – 3o. em assists; 5o. em pts e 7o. em assists

De Colo – 2o. em Efi e em pts

Bogdanovic – 7o. em pts e 9o. em efi

Spanoulis – 2o em asists

 

 

 

 

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O ranking da FIBA

Amigos do Basquetebol

A FIBA estabelece um ranking dos países a ela filiados e que mostra a evolução (ou não) desses países no mundo do basquetebol.

O ranking é baseado em critérios pré estabelecidos que vão deste a mera participação em torneios oficiais da entidade até pontuação obtida pela classificação nesses torneios. Atualmente o ranking abrange o adulto masculino e feminino e os torneios de base também masculinos e femininos. Ao final é feito um ranking composto pelas quatro situações descritas.

Este ranking é estabelecido dentro do período de dois ciclos olímpicos, onde ocorrem a realização de duas olimpíadas, dois mundiais e 4 torneios continentais e leva em consideração os seguintes critérios para a pontuação:

5 pontos para a participação em Jogos Olímpicos e Campeonatos Mundiais

1 pontos para o torneio Europeu

0,8 para o torneio das Américas

0,3 para o torneio asiático

0,2 para o torneio africano

0,1 para o torneio da Oceania

Além disto são computados 50 pontos para os campeões desses torneios; 40 pontos para os vices; 30 para os terceiros colocados; 15 pontos para os quartos colocados e assim sucessivamente de forma decrescente até o 18o. colocado.

O ranking atual mostra os Estados Unidos como líder em todos os critérios com uma larga vantagem sobre a Espanha segunda colocada.

Os 10 melhores do adulto masculino:

Estados Unidos, Espanha, Sérvia, França, Lituânia, Argentina, Brasil (melhora de 2 posições em relação ao ranking anterior), Turquia, Austrália e Rússia.

Os país que mais melhoraram foram a Nigéria, atual 16o colocado subindo 9 posições e primeiro Africano e a Venezuela (15o), subindo 7 posições no ranking. A  China o primeiro asiático (14o).

Os 10 melhores do adulto feminino

Estados Unidos, Espanha, França, Austrália, Rep. Tcheca, Canadá, Turquia, Brasil (caiu uma posição), Sérvia e China (o primeiro asiático).

O Senegal, primeiro país africano a aparecer no ranking (17o.) foi o que mais evoluiu subindo 7 posições.

Os 10 melhores no geral

Estados Unidos, Espanha, França, Sérvia, Austrália, Canadá, Brasil (melhora de 1 posição), Turquia, Argentina e Rússia.

O primeiro asiático é a China (12o) e o primeiro africano é Angola (23o.). O país que mais evoluiu foi a Estônia, melhorando 17 posições (91o.)

Na base, apesar de estar ausente em competições importantes nos últimos anos, o Brasil ocupa a 13a. posição no masculino (mantendo-se em relação ao ranking anterior) e a 6a. posição no feminino, a mesma do ranking anterior.

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Jogos Olímpicos: mapa de arremessos – feminino

Amigos do Basquetebol

Assim como no masculino – https://vivaobasquetebol.wordpress.com/2016/10/12/jogos-olimpicos-mapa-de-arremessos-masculino/ – vamos agora visualizar o mapa de arremessos na competição do feminino.

Lembrando que para esta análise a quadra foi dividida em 12 setores, sendo: dois dentro do garrafão; 5 da região de 2 pontos e 5 da região de 3 pontos. Foram computados os arremessos tentados e convertidos de todas as equipes em todos os jogos em cada região e suas médias.

Arremessos por região: números absolutos – médias por jogo (38) (convertidos – tentados – %)

1 – 485/781 – 12,8/20,6          62,1%

2 – 731/1533 –  19,2/40,3        47,7%

3 – 91/245 – 2,4/6,4                 37,1%

4 – 109/302 – 2,9/7,9              36,1%

5 – 79/233 – 2,1/6,1                  33,9%

6 – 86/250 – 2,3/6,6                 34,4%

7 – 68/214 – 1,8/5,6                  31,8%

8 – 60/126 – 1,6/3,3                   47,6%

9 – 154/463 – 4,1/12,2                33,3%

10 – 66/196 – 1,7/5,2                   33,7%

11 – 138/379 – 3,6/10,0                36,7%

12 – 25/67 – 0,7/1,8                     37,3%

Agrupando-se essas 12 regiões em 3 regiões maiores temos os seguintes resultados

1+2 (região interna): 1216/2314 – 32,0/60,9   52,5%

Desta região a equipe com melhor de aproveitamento por jogo foi os Estados Unidos com média de 25,8 arremessos convertidos em 38,1 tentados (67,5%). Nesta região o Brasil teve um aproveitamento de 49,1% (15,8/32,2).

3+4+5+6+7 (região do perímetro – 2 pontos): 433/1244 – 11,4/32,7    34,8%.

Novamente a equipe norte-americana foi a equipe com melhor aproveitamento (7,5/16,1  46,5% por jogo). O Brasil teve 37,5% de aproveitamento (6,0/16,0 por jogo).

8+9+10+11+12 (região do perímetro – 3 pontos): 443/1231 – 11,7/32,4   36,0%

O melhor aproveitamento dos 3 pontos foi dos Estados Unidos (7,3/16,1  45,3% por jogo). O Brasil teve o pior aproveitamento entre as doze equipes nas bolas de 3 pontos (25,0% 3,6/14,4).

Esses números, ao contrário do que encontramos no masculino, mostram um equilíbrio na quantidade de arremessos de 2 pontos (região perimetral) e arremessos dos 3 pontos.

Mapa de arremessos dividido por regiões (numerados por mim para melhor entendimento da análise). Exemplo do aproveitamento dos Estados Unidos e Brasil.

mapa-fem-eua-001

mapa-fem-bra-001

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Jogos Olímpicos: mapa de arremessos (masculino)

Amigos do Basquetebol

A partir dos dados contidos no relatório estatístico dos Jogos Olímpicos trago a todos uma visão geral da localização dos arremessos.

Para esta análise a quadra foi dividida em 12 setores, sendo: dois dentro do garrafão; 5 da região de 2 pontos e 5 da região de 3 pontos.

Foram computados os arremessos tentados e convertidos de todas as equipes em todos os jogos em cada região e suas médias.

Arremessos por região: números absolutos – médias por jogo (38) (convertidos – tentados – %)

1 – 546/729 – 14,4/19,2       74,9%

2 – 775/1583 – 20,4/41,7    49,0%

3 – 55/168 – 1,4/4,4              32,7% –

4 – 57/186 – 1,5/4,9             30,6%

5 – 74/162 – 1,9/4,3             45,7%

6 – 62/159 – 1,6/4,2             39,0%

7 – 49/125 – 1,3/3,3              39,2 %

8 – 55/147 – 1,4/3,9              37,4%

9 – 194/589 – 5,1/15,5          32,9%

10 – 102/314 – 2,7/8,3         32,5%

11 – 192/554 – 5,1/14,6        34,7%

12 – 58/148 – 1,5/3,9            39,2%

Agrupando-se essas 12 regiões em 3 regiões maiores temos os seguintes resultados

1+2 (região interna): 1321/2312 – 34,8/60,8     57,1%

Desta região a equipe com melhor de aproveitamento por jogo foi a Austrália com média de 21,5 arremessos convertidos em 34,9 tentados (61,6%). Nesta região o Brasil teve um aproveitamento de 55,4% (19,4/35,0)

3+4+5+6+7 (região do perímetro – 2 pontos): 297/700 – 7,8/21,1   42,4%

A Lituânia foi a equipe com melhor aproveitamento – 40,3% (5,2/12,8 por jogo) enquanto o Brasil teve 33,9% (4,0/11,8 por jogo)

8+9+10+11+12 (região do perímetro – 3 pontos): 601/1752 – 15,8/46,1    34,3%

O melhor aproveitamento dos 3 pontos foi dos Estados Unidos (37,1% – 10,4/28,0 por jogo). O Brasil teve 29,6% de aproveitamento (6,4/21,6 por jogo).

Esses números mostram um dado interessante que é a tendência mundial de se utilizar os arremessos de 3 pontos numa frequência e quantidade muito maior do que os arremessos de 2 pontos na região perimetral, apesar de ser uma região de baixo aproveitamento. Até a equipe norte-americana tradicionalmente tida como uma equipe com forte jogo interno se utiliza do recurso de arremessos de 3 pontos.

Mapa de arremessos dividido por regiões (numerados por mim para melhor entendimento da análise). Exemplo do aproveitamento de uma equipe.

mapa-arremessos-001

 

 

 

 

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Jogos Olímpicos: reclassificando a classificação

Amigos do Basquetebol

Em um campeonato onde todos se enfrentam a coerência entre a produtividade e a classificação final, mas mesmo assim ainda podem ocorrer discrepâncias.

Utilizando as estatísticas oficiais dos Jogos Olímpicos este post mostra uma outra forma de classificação do basquetebol nesses Jogos. Sendo um torneio disputado em duas fases distintas: grupos e mata mata, nem sempre as equipes com maior produtividade alcançam um resultado condizente com seu desempenho. Um jogo mal jogado ou uma bola fortuita pode levar uma equipe com ótimo desempenho a uma desclassificação.

Evidentemente que isto é apenas uma “brincadeira com os números” e não altera em nada a realidade, mas vale pela curiosidade.

A metodologia utilizada foi a seguinte: as equipes foram classificadas de acordo com sua produtividade em cada um dos indicadores de jogos contemplados pelas estatísticas oficiais. Ao final foi feita uma média da classificação em cada um dos indicadores. Esclarecendo que quanto menor a média melhor a classificação baseada nos indicadores de jogo. Essa média pode ser comparada à classificação final real da equipe.

Os indicadores classificados foram os seguintes:

Pontos a Favor (PF); Pontos Contra (PC); % de arremessos de campo (%FG); % dos arremessos de 2 (%2); % dos arremessos de 3 (%3); @ de lances-livres (%LL); Rebotes (RB); Assistências (AS); Bolas Perdidas (BP) e Bolas Recuperadas (BR). RC – é a reclassificação, M a média de classificação dos indicadores e CL a classificação real.

Masculino

MASC Cl PF PC % FG 2% 3% % LL RB AS BP BR M RC
EUA 1 1 5 3 5 1 7 1 2 2 1 2,8 1
SRV 2 5 4 4 4 9 2 8 3 7 3 4,9 5
ESP 3 3 1 6 7 2 8 5 5 1 5 4,3 3
AUS 4 4 2 2 1 8 4 6 1 4 8 4 2
CRO 5 8 7 7 6 6 3 2 8 9 11 6,7 6
FRA 6 7 3 1 2 4 1 7 4 8 9 4,6 4
LIT 7 10 8 5 3 7 9 10 7 10 10 7,9 9
ARG 8 2 11 11 11 5 12 2 11 6 2 7,3 8
BRA 9 6 6 9 8 10 10 2 6 3 7 6,7 6
VEN 10 12 10 12 12 12 5 11 10 5 4 9,3 11
NIG 11 9 9 8 9 3 6 9 9 11 12 8,5 10
CHN 12 11 12 10 10 11 11 12 12 12 5 10,6 12

Como se pode verificar, pelo quadro acima, os medalhistas seriam Estados Unidos, Austrália e Espanha. Mesmo com esse critério, infelizmente, o Brasil não estaria entre os medalhistas e ocuparia a 6a. colocação ao lado da Croácia e os piores continuariam nas 3 últimas posições alterando-se somente a posição de Venezuela e Nigéria.

Feminino

FEM Clas PF PC % FG 2% 3% % LL RB AS BP BR M RC
EUA 1 1 2 1 1 1 7 1 1 6 2 2,3 1
ESP 2 5 3 6 6 11 6 2 3 4 10 5,6 4
SRV 3 6 8 8 9 9 5 10 7 3 1 6,6 6
FRA 4 8 6 7 8 6 11 4 3 10 3 6,6 6
AUS 5 2 5 2 2 5 4 5 2 7 8 4,2 2
TUR 6 11 1 10 12 7 9 8 11 1 6 7,6 8
CAN 7 9 4 11 11 10 10 6 6 9 4 8 10
JAP 8 3 10 4 4 4 1 7 3 1 7 4,4 3
BLR 9 7 7 3 3 3 2 12 7 8 11 6,3 5
CHN 10 4 11 5 7 2 12 9 9 5 12 7,6 8
BRA 11 10 9 9 5 12 8 3 10 11 5 8,2 11
SEN 12 12 12 12 10 8 3 11 12 12 9 10,1 12

No feminino as mudanças nas primeiras colocações seriam mais acentuadas com a Austrália ocupando a segunda colocação e o Japão a terceira. Mesmo com esses critérios de classificação, o Brasil continuaria ocupando a 11a colocação, atestando o baixo rendimento da equipe no torneio.

Como frisei no inicio, está é somente uma brincadeira estatística mas que atesta, muitas vezes, a injustiça que um sistema mata mata pode trazer. Neste aspecto o caso mais marcante foi a Austrália no feminino que fez uma campanha brilhante na fase de classificação e que em uma noite infeliz, perdendo da Sérvia por dois pontos viu sua condição de grande favorita a uma medalha transformar-se em um frustrante 5o. lugar.

Fonte de pesquisa: relatório oficial das estatísticas dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

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Jogos Olímpicos – estatísticas gerais (4): o aproveitamento do Brasil no Feminino

Amigos do Basquetebol

Agora vamos mostrar o aproveitamento do Basquetebol Feminino Brasileiro nos Jogos Olímpicos.

Nossa equipe feminina disputou 5 partidas com cinco derrotas: Austrália (66-84); França (64-74); Turquia (76-79); Japão (66-82) e Belarrússia (63-65).

Essa campanha muito ruim do Brasil é refletida nos números do aproveitamento brasileiro. Nossa média de pontos foi de 67,0 por partida sendo a 10a. do torneio ficando somente à frente da Turquia (64,3) e Senegal (61,8). A média de pontos sofridos foi a 8a. do torneio com 76,8 pontos por partida.

A equipe brasileira teve um aproveitamento geral de 42,4% considerando-se a relação entre a média de pontos convertidos (67,0) e a média de pontos possíveis (157,8) por partida.

O aproveitamento e distribuição dos pontos da equipe brasileira ocorreu da seguinte forma:

2 pontos

Nosso aproveitamento foi de 45% (43,6 x 96,4). O Brasil converteu 218 pontos dos arremessos de 2. Este número representa 65% dos pontos totais da equipe (335), enquanto que no torneio todo o percentual de pontos através de arremessos de 2 foi de 59% (3300-5604). Este aproveitamento de 45% colocou o Brasil na 5a. posição entre as 12 equipes que disputaram os Jogos Olímpicos.

3 pontos

Nos pontos obtidos através dos arremessos de 3 pontos nosso aproveitamento foi de 25% (10,8/43,8). O aproveitamento geral do campeonato foi  de 36%. Os arremessos de 3 pontos nos proporcionaram 54 pontos (16,1% do total de pontos da equipe). A média de pontos a partir dos arremessos de 3 no campeonato todo foi de 17,5 (23,7% da média total de pontos do campeonato que foi de  73,7 pts por equipe). No aproveitamento dos arremessos de 3 o Brasil teve o pior resultado entre os 12 participantes.

Lances Livres

No campeonato todo a média de pontos obtidos através de lances-livres foi de 13,4 (17,5% da média total de pontos por equipe – 73,7). No geral o aproveitamento de lances livres foi de 75% (13,4×16,9). O Brasil ficou muito perto deste percentual com 72% de aproveitamento nos Lances-Livres – 72% (12,6×17,6). Na relação entre média de pontos de lances-livre e média de pontos totais o Brasil obteve um percentual de 18,8%.

Esses números dão a dimensão da baixa produtividade brasileira nos Jogos Olímpicos, principalmente nos arremessos de 3 pontos que sempre tiveram uma grande influência na efetividade do nosso ataque.

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Jogos Olímpicos – estatísticas gerais (3): aproveitamento do Brasil no masculino

Amigos do Basquetebol

No post https://vivaobasquetebol.wordpress.com/2016/09/19/jogos-olimpicos-estatisticas-gerais-pontos-e-aproveitamento/ apresentei um quadro geral da relação pontos feitos e aproveitamento no masculino.

Neste atual post apresento uma comparação entre a média brasileira e a média geral em relação a pontos convertidos e pontos possíveis e a impacto dos 2 e 3 pontos e lances-livres no total de pontos convertidos por nossa seleção.

Pontos convertidos x pontos possíveis:

A média de pontos convertidos no torneio de basquetebol por equipe foi de 81,9. A média de pontos possíveis foi de 172,9 por equipe, representando 47,4% de aproveitamento. Neste item o Brasil teve um aproveitamento de 45,5% (82,2 x 180,6).

2 pontos

No cômputo geral do campeonato os dois pontos representaram 51,9% do total de pontos convertidos (42,6 x 81,9). O aproveitamento geral nos arremessos de 2 pontos foi  de 52% ( 42,6 x 81,6). O aproveitamento do Brasil nos arremessos de 2 pontos foi de 60% (46,8 x 93,6). Esses pontos obtidos dos arremessos de 2 pontos representaram 56,9% do total de pontos do Brasil (46,8 x 82,2).

3 pontos

Os três pontos foram responsáveis por 29% dos pontos totais do campeonato (23,7 x 81,9). O aproveitamento geral neste arremesso foi  de 34% (23,7 x 70,3). Neste fundamento o Brasil teve um aproveitamento de 29,6 % (19,2 x 64,8) e os três pontos representaram 23,4% do total de pontos feitos pelo Brasil (19,2 x 82,2).

Lances-livres

Os lances-livres foram responsáveis por 19,1% dos pontos totais do campeonato (15,6 x 81,9). O aproveitamento geral nos lances-livres foi  de 75% (15,6 x 20,9). O Brasil teve um aproveitamento de 73% (16,2 x 22,2) e os lances livres representaram 19,7% dos pontos convertidos pela nossa seleção (16,2 x 82,2)

Comparação entre pontos a favor e pontos contra

Uma análise interessante que pode ser feita é a relação entre o que o Brasil produziu e o que seus adversário produziram nos cinco jogos que nossa seleção disputou.

No total o Brasil teve 82,2 pontos a favor contra 81,4. O aproveitamento geral foi de 45,5% x 48,1%.

Nos arremessos de 2 pontos nosso aproveitamento foi de 50%, igual porcentagem obtida pelos nossos adversário.

Já nos 3 pontos o Brasil foi inferior aos adversários – 30% x 39%.

Nos lances-livres nova igualdade – 73% .

Os números de nossa seleção comparados a seus adversários mostram um equilíbrio muito grande em todas as comparações, o que de fato reflete as diferenças dos jogos disputados pelo Brasil (-6 x Lituânia; -4 x Croácia; -4 x Argentina; 1 x Espanha e 15 x Nigéria).