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O ranking da FIBA

Amigos do Basquetebol

A FIBA estabelece um ranking dos países a ela filiados e que mostra a evolução (ou não) desses países no mundo do basquetebol.

O ranking é baseado em critérios pré estabelecidos que vão deste a mera participação em torneios oficiais da entidade até pontuação obtida pela classificação nesses torneios. Atualmente o ranking abrange o adulto masculino e feminino e os torneios de base também masculinos e femininos. Ao final é feito um ranking composto pelas quatro situações descritas.

Este ranking é estabelecido dentro do período de dois ciclos olímpicos, onde ocorrem a realização de duas olimpíadas, dois mundiais e 4 torneios continentais e leva em consideração os seguintes critérios para a pontuação:

5 pontos para a participação em Jogos Olímpicos e Campeonatos Mundiais

1 pontos para o torneio Europeu

0,8 para o torneio das Américas

0,3 para o torneio asiático

0,2 para o torneio africano

0,1 para o torneio da Oceania

Além disto são computados 50 pontos para os campeões desses torneios; 40 pontos para os vices; 30 para os terceiros colocados; 15 pontos para os quartos colocados e assim sucessivamente de forma decrescente até o 18o. colocado.

O ranking atual mostra os Estados Unidos como líder em todos os critérios com uma larga vantagem sobre a Espanha segunda colocada.

Os 10 melhores do adulto masculino:

Estados Unidos, Espanha, Sérvia, França, Lituânia, Argentina, Brasil (melhora de 2 posições em relação ao ranking anterior), Turquia, Austrália e Rússia.

Os país que mais melhoraram foram a Nigéria, atual 16o colocado subindo 9 posições e primeiro Africano e a Venezuela (15o), subindo 7 posições no ranking. A  China o primeiro asiático (14o).

Os 10 melhores do adulto feminino

Estados Unidos, Espanha, França, Austrália, Rep. Tcheca, Canadá, Turquia, Brasil (caiu uma posição), Sérvia e China (o primeiro asiático).

O Senegal, primeiro país africano a aparecer no ranking (17o.) foi o que mais evoluiu subindo 7 posições.

Os 10 melhores no geral

Estados Unidos, Espanha, França, Sérvia, Austrália, Canadá, Brasil (melhora de 1 posição), Turquia, Argentina e Rússia.

O primeiro asiático é a China (12o) e o primeiro africano é Angola (23o.). O país que mais evoluiu foi a Estônia, melhorando 17 posições (91o.)

Na base, apesar de estar ausente em competições importantes nos últimos anos, o Brasil ocupa a 13a. posição no masculino (mantendo-se em relação ao ranking anterior) e a 6a. posição no feminino, a mesma do ranking anterior.

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NBB · Opinião do autor · Todos os posts

A força da LDB

Amigos do Basquetebol

Depois de umas férias merecidas (afinal ser aposentado não é fácil) volto mais uma vez para o Viva o Basquetebol em um momento muito especial do nosso basquetebol.

Estamos vivendo as finais do NBB, nosso mais importante campeonato e constatando uma mudança muito interessante no retrato desse campeonato que trouxe para as semifinais equipes que apostaram nos jovens talentos.

Evidentemente que aqui não se trata de menosprezar as equipes que investem altos em atletas consagrados como é o caso do Flamengo e de Bauru que optam por esse tipo de modelo de montagem de equipe. Mas sim de enaltecer o aproveitamento dos jovens talentos que surgem no nosso basquetebol, mas que, nem sempre, têm o devido reconhecimento e espaço nas equipes.

O que vimos e estamos vendo nessa trajetória final do NBB é o predomínio de equipes que não tiveram medo de dar oportunidade a jovens que surgiram, em sua maioria , do maior projeto de base já surgido neste país desenvolvido pela Liga Nacional de Basquete, promotora do NBB. Refiro-me à LDB (Liga de Desenvolvimento de Basquete).

Participei como coordenador de praticamente todas as edições deste evento e pude ver “in loco” o aparecimento de promessas que hoje se mostram totalmente preparadas para assumir o protagonismo do do nosso basquetebol.

Ver atletas que iniciavam sua trajetória na LDB e que hoje defendem de forma brilhante suas equipes é um prazer muito grande. É simplesmente o coroamento de um trabalho incessante que envolveu e envolve muita gente (dirigentes, técnicos, comissões técnicas e árbitros) e que deve ser elogiado de forma muito eloquente.

Não posso aqui cometer injustiças e citar nomes, correndo o risco de esquecer muita gente que passou por esse processo de formação (já que cabeça de aposentado também tira férias).

Mas como uma homenagem a todos esses garotos que hoje são as estrelas do NBB destaco que na final  (Paulistano  x Bauru) temos cerca de 15 jovens oriundos da LDB que dão colorido especial ao espetáculo, muitos deles assumindo a posição de titularidade de suas equipes.

Desta forma só me resta agradecer a Liga pelo projeto LDB e torcer para que ele continue. Tenho a certeza que o basquetebol brasileiro terá muito a lucrar com essa iniciativa.

Basquetebol Europeu · Todos os posts

Euroliga: vem aí o “final four”

Amigos do Basquetebol

Está chegando a hora de conhecermos o melhor time da Europa. De 19 a 21 de maio, Istambul vai receber o Final Four da Euroliga, o melhor campeonato de clubes do mundo.

Dezesseis equipes iniciaram o caminho para o F4 e agora CSKA, Real Madrid, Olympiakos e Fenerbahçe lutarão por esse importante título.

O CSKA é a equipe que mais participou dos F4 desde que foram criados em 2002. Já contando com esta de 2017 foram 14 participações (estando presente nas últimas seis) . Olympiakos 6, Real Madrid 5 e Fenerbahçe nas últimas 3.

As campanhas – para chegar ao F4 estas foram as campanhas:

Real Madrid – (1): 22-8; 3 x 1 Darussafaka

CSKA – (2): 23-7; 3×0 Baskonia

Olympiakos – (3): 19-11; 3×2 Efes

Fenerbahçe – (5): 18-12; 3×0 Panathinaikos

Esta edição do F4 reedita a de 2015 quando as quatro equipes estiveram em Madrid. Naquela ocasião as semifinais foram entre Real Madrid 96 x 87 Fenerbahçe e Olympiakos 70 x 68 CSKA. Na disputa de terceiro lugar o CSKA derrtou o Fenerbahçe (86 x 80) e o Real Madrid sagrou-se campeão batendo o Olympiakos por 78 x 59.

Essas equipes se encontraram em outras edições do F$:

2012 – Final: Olympiakos 62 x 61 CSKA

2013 – Semifinal: Olympiakos 69 x 52 CSKA e Final: Olympiakos 100 x 88 Real Madrid

2016 – Final: CSKA 101 x 96 Fenerbahçe

Os títulos

CSKA foi campeão em 2006, 2008 e 2016. Olympiakos em 2012 e 2013 e Real Madrid em 2015.

O fator casa

Jogar o F4 em casa não é garantia de vantagem. Nas 17 edições do F$ (já com esta) em sete oportunidades não houve equipe local. E somente em duas oportunidades o mandante foi campeão: Barcelona em 2008 e Real Madrid em 2015.

Os técnicos

Dos quatro técnicos envolvidos no F4 de 2017, Zelko Obradovich (Fenerbahçe) é o mais vitorioso. Este grande técnico, ainda na fase pré F4, foi campeão em 1992 pelo Partizan Belgrado, 1994 pelo Joventut Badalona e 2000 pelo Panathinaikos. Na era F4 ele conquistou títulos com o Panathinaikos em 2002, 2007, 2009 e 2001. Além disto foi eleito “Coach of the year” em 2007 e 2011 e considerado o melhor técnico europeu em 1994 e 1995.

Pablo Laso do Real Madrid, foi campeão da Euroliga em 2015 e eleito o melhor técnico da temporada.

Dimitris Itoudis do CSKA, assumiu a equipe em 2014 e foi campeão da Euroliga em 2016, sendo considerado o melhor técnico daquela temporada.

Ioannis Staropoulos do Olympiakos é técnico da equipe desde 2014 e ainda busca seu primeiro título.

Os comandantes

Cada uma dessas equipes é composta de excelentes atletas que seria impossível destacar todos eles. Então optei por destacar os armadores de cada equipe.

Vasilys Spanoulis (Olympiakos) – 12,4 pts; 6,0 assists; 11,8 efi

Spanoulis

Sérgio Llull (Real Madrid) – 16,8 pts; 5,9 assists; 16,8 efi

Llull

Bogdan Bogdanovic (Fenerbahçe) – 14,5 pts; 3,9 assists, 17,4 efi

Bogdanovic

Milos Teodosic (CSKA) – 16,2 pts; 7,0 assists, 17,4 efi

Teodosic

 

Para quem gosta de basquete é um prato cheio

http://www.euroleague.net

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Euroliga: a hora da onça beber água

Amigos do Basquetebol

Não aguentei ficar longe dos amigos que mesmo com o blog desativado continuaram a frequentá-lo. Então resolvi voltar a escrever. Talvez não com tanta frequência, mas sempre tentando trazer o que há de interessante no mundo do basquetebol.

E nesta volta trago um assunto do qual sou fã incondicional: o basquetebol europeu que terá a partir de 18 de abril os playoffs da Euroliga, na minha opinião um dos maoires e melhores campeonato de clubes do mundo.

Dezesseis equipes iniciaram a fase de classificação, jogando em um novo formato – turno e returno. As oito melhores equipes se classificaram para os playoffs, na seguinte ordem:

Real Madrid (Esp), CSKA (Rus), Panathinaikos (Gre), Olympiakos (Gre), Anadolu Efes (Tur), Fenerbahçe (Tur), Baskonia (Esp) e Darussafaka (Tur). Como se nota a Turquia foi o país com maior número de equipes (3), seguida de Espanha e Grécia (2) e Rússia (1).

Os jogos em melhor de 5 (2-2-1) serão os seguintes, com os respectivos cruzamentos futuros:

CSKA x Baskonia – Olympiakos x Efes

Real Madrid x Darussafaka – Panathinaikos x Fenerbahçe

Das equipes participantes o Panathinaikos é que detem o maior número de títulos desde que o formato “final Four” foi adotado em 2002 – 4 títulos. Seguem CSKA com 3, Olympiakos com 2 e Real Madrid com 1.

Números das equipes (efi – pts – reb – ass – br – bp – %2 – %3 – %ll)

Real Madrid: 102,0 – 86,2 – 36,7 – 20,6 – 7,0 – 12,3 – 57,0 – 37,5 – 77,0

CSKA: 99,9 – 87,3 – 33,5 – 20,4 – 7,1 – 14,5 – 55,5 – 40,6 – 81,6

Panathinaikos: 84,1 – 77,5 – 33,9 – 15,3 – 7,5 – 11,2 – 50,9 – 36,0 – 71,4

Olympiakos: 86,8 – 77,9 – 37,1 – 15,2 – 6,3 – 12,8 – 52,1 – 33,5 – 74,0

EFES: 93,8 – 84,3 – 35,6 – 18,5 – 7,1 – 11,8 – 50,2 – 34,8 – 74,8

Fenerbahçe: 86,6 – 76,2 – 32,6 – 17,1 – 6,7 – 12,5 – 51,6 – 38,3 – 75,7

Baskonia: 90,7 – 81,5 – 36,7 – 17,9 – 6,6 – 13,2 – 53,2 – 34,8 – 76,1

Darussafaka: 82,0 – 79,1 – 35,1 – 14,3 – 6,5 – 11,2 – 48,3 – 37,4 – 72,0

Os mais eficientes

Os atletas mais eficientes de cada equipe são os seguintes (efi – pts – reb – ass)

Real Madrid: Sérgio Llul (a) – 16,7 – 16,1 – 2,0 – 5,9

CSKA: Nando De Colo (a) – 22,7 – 20,1 – 3,1 – 4,1

Panathinaikos: Mike James (a) – 13,1 – 12,9 – 2,1 – 3,0

Olympiakos: Georgios Printezis (L) – 15,3 – 13,0 – 5,0 – 1,2

Efes: Derrick Brown (L) – 16,7 – 13,0 – 5,8 – 2,3

Fenerbahçe: Ekpe Udo (P) – 19,7 – 11,8 – 7,7 – 1,9

Baskonia: Shane Larkin (A) – 14,9 – 13,1 – 2,8 – 5,7

Darussafaka: Brad Wanamaker (A) – 17,5 – 16,2 – 3,2 – 4,7

De olho nele

Diante de tantas estrelas temos que ficar atentos a um jovem jogador do Real Madrid. Com 18 anos o armador esloveno Luka Doncic tem se destacado e assumido cada vez mais uma importância para sua equipe.

Com 2m01 Doncic tem jogado derca de 20 minutos com média de 8,3 pts, 4,4 rebotes e 4,3 asists e 13,9 de eficiência.

LUka Doncic

Os técnicos

Zeljko Obradovich, atualmente técnico do Fenerbahçe, é o técnico com maior número de títulos (3) todos quando dirigia o Panathinaikos.  David Blat, hoje dirigindo o Darussafaka foi campeão por duas vezes (Panathinaikos e Maccabi).

Os demais técnicos campeões que estarão nesses palyoffs são:

Xavi Pascual – Panathinikos (1 título pelo Barcelona)

Pablo Laso – Real Madrid (1 título)

Dimitris Itoudis – CSKA (1 título)

Obradovic

Com certeza teremos um campeonato empolgante com atletas do mais alto gabarito.

Vale a pena conferir: http://www.euroleague.net/

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Entra 2017, sai o Viva o Basquetebol

Amigos do Basquetebol

No dia 19 de agosto de 2010 iniciava-se um ciclo bastante interessante e gratificante em minha vida. Surgia o Viva o Basquetebol.

Por sugestão de um dos meus filhos e aproveitando minha presença no Campeonato Mundial de 2010 na Turquia eu me aventurei no universo dos “blogs”.

O primeiro post, em 21 de agosto de 2010, era uma homenagem a dois dos principais jogadores de basquetebol deste país: Oscar e Ubiratan. Depois dele vieram mais 646, com homenagens, entrevistas, artigos, opiniões, coberturas de torneios internacionais.

A princípio era para durar até o final do referido campeonato. Mas a coisa foi evoluindo, eu fui pegando gosto e o resultado foram mais de seis anos no ar e quase um milhão de visitas (985 mil e quebrados).

Neste universo eu tive a colaboração e participação de muitos amigos, basqueteiros ou não que, com entrevistas, opiniões e artigos, ajudaram o Viva o Basquetebol a alcançar este grande sucesso e ser respeitado na comunidade esportiva. (ver homenagem a eles abaixo)

Mas chegou a hora de mudar de rumo. Novos projetos e novos objetivos me fizeram refletir sobre a continuidade do blog. E de forma bem tranquila e consciente optei por desativá-lo.

Ele continuará no ar, mas sem novos posts.

E como forma de terminar este ciclo, homenageio aqui todos aqueles que colaboraram com as entrevistas, opiniões e artigos. Antecipadamente, desculpo-me se omiti alguns nomes.

Hector Campana, Fabrício Oberto, George Chaia (Gegê), Marcel de Souza, Maria Cláudia Comodaro, Eudardo Albano, Emmanuel Santos Pereira, Leonardo Guimarães (Pimenta), Thiago John, Cristiano Grama, Guilherme Giovannonni, Fausto Gianechinni, Laís Elena, Carlos Renato dos Santos, José Medalha, Luiz Cláudio Menon, João Nunes, Sérgio Machado (Sérgio MAcarrão), Adriana Santos, Antonio Carlos Barbosa, Paulo Bassul, Benedito Cícero Tortelli (Paulista), Kátia Araújo, Elzinha Pacheco, Laerte Gomes, Rolando Ferreira, Marcos Abdalah Leite (Marquinhos), Ruben Magnano, Ricardo Cardoso Guimarães (Cadum), Horácio Muratori, Jorge Guerra (Guerrinha), Paulinho Villas Boas, Amaury Pasos, Hlen Luz, José Neto, Victor Ojeda, Miguel Ângelo da Luz, Alberto Lorenzon, Sérgio Ibañez, German Calvo, Adriana Lacerda, Liga Estudantil de Basquete, Fernando Piovezan, Hermes Balbino, Marcia Mehlson, Sérgio Maroneze, Fernando Galluppo, Marcela Herrera, José Eduarco Costa Oliveira, Fábio Cunha, Jorge Knijnik, Wlamir Marques, Sérgio Domeneci, Alcir Ferrer, Maurizio Mondoni, Raul Milliet Filho, Carla di Pierro, Marisa Bianco, Jorge Bento, Viníus Lopes, Sílvia Deschamps, Wladimir Peric, Marcelo Massa, Cássio Miranda Meira Jr., Urbano Sidney do Sacramento, Miguel Palmier, Rodrigo Kanbach, José Medalha, Marcelo Berrro, Lula Ferreira, Felipe Tadielo, Gabriel de Rose, Thiago De Rose, Vita Hadad, Antonio Carlos Vendramini, Mônica dos Anjos, Antonio Carlos Magalhães (Pulga), Davi Rossetto, Nilo Guimarães, Guilherme Buso

Fica também meus agradecimentos às centenas de pessoas que me brindaram com 1024 comentários.

O Viva o Basquetebol não morre. Ele apenas sai do ar e continuará torcendo para que as pessoas continuem dando vivas ao nosso querido esporte, para que elas vivam esse esporte maravilhoso e, principalmente, para que o basquetebol viva e reviva neste ano de 2017, deixando para trás tudo de ruim que houve e que tanto atrapalhou seu desenvolvimento no país.

Só me resta agradecer a todos os colaboradores e seguidores e dizer

“VIVA O BASQUETEBOL” (para sempre)

 

 

 

 

 

 

 

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2017: Feliz Ano Novo para nosso Basquete?

Amigos do Basquetebol

Será que em 2017 podemos esperar um ano novo melhor para o nosso basquetebol?

Esperemos que sim.

Depois de um ano de 2016 que devemos esquecer só podemos ter esperança que algo de bom aconteça e que nosso basquetebol ressurja das cinzas, ou do limbo, ou do fundo do poço, como quiserem.

Decepção nos Jogos Olímpicos com campanhas pífias do feminino e do masculino.

Cancelamento de campeonatos de base por falta de investimento e, talvez, vontade política. Ou ainda por total desprezo por essas categorias.

Ausência em competições internacionais de base, eventos que são sumamente importantes para a preparação de nossas futuras seleções.

E finalmente, a cereja do bolo. A suspensão da CBB por parte da FIBA que cansou da gestão de brincadeirinha (ou incompetente, se preferirem) dos nossos dirigentes.

Triste ano para aquele que já foi o segundo esporte na preferência popular em nosso país.

O primeiro esporte a trazer uma medalha olímpica em esportes coletivos para o Brasil e repetir o feito mais duas vezes no masculino e duas vezes no feminino.

O esporte três vezes campeão mundial e que se manteve entre as quatro potências do mundo durante muito tempo, reinando soberano na América do Sul.

O esporte que produziu atletas de grande qualidade  (só vou citar quatro, homenageando  todos os demais): Wlamir e Amaury; Paula e Hortência.

O esporte que tem grandes nomes no Hall da Fama e no Naismith Memorial: Hortência, Paula, Amaury, Oscar, Bira, Righetto, José Cláudio dos Reis, Kanela.

O esporte que teve grandes técnicos e mestres reconhecidos internacionalmente (também cito somente quatro, também homenageando todos os técnicos que dedicam a vida ao basquetebol): Pagan, Barbosa, Daiuto e Kanela.

O esporte que teve árbitros apitando finais olímpicas e mundiais: Righeto, Affini, Renatinho e Maranho.

Enfim, o esporte que deu muitas alegrias a este país.

Quem sabe esse nosso passado glorioso nos façam esquecer o presente negro e nos leve para um futuro brilhante.

Feliz Natal e um ótimo 2017.

O Viva o Basquetebol retornará em janeiro.

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Colaboradores · Formação Esportiva · Todos os posts

O papel do treinador de basquetebol

Amigos do Basquetebol

Este post traz a colaboração do amigo Victor Ojeda – membro do Comitê Internacional de Minibasquetebol da FIBA

“O papel do treinador de basquetebol”

  • O êxito do treinador não está em suas estratégias, mas sim em sua habilidade para ensinar os fundamentos aos atletas
  • O treinador deve ser capaz de selecionar e escolher as coisas importantes que seus atletas devem aprender
  • Um treinador de basquetebol deve ter uma boa cultura esportiva. Deve ser sociável, amigável, comunicativo e estudioso das novas técnicas
  • Não necessita ser um cientista, deve conhecer outras matérias como psicologia esportiva, metodologia do ensino para aumentar sua cultura esportiva
  • Isto ajuda a ter sua própria filosofia. Um treinador que não tem uma filosofia é como uma árvore desfolhada pelo vento
  • Os treinadores que depois de uma derrota escutam os amigos, jornalistas e torcedores que dão palpites em como deveria jogar cometem um grande erro. Quando um treinador escuta os amigos, jornalistas e torcedores, muito cedo estarão sentados entre eles vendo o jogo
  • O treinador que pensa ser o dono da verdade está equivocado
  • O treinador deve ter seu próprio estilo, saber o que deve esperar de seus jogadores, conhecer suas habilidades e aspirar sempre o máximo
  • Treinar não é uma ciência exata,  ninguém pode catalogar. Por isso ninguém tem as regras exatas: é impossível que um treinador sempre tenha razão